Ciências da Educação | Relatórios/Documentos de trabalho / Reports/Working papers
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Percorrer Ciências da Educação | Relatórios/Documentos de trabalho / Reports/Working papers por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "10:Reduzir as Desigualdades"
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- AquiMeEncontro e confundo com gente de todo o mundo. Relatório qualitativoPublication . Mouraz, Ana; Almeida, Ana Patrícia; Nobre, Ana; Caetano, Anabela Santos; Bäckström, Bárbara; Nunes, Catarina S.; Seabra, Filipa; Sousa, Lúcio; Pinto, Maribel; Abelha, Marta; Magano, Olga; Abrantes, Pedro; Matos, Ana Beatriz; Borges, Irina; Neves, Claudia; Mouraz, Ana; Borges, IrinaO relatório dá conta da análise qualitativa de um estudo que versou as práticas de integração de estudantes imigrantes que as Escolas públicas portuguesas foram capazes de pôr em prática. Pretende ainda contribuir para o conhecimento e o reforço dos instrumentos orientados para o acolhimento e a integração de migrantes e refugiados, operacionalizados através de iniciativas no âmbito da formação e educação.
- AquiMeEncontro e confundo com gente de todo o Mundo. Relatório quantitativoPublication . Mouraz, Ana; Almeida, Ana Patrícia; Nobre, Ana; Caetano, Anabela Santos; Bäckström, Bárbara; Nunes, Catarina S.; Neves, Claudia; Seabra, Filipa; Sousa, Lúcio; Pinto, Maribel; Abelha, Marta; Magano, Olga; Abrantes, Pedro; Matos, Ana Beatriz; Borges, Irina; Gomes, Ntebatsa; Neves, Ana Filipa; Mouraz, AnaO relatório dá conta de dois estudos que contribuem para a análise das medidas políticas de integração de estudantes internacionais no sistema educativo português, vista a partir das práticas de integração que as Escolas públicas portuguesas foram capazes de pôr em prática. Pretende ainda contribuir para o conhecimento e o reforço dos instrumentos orientados para o acolhimento e a int egração de migrantes e refugiados, operacionalizados através de iniciativas no âmbito da formação e educação
- AquiMeEncontro: international pupils at basic and secondary portuguese education systemPublication . Mouraz, Ana; Almeida, Ana Patrícia; Borges, IrinaExecutive Summary. Problem: O papel das escolas na integração de imigrantes Main research findings: Em média, 14% dos alunos dos Agrupamentos de Escolas (AE) portugueses são de origem internacional. Se há AE onde essa presença fica diluída nas turmas, há escola cuja população estudantil ultrapassa os 40%. Como é que as Escolas lidam com tamanha diversidade? O projeto AquiMeEncontro quis inventariar as práticas pedagógicas implementadas pelas escolas públicas portuguesas para promover a integração de alunos internacionais e depois analisar com mais detalhe algumas dessas práticas para entender o seu potencial transformador. Das 126 respostas recebidas dos AE, constata-se que 86% das práticas de acolhimento se concentram no currículo informal e que apenas 72% apresentam um carácter sistémico. Também se constatou que todos as Direções dos AE estão sensibilizadas para a temática, 92% dizem monitorizar a eficiência das atividades desenvolvidas, mas apenas 69% organizaram formação para os seus professores e apenas 56% articula os seus esforços com outras entidades. Adicionalmente, os 13 estudos de caso realizados evidenciam a diversidade de abordagens, sobretudo de carácter curricular, socioemocional e intercultural, fazendo emergir uma ética do cuidado que justificam o seu sucesso. Key policy alternatives/recommendations: As recomendações vão no sentido de serem sustentáveis, integradas e capazes de assegurar a transformação de políticas nos seus diferentes níveis de aplicação (macro, meso e micro) de que é exemplo o pacote de sustentabilidade. Recipient: Ministério da Educação, Ciência e Inovação | Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social | Autarquias | Comissões Intermunicipais|Agrupamentos de Escolas e Escolas não Agrupadas.
- Comunidades que cuidam: questionário a jovens. Açores, Portugal. RelatórioPublication . Henriques, Susana; Rabelo, RachelNo âmbito do projeto de investigação Frontline Politeia - Take prevention science training to the substance use and crime prevention frontline, cofinanciado pela Comissão Europeia , o CTCYS foi aplicado paralelamente nos países que já tinham essa prática e nos países onde foram diagnosticadas carências de dados sistematizados de suporte à decisão e à intervenção preventiva. Portugal integra-se neste segundo grupo de países onde o questionário foi aplicado com o objetivo de auxiliar no diagnóstico e apoiar a atuação nas comunidades selecionadas. O CTCYS foi originalmente concebido para ser aplicado a adolescentes e jovens com idades compreendidas entre os 11 e os 18 anos, permitindo, assim, a avaliação dos níveis de exposição aos fatores de risco e aos fatores de proteção em idades diferentes. Orientando, deste modo, as intervenções preventivas de modo adequado. Para aplicação do instrumento em Portugal, foi necessário realizar as etapas de tradução e adaptação do questionário. Começamos por realizar uma tradução especializada com adaptação cultural. Esta etapa foi validada através de um pré-teste cognitivo, que consistiu na validação por especialistas em focus group. Seguiu-se um pré-teste piloto do instrumento, validando também os procedimentos de aplicação em sala de aula. Daqui resultou a validação da confiabilidade do instrumento, da validade das escalas, bem como da adaptação cultural e de linguagem dos itens do questionário. No final de todo este processo, ficamos com a versão final para aplicação . Neste processo foi decidido aplicar o questionário online aos alunos a frequentar o terceiro ciclo do ensino básico e o ensino secundário. O questionário CTCYS foi aplicado na Região Autónoma dos Açores (RAA) aos alunos a frequentar entre o terceiro ciclo do ensino básico e o ensino secundário, no período compreendido entre março e maio de 2023. Daqui resultaram 1.218 respostas completas.
- Experiências e trajetórias dos mestres e doutores da Universidade Aberta (2011- 2020)Publication . Abrantes, Pedro; Carvalho, Alda; Silva, Ana Paula; Bäckström, Bárbara; Seabra, Filipa; Falé, Isabel; Jacquinet, Marc; Ramos, Maria do Rosário; Magano, OlgaO presente relatório apresenta os primeiros resultados do inquérito aos mestres e doutorados da Universidade Aberta, com base no questionário aplicado entre março e abril de 2023, abrangendo os diplomados do 2.º e 3.º ciclos, entre 2011 e 2020. Foram obtidas 431 respostas, de um universo de 1375 graduados, o que corresponde a 31% dos mestres e 44% dos doutorados. Desta forma, o Observatório dos Percursos Profissionais e de Vida dos Diplomados da Universidade Aberta alarga o seu campo de análise, até ao momento centrado nas experiências e trajetórias dos licenciados da instituição, acompanhando também a estratégia da instituição para ampliar e consolidar a sua oferta pedagógica ao nível dos mestrados e doutoramentos.
- Percursos profissionais e de vida dos licenciados da UAbPublication . Abrantes, Pedro; Silva, Ana Paula; Bäckström, Bárbara; Neves, Claudia; Falé, Isabel; Jacquinet, Marc; Ramos, Maria do Rosário; Magano, Olga; Henriques, Susana
- Percursos profissionais e de vida dos licenciados da UAbPublication . Abrantes, Pedro; Carvalho, Alda; Silva, Ana Paula; Bäckström, Bárbara; Seabra, Filipa; Falé, Isabel; Jacquinet, Marc; Ramos, Maria do Rosário; Magano, OlgaO presente relatório apresenta os primeiros resultados da 4.ª edição do questionário aos licenciados da Universidade Aberta, aplicado em 2023 e referente à coorte que concluiu este grau de ensino entre 2019 e 2021. Todos os graduados de licenciaturas na instituição foram convidados a responder, num total de 1310 diplomados, distribuídos por 12 ofertas formativas, tendo-se obtido 490 respostas, o que corresponde a uma taxa de resposta de 35,9%. Relativamente ao perfil sociodemográfico, constatamos uma ligeira prevalência do sexo feminino (53%), que se acentua nas faixas etárias mais jovens, ainda que seja muito variável entre cursos. A idade desta população é muito heterogénea, embora exista alguma concentração numa fase intermédia da vida ativa, com ingresso na licenciatura na faixa dos 35-45 e conclusão entre os 40 e os 50 anos. A larga maioria residia em Portugal (93%), com alguma concentração na Área Metropolitana de Lisboa (38%), ainda que existam contingentes significativos em todas as regiões do território nacional. Entre os restantes (em parte, provenientes de Portugal), destacam-se a Suíça, o Reino Unido, o Luxemburgo e Angola como países de residência. Em termos educativos, 77% apresentavam o ensino secundário com habilitação literária, enquanto 12% possuíam já um título de ensino superior (maioritariamente de outra instituição). Uma proporção considerável (36%) já havia frequentado o ensino superior sem ter obtido qualquer grau.
