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- O breve século XX : era de extremos ou de retrocesso?Publication . Caeiro, Domingos
- eLearning no ensino superior português : perspetivas de líderes académicos e pedagógicosPublication . Dias, Paulo; Caeiro, Domingos; Aires, Luísa; Moreira, Darlinda; Goulão, Fátima; Henriques, Susana; Moreira, J. António; Nunes, Catarina S.O Capítulo 1, da autoria de Paulo Dias, Domingos Caeiro, Luísa Aires, Darlinda Moreira, Fátima Goulão, Susana Henriques, J. António Moreira e Catarina Nunes apresenta o resultado de um estudo desenvolvido no âmbito do Observatório da Qualidade para a Educação a Distância e eLearning, cujo objetivo prioritário consistiu em conhecer os significados e sentidos atribuídos ao eLearning por atores responsáveis por processos de decisão e coordenação pedagógica nas IES presenciais.
- Fabricar a inovação na educação superior: estratégias para a educação a distância em PortugalPublication . Caeiro, Domingos; Moreira, J. AntónioA aprendizagem aberta e em rede emerge como um dos grandes desafios educativos do presente século. No entanto, este desafio exige pensamento e estratégias orientados não só para a sustentabilidade das instituições que a promovem e para a qualidade da sua oferta educativa, como também para a definição de políticas que, sensíveis às profundas assimetrias sociais e educativas existentes, integrem a Educação a Distância (EaD) no quadro de uma pedagogia pública, de uma democracia participativa. Assim, o presente artigo contém algumas ideias basilares para a promoção de um debate sobre a EaD na Educação Superior, analisando possíveis estratégias e medidas que urge definir para este subsistema educativo.
- Atas I Seminário Internacional Comunidades Digitais em Rede (CODIRE) - Resumos alargadosPublication . Costa, Adelaide Millán; Barros, Daniela Melaré Vieira; Caeiro, Domingos; Caetano, João Relvão; Moreira, J. António; Negas, Mário Carrilho; Henriques, SusanaO presente Livro de Atas integra textos referentes a comunicações realizados no âmbito do I Seminário Internacional de Comunidades Digitais em Rede – I CODIRE. Este encontro científico online organizado pela Universidade Aberta, teve o apoio da Unidade Móvel de Centro Locais de Aprendizagem e dos Serviços de Documentação da Universidade Aberta. O seminário teve lugar na Plataforma Moodle da Universidade Aberta, entre os dias 22 e 24 de outubro/2018. Esta publicação foi pensada em formato web de forma a proporcionar uma maior visibilidade e acessibilidade aos conteúdos científicos abordados pelos participantes do seminário, oriundos de vários países tanto europeus como americanos. Os artigos foram realizados em dois idiomas: o português e o castelhano.
- I Seminário Internacional Comunidades Digitais em Rede [CODIRE]: ebook multimédiaPublication . Costa, Adelaide Millán; Barros, Daniela Melaré Vieira; Caeiro, Domingos; Caetano, João Relvão; Moreira, J. António; Negas, Mário Carrilho; Henriques, Susana
- Problemas sociais contemporâneosPublication . Carmo, Hermano; Pinto, Carla; Caeiro, Domingos; Amaro, Fausto; Oliveira, José Reis; Albuquerque, Rosana; Caeiro, Sandra; António, Stella; Carvalho, Teresa
- Educação, formação e transformação digital em estabelecimentos prisionaisPublication . Moreira, J. António; Caeiro, Domingos; Trindade, Sara DiasA educação é um direito universal e desempenha um papel crucial no desenvolvimento humano, ajudando o indivíduo a construir a sua personalidade e o seu carácter. Mesmo em situação de reclusão, e tendo em consideração as Recomendações do Conselho da Europa referentes à Educação nas Prisões e as Regras das prisões europeias, os cidadãos possuem os mesmos direitos no acesso à educação. Partindo, pois, destes pressupostos, nesta obra apresentam-se um conjunto de textos de autores de várias nacionalidades que indagam e exploram a importância do desenvolvimento dos processos educacionais em contexto de reclusão, especificamente no que diz respeito à utilização de tecnologias e plataformas digitais.
- Educação digital em rede: princípios para o design pedagógico em tempos de pandemiaPublication . Moreira, J. António; Henriques, Susana; Barros, Daniela Melaré Vieira; Goulão, Fátima; Caeiro, DomingosO processo de globalização da economia e da comunicação, a evolução das tecnologias e de uma consciência de mundialização em rede têm provocado mudanças acentuadas na sociedade, impulsionando o nascimento de novos paradigmas, modelos, processos de comunicação educacional e novos cenários de ensino e de aprendizagem digital. Mas ninguém, nem mesmo os professores que já adotavam ambientes online nas suas práticas, imaginavam que que seria necessária uma mudança tão rápida e emergencial, de forma quase obrigatória, devido à expansão do COVID 19. Com efeito, a suspensão das atividades letivas presenciais, um pouco por todo o mundo, gerou a obrigatoriedade dos professores e estudantes migrarem para a realidade online, transferindo e transpondo metodologias e práticas pedagógicas típicas dos territórios físicos de aprendizagem, naquilo que tem sido designado por ensino remoto de emergência. No entanto, na maioria dos casos, estas tecnologias foram e estão a ser utilizadas numa perspetiva meramente instrumental, reduzindo as metodologias e as práticas a um ensino apenas transmissivo. É, pois, urgente e necessário transitar deste ensino remoto de emergência, importante numa primeira fase, para uma educação digital em rede de qualidade. Mas como proceder então para realizar esta transição? Como se deve desenhar um ambiente online de aprendizagem? Como devem ser organizadas e planificadas as aulas online? Como se deve comunicar de forma assíncrona e síncrona com o grupo que agora se transformou numa comunidade virtual? Como desenvolver práticas pedagógicas online na realidade digital, sem momentos de presencialidade física? Que tecnologias e plataformas podem ser utilizadas para enriquecer o ambiente de aprendizagem? Como devem ser criadas e desenvolvidas atividades online de aprendizagem? E como se deve avaliar os estudantes nestes cenários virtuais? É a este conjunto de questões que se pretende responder, sendo apresentados nesta obra os princípios básicos para o design de um ambiente online, quer a nível da sua organização e seleção de recursos, quer a nível da preparação e avaliação de e-atividades de aprendizagem.
- E aos centos, em multidão... com os olhos postos numa felicidade : a visibilidade da emigração na imprensa, 1890-1920Publication . Caeiro, Domingos; Rocha-Trindade, Maria BeatrizAbrangendo todo o século XIX e primeiro terço do XX, a pesquisa abarcou um período que levanta particulares dificuldades a uma visão de conjunto e a um conhecimento rigoroso da massa dos nossos jornais e em que, ao mesmo tempo, estes passam a desempenhar uma relevante função social, constituindo uma fonte histórica de primeira importância. Desta forma, representando a imprensa, neste período, uma função crucial de ligação entre a tribuna e a rua, de informação e de comunicação, afigurou-se-nos, não é de mais repeti-lo, que a intelecção do tema da “visibilidade da emigração portuguesa na imprensa periódica”, no período atrás definido, passava irremediavelmente, por um levantamento, tão exaustivo quanto possível, da imprensa periódica com dimensão nacional, porque todo esse universo de notícias desvenda um panorama do fenómeno migratório e da forma como este foi vivenciado e debatido em certos sectores. Portugal esteve longe de ser um caso isolado na engrenagem dos fluxos migratórios europeus, e parece-nos que nem tão pouco se pode afirmar que Portugal teve um comportamento migratório distinto ou individualizado, excepção, talvez, no que diz respeito à invariabilidade do país de destino da emigração – o Brasil. Por tudo isto, tornou-se imprescindível situar o caso de Portugal no seu conjunto, à luz da historiografia internacional, e fazer um esforço de avaliação e aferição de hipóteses explícitas. A análise das características mais marcantes do movimento emigratório permitiu constatar que Portugal apresentou um comportamento emigratório semelhante ao de outros países europeus, em particular os da Europa do Sul, como a Espanha e a Itália. Destacando-se duas particularidades: • a sua quase exclusiva e constante orientação em direcção ao Brasil; • e a sua maior concentração a partir dos finais da década de oitenta de oitocentos até ao início da Primeira Grande Guerra. O Brasil, foi sem dúvida o destino preferencial da corrente emigratória portuguesa neste período. A existência de contactos frequentes a nível económico e a manutenção dos laços históricos e culturais desde a época colonial, foram importantes para a manutenção desta preferência. No que respeita à composição por sexos e idades, a emigração portuguesa participou das características básicas e essencialmente selectivas de todos os movimentos emigratórios: forte presença masculina e revelando uma maior concentração nas faixas etárias mais produtivas. Por sua vez, dada a estrutura da economia portuguesa neste período, a maioria dos emigrantes eram agricultores e jornaleiros; embora à medida que cronologicamente avançamos e se regista também um aumenta do fluxo emigratório, constata-se a presença de outros grupos socio-profissionais distintos dos de agricultor. Outra das características da emigração portuguesa na sua comparação com outros países europeus – Espanha e Itália – é a grande concentração nos anos 1911 a 1913. Outro aspecto significativo a destacar foi o facto de ter existido em Portugal uma verdadeira preocupação pela emigração, primeiro por parte de intelectuais e depois a partir de meados da primeira década de novecentos, quando a emigração começa a atingir magnitudes que chamaram a atenção dos contemporâneos, foi, então, a imprensa o espaço privilegiado para o debate. Todavia, a emigração, com excepção de uns poucos, foi considerada por intelectuais e políticos, como um mal e, sobretudo, como um sinal de decadência para Portugal. A maior intensidade do movimento emigratório teve início, precisamente, num período em que se questionavam os grandes temas da sociedade portuguesa, coincidindo também com o descrédito do regime monárquico e posteriormente com a fase de implantação do regime republicano. A Lei de 1907 (Lei dos Passaportes) não resolveu nada, a não ser mais alguns proventos para o Estado. A Lei de 1919 foi muito tardia, comparada com a legislação nesta matéria por parte de outros países europeus, e o seu carácter tutelar não fez mais do que reflectir a preocupação restritiva que esteve sempre presente em toda a legislação portuguesa até aí publicada, isto é, tentar evitar as saídas clandestinas e os abusos. Com o objectivo de pretender analisar o comportamento específico da emigração portuguesa na sua vertente cronológica, tentou-se explorar as possíveis conexões entre determinadas variáveis macro-económicas e a emigração. Neste âmbito, prestou-se alguma atenção ao fenómeno da crise agrária “finisecular”, bem como o seu impacto na sociedade rural. Da análise realizada pode-se concluir que a relação entre a emigração e os indicadores da economia portuguesa neste período, em particular os indicadores do crescimento do produto agrícola e os níveis de produtividade agrícola nalgumas culturas, assim como os níveis de produtividade de mão-de-obra, mostra-se ambígua, nomeadamente em relação às suas flutuações, em especial nas últimas décadas do século XIX. No século XX, até à Primeira Grande Guerra, a aceleração da emigração portuguesa é paralela à dos indicadores da actividade económica. No entanto, a variável que demonstra ter uma maior incidência nas flutuações da emigração é a protecção á agricultura portuguesa (proteccionismo cerealífero) desde os finais do século XIX, revelando-se um poderoso travão a um maior crescimento da emigração. Como não podia deixar de ser, tentou-se mostrar que a conjunção dos factores internos e externos marcaram também o curso da emigração. Pode-se afirmar que os indicadores gerais da economia portuguesa em certos períodos tiveram um papel quase secundário face à procura e às solicitações, bem como á agressividade da política imigratória brasileira, que pareceram ser mais poderosas e desempenharam neste âmbito um papel importante. Em suma, os factores de atracção mostraram também uma grande influência, a par das características específicas da economia portuguesa, porém, dentro destas últimas, provavelmente, poder-se-á afirmar que se não tivesse existido, nesta época, semelhante nível de protecção à agricultura, a emigração portuguesa teria sido ainda maior. No fundo, pode-se arriscar a dizer que, nessa altura, tinham emigrado os antepassados daqueles que acabariam por fazê-lo nos anos sessenta do século XX.
- Projeto de desenvolvimento da rede dos Centros Locais de Aprendizagem da Universidade Aberta, 2016-2022Publication . Caeiro, Domingos; Moreira, J. António; Henriques, Susana
