História, Arqueologia e Património / History, Archaeology and Heritage
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Percorrer História, Arqueologia e Património / History, Archaeology and Heritage por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "11:Cidades e Comunidades Sustentáveis"
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- O Antropocénico: perceção acerca da influência das oscilações climáticas com base no estudo de caso de uma microcredencial TIA (Tourism International Academy) da Universidade AbertaPublication . Pereira, Olegário Nelson Azevedo; Bastos, Rosário; Mendes, João Ribeiro; Mendes, Maria do Carmo; Leão, Isabel Ponce de; Mendes, Rui PaesA questão do Antropocénicono coloca-se com especial acuidade a partir do momento em que as chamadas “alterações” climáticas surgem a pari passu nas abordagens da Academia, dos media, nas redes sociais, e/ou nas conversas da população em geral. Com mais ou menos equívocos, todos acabamos por ter ideias sobre o tema das alterações climáticas, embora o conceito de Antropocénico não esteja ainda muito divulgado e, mais relevante, cientificamente aceite pelo órgão competente, a saber, a Comissão Internacional de Estratigrafia (subcomissão da União Internacional das Ciências Geológicas), a qual assume como a última era geológica, consensualmente definida, o Holocénico, no final da qual surge o Homo sapiens. Não obstante, alterações climáticas sempre existiram e quanto ao Antropocénico, alguns cientistas tendem a colocar o seu início no Neolítico, considerando que a agro-pastorícia foi a primeira atividade humana a provocar alterações antrópicas no ambiente. Mas qual a perceção que as pessoas, em Portugal, na segunda década do século XXI - e com algum nível de escolaridade - têm destas questões? A emergência de uma linha de fundos do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) criada pela união europeia, com especial enquadramento no item Tourism, International Academy, permitiu a criação na Universidade Aberta de um curso gratuito, de pequena duração (2 meses), creditado para 3 ECTs (Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos), totalmente online e assíncrono, direcionado exatamente para estas questões, numa diacronia de largo espectro e com especialistas/formadores provenientes da área da Arqueologia, História e Gestão. Intitulou-se: “As alterações climáticas, a evolução humana e o empreendedorismo no turismo histórico”. Para frequência do curso era exigido aos formandos que tivessem no mínimo o 12º ano de escolaridade e residência fiscal no território português. A adesão foi significativa de modo que está já em marcha uma reedição deste curso. Detetou-se a avidez de conhecimentos nesta área profundamente interdisciplinar e a assiduidade nos fóruns de discussão da sala de aula virtual foi assinalável independentemente da cronologia ou temáticas em análise. O perfil dos formandos é diferenciado, quer em termos etários, geográficos, académicos, como profissionais e é de enfatizar que, dos 32 inscritos, 60% concluíram o curso com sucesso. Convém, agora, escalpelizar os dados e evidenciar as principais interrogações dos formandos, como mera amostragem ad hoc das questões levantadas pela generalidade das pessoas acerca das oscilações climáticas, pedra de toque do Antropocénico.
- Apresentação [do] Café Oriental (Egípcio) – Inaugurado em 19-XII-1922. Esbôço explicativoPublication . Sales, José das Candeias; Mota, Susana; Sociedade Martins SarmentoTexto de apresentação da edição fac-similada do Esbôço Explicativo do Café Oriental, da autoria do capitão Luiz Augusto de Pina Guimarães, por ocasião do centenário da sua inauguração, promovida sob os auspícios da Sociedade Martins Sarmento, onde se enquadra a importância das notas descritivas e explicativas sobre um dos mais belos e ricos exemplos de Egiptomania em Portugal.
- Cidades do litoral e cidades do interior: um passado sem futuroPublication . Bastos, Rosário; Ferreira, Antero; Pereira, Olegário Nelson Azevedo; Salgado, Filipe; Lira, Sérgio; Dias, João Manuel Alveirinho; Ferreira, Antero; Marques, AlexandraBasta olhar para a densidade populacional cartografada num mapa atual de Portugal continental para perceber o desequilíbrio entre a sobrepopulação litoral e desertificação do interior. Este desequilíbrio torna-se dramático a vários níveis: social, cultural, ambiental e, obviamente, económico. Neste estudo apresentam-se os resultados de um projeto exploratório desenvolvido no CITCEM (Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço e Memória), através do qual se averiguou quando e onde se iniciou a litoralização do território português. Efetuou-se uma análise de longa duração consubstanciada na observação do desenvolvimento urbano e respetivo povoamento, tomando como indicadores os forais antigos outorgados pela coroa até ao reinado de D. Dinis, os chamados forais novos ou manuelinos, o primeiro censo (1856) e o de 2021. A emergência dos municípios portugueses foi o proxy eleito para proporcionar continuidade na análise. Nesta cronologia de largo espectro, fica clara a tendência de continentalização dos municípios portugueses numa primeira fase, o incremento da litoralização nos alvores do Período Moderno e a afirmação dessa concentração concelhia litorânea na contemporaneidade. Feita esta análise compete investigar as causas e consequências para, num projeto subsequente, dissecar os impactos da litoralização do país nas economias coevas e retirar da interpretação histórica os ensinamentos devidos.
- Cities in the digital age: exploring the past, present and future: introductionPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da
- Exposição "Sob o signo de Luís XIV : coleções e colecionadores franceses na Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra (1643-1715)"Publication . Universidade AbertaReportagem sobre a exposição "Sob o signo de Luís XIV : coleções e colecionadores franceses na Biblioteca do Palácio Nacional de Mafra (1643-1715)" apresentada pelo Professor Tiago Miranda da Universidade de Évora.
- Lisboa e as navegações oceânicas nos alvores da modernidadePublication . Avelar, Ana Paula
- Lost and transformed cities: a digital perspective. Comissão executiva e científicaPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da
- “Não sei pintar em azulejo!”: conversa com Jorge MartinsPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Leitão, InêsEntrevista ao pintor Jorge Martins sobre a sua obra em Azulejo.
- Paredes que falam entre a regra e a imaginação: a Rota do Património Azulejar em contexto civil de Setúbal e AzeitãoPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago daNo contexto do tema deste colóquio – o Património arquitetónico civil de Setúbal e Azeitão - apresentamos uma investigação ainda numa fase preliminar sobre a presença e uso do azulejo in situ - numa preocupação nitidamente arquitetónica - e por isso percecionando-o como um agente não só decorativo mas metamorfoseador da arquitetura civil.
- Pequenas cidades no tempo: as redes urbanasPublication . Cuesta Gómez, Fabián; Prata, Sara; Costa, Adelaide Millán; Pereira, Joana; Pacheco, Mafalda; AdelaideUma das caraterísticas do estudo das pequenas cidades ao longo da história é a sua capacidade de atrair uma ampla variedade de abordagens e metodologias de análise. Os capítulos deste livro traduzem a visão de diferentes investigadores de como as vilas ou cidades se inserem —de forma mais ou menos expressa— em todo o tipo de redes supralocais que respondem aos objetivos económicos, políticos, culturais —entre outros— das suas estruturas de governo e dos seus cidadãos
