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  • Modelo Pedagógico da Universidade Aberta
    Publication . Casanova, Diogo; Machado, Angela Montalvão; Mendes, António Quintas; Ferreira, Célia; Aires, Luísa; Martins, Margarida ; Serranho, Pedro; Rocio, Vitor
    É inegável o papel central da Educação a Distância no ensino superior em Portugal na atualidade. A aprovação, em 2019, do Regime Jurídico do Ensino Superior Ministrado a Distância, a globalização do setor, com o acesso a novos mercados, a expansão do ensino superior para novos públicos e, em alguns casos, a transformação digital da pedagogia, impulsionada por novas exigências dos estudantes e da sociedade, colocaram esta modalidade de ensino em destaque nos planos estratégicos de diversas Instituições de Ensino Superior. A Educação a Distância deixa, em Portugal, de ser uma exclusividade da Universidade Aberta, abrindo portas a outras instituições, a novas abordagens pedagógicas e a diferentes visões estratégicas de integração do digital — em formatos mais ou menos remotos, híbridos ou síncronos. O crescente interesse por esta modalidade tem levado as instituições de ensino superior a delinearem estratégias de resposta a um público cada vez mais global, diversificado e com interesses e necessidades individualizadas. Para a Universidade Aberta, pioneira na Educação a Distância em Portugal e precursora de um modelo pedagógico virtual, o impacto deste período foi amplamente positivo, sendo visto como uma oportunidade de crescimento, modernização e transformação. Recentemente, a digitalização total da avaliação, a utilização massificada e mais ou menos planeada da Inteligência Artificial Generativa (IAGen), de ambientes imersivos e de momentos de comunicação síncrona foram promovendo, de forma natural, transformações nas estratégias pedagógicas dos docentes e na aprendizagem dos estudantes. Em paralelo, o avanço da tecnologia, o reforço e a modernização das infraestruturas tecnológicas, a maturidade e a inovação pedagógica nas práticas dos docentes abriram um leque de oportunidades para a melhoria do modelo pedagógico da Universidade e, consequentemente, exigem a necessária reflexão e atualização do mesmo, de modo a garantir a sua relevância e adequação aos novos contextos e às exigências emergentes da sociedade pósdigital. É neste sentido que se apresenta esta atualização do Modelo Pedagógico da Universidade Aberta (MP-UAb). Pretende-se não apenas respeitar a identidade do trabalho realizado pela comunidade da Universidade Aberta, transcrito no modelo anterior e nas respetivas propostas reflexivas subsequentes, mas também reafirmar o que a Universidade já é, do ponto de vista pedagógico, e projetar o seu olhar para o futuro, enquanto Universidade Aberta, a Distância e Digital, com uma identidade consolidada ao longo do tempo e ermanentemente orientada para a renovação. A Universidade procura, assim, desenvolver contextos de formação que tirem partido das inovações tecnológicas e promovam, nos seus estudantes, competências de pensamento crítico, de criatividade e de inovação, de comunicação e de colaboração. A designação Modelo Pedagógico Virtual® (2007) cumpriu, no seu tempo, o objetivo de afirmar a Educação a Distância como modalidade legítima e de identidade própria. Hoje, porém, essa necessidade esbateu-se: a Educação a Distância e Digital está consolidada, reconhecida e praticada de forma ampla. O termo “virtual” passou a ser redundante e, por vezes, redutor — descreve o meio e não a intenção pedagógica. Ao adotarmos a denominação Modelo Pedagógico da Universidade Aberta, deslocamos o foco para o que verdadeiramente nos distingue: uma identidade pedagógica própria, orientada a competências, centrada no estudante e sustentada por evidência científica. O novo nome afirma que não precisamos de justificar a modalidade; queremos, sim, marcar posição no campo pedagógico, com uma proposta inovadora e transformadora para os nossos estudantes. A mudança reforça, ainda, que a integração entre pedagogia e tecnologia deve assumir centralidade, num processo contínuo de apropriação pedagógica das tecnologias mais inovadoras e disruptivas. O Modelo Pedagógico da Universidade Aberta mantém os seus fundamentos estruturantes — centralidade no estudante, flexibilidade, inclusão e acessibilidade, interação e interatividade —, que definem a sua identidade pedagógica. A estes fundamentos, acrescenta-se um conjunto de orientações que traduzem a evolução do modelo e a sua resposta aos desafios atuais: avaliação autêntica, personalização da aprendizagem, apoio à autorregulação, integração responsável da Inteligência Artificial, desenho inclusivo e reforço das aprendizagens ativas, com o objetivo de produzir impacto real no percurso dos estudantes. O modelo reforça, ainda, a necessidade de desenvolver as áreas de competência essenciais que caracterizam o perfil do estudante da Universidade Aberta numa era de Inteligência Artificial: Pensamento Crítico, Criatividade e Inovação, Colaboração, e Comunicação. Em suma, deixamos de enfatizar o virtual para enfatizar o pedagógico. Modelo Pedagógico da Universidade Aberta é a designação que melhor traduz a maturidade da instituição e o compromisso com uma pedagogia inovadora, transformadora e distintiva.
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2024
    Publication . Caeiro, Sandra; Negas, Mário Carrilho; Alves, Carlos Duarte; Fonseca, Sónia
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2023
    Publication . Caeiro, Sandra; Negas, Mário Carrilho; Alves, Carlos Duarte; Fonseca, Sónia
  • Estudo sobre o nível de competências digitais dos docentes da Universidade Aberta, Portugal
    Publication . Moreira, J. António; Nunes, Catarina S.
    Assumindo que o reforço das competências digitais dos docentes do Ensino Superior é uma prioridade política e social no espaço europeu, que ganhou ainda maior relevância com o surgimento da inteligência artificial generativa, desenvolveu-se o presente estudo que visa avaliar o nível de competência digital dos professores da Universidade Aberta de Portugal, identificando as áreas de competência com maiores fragilidades e, a partir desse diagnóstico, apontar possíveis respostas formativas em função do nível alcançado.
  • Estudo sobre o Nível de Competências Digitais dos Docentes da CESPU - Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, CRL
    Publication . Moreira, J. António; Lemos, Cátia; Valente, Sónia; Nunes, Catarina S.
    O reforço das competências digitais dos docentes do Ensino Superior é uma prioridade política e social no espaço europeu, e em particular em Portugal, que ganhou ainda maior relevância durante o último ano, fortemente marcado pelo desenvolvimento das tecnologias inteligentes criativas de Inteligência Artificial. Neste sentido Portugal tem lançado uma série de iniciativas, como o Plano de Ação para a Transição Digital (Resolução do Conselho de Ministros n.º 30/2020, 2020) e o “Skills for Pós-COVID Competências para o Futuro no Ensino Superior”, promovida pela Direção-Geral do Ensino Superior, que procuram reforçar essas competências. E foi no âmbito desta última iniciativa que a Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário, CRL CESPU, decidiu realizar um estudo para, por um lado, avaliar as competências digitais dos seus professores, e, por outro, avaliar as necessidades de formação de cada uma das suas unidades orgânicas. Esta avaliação baseou-se num questionário desenvolvido pelo EU Science Hub (Serviço de Ciência e Conhecimento da Comissão Europeia), cuja componente principal se baseia numa ferramenta de autorreflexão -DigCompEdu CheckIn desenvolvida com base no Quadro Europeu de Competência Digital para Educadores (DigCompEdu), que permitiu responder às finalidades solicitadas, especificamente, identificar: (i) níveis de proficiência e pontuações médias globais dos docentes, (ii) níveis de proficiência por áreas de competência digital, e (iii) níveis de proficiência por faixa etária, género, tempo de lecionação, tempo de utilização de tecnologias digitais e ambientes virtuais e unidade orgânica, sendo que este questionário foi traduzido e validado para a população portuguesa por Dias-Trindade, Moreira e Nunes (2019).
  • Estudar na Universidade Aberta: perfis, experiências e percursos d@s licenciad@s (2011-2020)
    Publication . Abrantes, Pedro; Silva, Ana Paula; Bäckström, Bárbara; Neves, Claudia; Falé, Isabel; Jacquinet, Marc; Ramos, Maria do Rosário; Magano, Olga; Henriques, Susana
    A presente publicação sistematiza os resultados obtidos em sucessivas edições do questionário aos licenciados da Universidade Aberta, abrangendo: os perfis sociodemográficos; as motivações, condições de estudo e resultados académicos; o grau de satisfação e balanço de competências; os impactos da licenciatura na vida profissional; e, por fim, os percursos académicos e projetos de futuro após a licenciatura. A análise agregada das três edições do questionário, levadas a cabo em 2015, 2018 e 2020, permite assim abarcar amostras representativas dos licenciados na instituição entre 2011 e 2018, sendo possível constatar muitos aspetos comuns e que constituem marcas da instituição, assim como algumas variações entre áreas de estudo e evoluções ao longo da última década.
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2022
    Publication . Cardoso, João Luís; Negas, Mário Carrilho; Alves, Carlos Duarte; Fonseca, Sónia
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2019
    Publication . Cardoso, João Luís; Costa, Fernando Pestana da; Alves, Carlos Duarte; Pimentel, Carmen; Fonseca, Sónia
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2018
    Publication . Alves, Carlos Duarte; Pimentel, Carmen; Fonseca, Sónia; Caetano, Fernando J. P.; Marcos, Adérito
  • Relatório de Atividades do Conselho Científico: 2017
    Publication . Alves, Carlos Duarte; Pimentel, Carmen; Fonseca, Sónia; Caetano, Fernando J. P.; Marcos, Adérito