Percorrer por autor "Rocha, Jorge"
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- Análise da inundação em zonas urbanas expostas ao aumento do nível do mar em Portugal ContinentalPublication . Silva, Andreia Alves; Trindade, Jorge; Rocha, Jorge; Rocha, JorgeNeste trabalho foi caracterizada a exposição das comunidades urbanas em Portugal continental à subida do nível do mar. A metodologia consistiu na determinação do nível máximo da água durante tempestades prevista para cada uma das células sedimentares da costa portuguesa, e complementarmente, a evolução do tecido urbano. Os resultados obtidos indicam que, em 2100, 86 km² sejam diretamente afetados por inundações costeiras, dos quais cerca de 1/3 possam ser áreas urbanizadas.
- Avaliação do perigo de inundação de áreas urbanas expostas à subida do nível do mar em Portugal continentalPublication . Silva, Andreia Alves da; Trindade, Jorge; Rocha, JorgeA ocupação antrópica no litoral português sofreu uma mudança de paradigma no século XX. Um espaço outrora temido pela população, apenas frequentado sazonalmente por comunidades piscatórias, tornouse atrativo para a fixação de residentes (Gaspar de Freitas, 2007). Até à atualidade, têm-se registado variações populacionais positivas nas NUTS III que abrangem o litoral, contando com 82,5 % da população residente em Portugal, em 2021 (INE., 2023). A perspetiva de crescimento urbano no litoral, conjugada com um contexto de mudança climática, num país com 980 km de fronteira com o oceano (no território continental), exacerba as necessidades de salvaguarda da população que se expõe a fenómenos como a subida do nível do mar (SNM) e erosão costeira. Em Portugal, as taxas de erosão costeira são, em algumas áreas, >8 m/ano (Ponte Lira et al., 2016), e quanto à SNM, prevê-se que se mantenha até 2100, ano em que, caso se verifique o cenário Representative Concentration Pathway (RCP) 8.5, a sobreelevação do nível do mar atinja 80 cm em Portugal continental (NASA/IPCC). Tais fenómenos, acrescidos da ocorrência de eventos destrutivos (e.g.: tempestade Hercules), exacerbam a necessidade de gestão resiliente da orla costeira. Este trabalho pretende avaliar e mapear a exposição das comunidades urbanas face à SNM, em Portugal continental. Estabeleceu-se, primeiramente, uma metodologia de determinação da altura da coluna de água prevista baseada nos cenários RCP 2.6, 4.5 e 8.5, para os anos de 2040, 2070 e 2100, com informações sobre: a maré, a sobrelevação do nível do mar de origem meteorológica, o espraio de onda e, a SNM. Complementarmente, e baseado nos declives, distância às vias e ao tecido urbano, e nas dinâmicas passadas de uso do solo, projetou-se, com recurso a algoritmos de machine learning, a evolução do tecido urbano. Por fim, combinando os resultados, desenvolveram-se perfis municipais de exposição à SNM. Os resultados obtidos indicam que, em 2040, cerca de 65 km² sejam diretamente afetados por inundações costeiras, dos quais mais de 1/5 sejam áreas urbanas. Como possíveis soluções, apresenta-se medidas preventivas de mitigação dos riscos, como a definição de áreas críticas de construção urbana, e planeamento a longo-termo de relocalização antrópica.
- Avaliação do perigo de inundação de áreas urbanas expostas à subida do nível do mar em Portugal continentalPublication . Silva, Andréia; Trindade, Jorge; Rocha, JorgeA ocupação antrópica no litoral português sofreu uma mudança de paradigma no século XX. Um espaço outrora temido pela população, apenas frequentado sazonalmente por comunidades piscatórias, tornouse atrativo para a fixação de residentes (Gaspar de Freitas, 2007). Até à atualidade, têm-se registado variações populacionais positivas nas NUTS III que abrangem o litoral, contando com 82,5 % da população residente em Portugal, em 2021 (INE., 2023). A perspetiva de crescimento urbano no litoral, conjugada com um contexto de mudança climática, num país com 980 km de fronteira com o oceano (no território continental), exacerba as necessidades de salvaguarda da população que se expõe a fenómenos como a subida do nível do mar (SNM) e erosão costeira. Em Portugal, as taxas de erosão costeira são, em algumas áreas, >8 m/ano (Ponte Lira et al., 2016), e quanto à SNM, prevê-se que se mantenha até 2100, ano em que, caso se verifique o cenário Representative Concentration Pathway (RCP) 8.5, a sobreelevação do nível do mar atinja 80 cm em Portugal continental (NASA/IPCC). Tais fenómenos, acrescidos da ocorrência de eventos destrutivos (e.g.: tempestade Hercules), exacerbam a necessidade de gestão resiliente da orla costeira. Este trabalho pretende avaliar e mapear a exposição das comunidades urbanas face à SNM, em Portugal continental. Estabeleceu-se, primeiramente, uma metodologia de determinação da altura da coluna de água prevista baseada nos cenários RCP 2.6, 4.5 e 8.5, para os anos de 2040, 2070 e 2100, com informações sobre: a maré, a sobrelevação do nível do mar de origem meteorológica, o espraio de onda e, a SNM. Complementarmente, e baseado nos declives, distância às vias e ao tecido urbano, e nas dinâmicas passadas de uso do solo, projetou-se, com recurso a algoritmos de machine learning, a evolução do tecido urbano. Por fim, combinando os resultados, desenvolveram-se perfis municipais de exposição à SNM. Os resultados obtidos indicam que, em 2040, cerca de 65 km² sejam diretamente afetados por inundações costeiras, dos quais mais de 1/5 sejam áreas urbanas. Como possíveis soluções, apresenta-se medidas preventivas de mitigação dos riscos, como a definição de áreas críticas de construção urbana, e planeamento a longo-termo de relocalização antrópica.
- Avaliação do perigo e da exposição à subida do nível do mar em Portugal ContinentalPublication . Silva, Andreia Alves da; Trindade, Jorge; Rocha, JorgeO aumento do nível do mar representa um desafio crescente para as zonas costeiras portuguesas. Este estudo avaliou a exposição das áreas urbanas do território continental português a diferentes cenários de subida do nível do mar (SNM) para os horizontes temporais de 2040, 2070 e 2100, com base no cálculo do Total Water Level, que integra maré astronómica, tempestades, runup, e projeções de SNM (RCP 2.6, 4.5 e 8.5). Os resultados indicam que 23% das áreas costeiras perigosas já são urbanas, podendo atingir 30% até 2100. Foram identificados 12 municípios prioritários para adaptação, evidenciando a urgência de políticas públicas integradas de gestão costeira sustentável.
- Contributions to the geometric and ergodic theory of conservative flowsPublication . Bessa, Mário; Rocha, JorgeWe prove the following dichotomy for vector fields in a C1-residual subset of volume-preserving flows: for Lebesgue-almost every point, either all of its Lyapunov exponents are equal to zero or its orbit has a dominated splitting. Moreover, we prove that a volume-preserving and C1-stably ergodic flow can be C1-approximated by another volume-preserving flow which is non-uniformly hyperbolic.
- Delimitação de distritos de solos em Portugal ContinentalPublication . Conceição, Mariana; Batista, Gonçalo Marques ; Garcia, R. A. C.; Oliveira, Sérgio; André Trindade; Viana, Cláudia M. ; Rocha, JorgeA Diretiva de Monitorização do Solo da UE promove a gestão sustentável do solo nos Estados-Membros, propondo Unidades de Solo (US) dentro de Distritos de Solo para monitorização/governação eficazes. A heterogeneidade do solo é abordada com técnicas avançadas, incluindo machine learning, geoestatística e SIG. A metodologia avalia a qualidade do solo utilizando dados climatológicos, do uso/tipo do solo e propriedades do solo, para delinear US. A harmonização dos sistemas de monitorização e a criação de um observatório do solo aumentam a fiabilidade dos dados. O projeto nacional, financiado pela FCT, destaca o envolvimento das partes interessadas e a sustentabilidade agrícola.
- Denseness of ergodicity for a class of volume-preserving flowsPublication . Bessa, Mário; Rocha, JorgeWe consider the class of C1 partially hyperbolic volume-preserving flows with one-dimensional central direction endowed with the C 1 -Whitney topology. We prove that, within this class, any flow can be approximated by an ergodic C2 volume-preserving flow and so, as a consequence, ergodicity is dense.
- Estabilidade de hamiltonianosPublication . Bessa, Mário; Rocha, Jorge; Torres, Maria JoanaNesta breve nota considera-se o contexto dos sistemas Hamiltonianos, definidos numa variedade simplética M de dimensão 2d (d >= 2). Prova-se que um sistema Hamiltoniano estrela é Anosov. Como consequência obtém-se a prova da conjetura da estabilidade para Hamiltonianos. Prova-se ainda que um sistema Hamiltoniano H é Anosov se qualquer das seguintes afirmações se verifica: H é robustamente topologicamente estável; H é estavelmente sombreável; H é estavelmente expansivo; e H possui a propriedade de especificação fraca estável. Além disso, para um Hamiltoniano C2-genérico, a união das hipersuperfícies de energia regulares parcialmente hiperbólicas e das órbitas fechadas elípticas, forma um subconjunto denso de M. Como consequência, qualquer hipersuperfície de energia regular robustamente transitiva de um Hamiltoniano C2 é parcialmente hiperbólica. Por fim, as hipersuperfícies de energia regulares estavelmente fracamente sombreáveis são parcialmente hiperbólicas.
- Generic hamiltonian dynamicsPublication . Bessa, Mário; Ferreira, Célia; Rocha, Jorge; Varandas, PauloIn this paper we contribute to the generic theory of Hamiltonians by proving that there is a C2-residual R in the set of C2 Hamiltonians on a closed symplectic manifold M, such that, for any H ∈ R, there is a full measure subset of energies e in H(M) such that the Hamiltonian level (H, e) is topologically mixing; moreover these level sets are homoclinic classes.
- Homoclinic tangencies versus uniform hyperbolicity for conservative 3-flowsPublication . Bessa, Mário; Rocha, JorgeWe prove that a volume-preserving three-dimensional flow can be C 1 -approximated by a volume-preserving Anosov flow or else by another volume-preserving flow exhibiting a homoclinic tangency. This proves the conjecture of Palis for conservative 3-flows and with respect to the C1-topology.
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