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Repositório Institucional da Universidade Aberta
Entradas recentes
Pinto, J. N. (2021). Hegemonia: 7 duelos pelo poder global. Crítica. Lisboa. 464 pp.
Publication . Machado, Bruno André Rodrigues
Entretien avec Fabrice d'Almeida, historien français et président du Département des Sciences de l'Information et de la Communication de l’Université Paris-Panthéon-Assas
Publication . Carminati, Celso João
Fabrice d'Almeida est historien, professeur à l’Université Paris Panthéon-Assas et spécialiste de l’histoire contemporaine, de l’histoire des médias et des cultures politiques. Ses recherches portent notamment sur les mécanismes de la propagande, la communication politique, les imaginaires sociaux et les dynamiques de la mondialisation médiatique. Auteur d’une œuvre abondante et reconnue à l’échelle internationale, il contribue à une compréhension critique des relations entre pouvoir, information et construction de la mémoire dans les sociétés contemporaines.
Hidrodiplomacia e hidro-hegemonia chinesa no rio Mekong
Publication . Simões, João
O presente trabalho procura analisar as dinâmicas geopolíticas e hidropolíticas em torno do rio Mekong, centrando-se particularmente no papel da China como potência hidro-hegemónica. A investigação examina o impacto dos projetos de infraestruturas chineses, como a construção de barragens, na governação do rio e nas relações regionais, particularmente no condicionamento do fluxo de água para o Laos, Camboja e Vietname, quer através de iniciativas hidrodiplomáticas como o Fórum de Cooperação Lancang-Mekong e a Iniciativa da Sub-Região do Grande Mekong. Adicionalmente, o estudo ressalta ainda as consequências ambientais, económicas e políticas destes desenvolvimentos, com especial destaque para os impactos negativos nas comunidades locais e nos ecossistemas.
O lugar da arte entre os povos indígenas que reexistem e resistem contracolonialmente
Publication . Santos, Carlos José Ferreira
Neste texto tratarei particularmente do lugar da arte entre alguns dos Povos Originários como resistência e reexistência contracolonial. A ideia também é ponderar sobre a própria palavra «arte» em se tratando dos Povos Indígenas como intrínseca ao cotidiano manejar/fazer/vivenciar como parte da natureza e suas espiritualidades. Por fim, ponderarei sobre a relação do olhar sobre «nossa arte» com os mais de 500 anos do início das invasões europeias, dos constantes etnogenocídio, implantação do colonial capitalismo e da secular reexistência.
A construção do modelo de análise
Publication . Silva, Ana Isabel Mateus da; Esteves, Denise; Cipriano, António Pedro; Sousa, Fátima de; Paixão, Cláudia; Mota, António
O modelo de análise constitui uma etapa fundamental da investigação em Ciências Sociais, permitindo estabelecer a ligação entre o enquadramento teórico e a realidade empírica. A sua construção envolve a definição e operacionalização de conceitos, a formulação de hipóteses, a identificação de variáveis e a escolha de indicadores e escalas de mensuração.
O Vídeo aborda ainda as principais limitações da investigação social, nomeadamente a complexidade e subjetividade dos fenómenos sociais e as dificuldades inerentes à sua mensuração. Neste contexto, destaca-se a importância da complementaridade entre métodos quantitativos e qualitativos e da triangulação metodológica. Por fim, são salientados os princípios éticos fundamentais da investigação científica, como o consentimento informado, a confidencialidade, o anonimato, a honestidade científica e a reflexividade do investigador.
