Percorrer por autor "Martins, Margarida"
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- A avaliação das aprendizagens em língua estrangeira em ambientes virtuais:práticas e reflexões na Universidade AbertaPublication . Martins, Margarida; Marques, Isabelle Simões; Göttsche, Katja; Setién, AnaOs cursos de 1.º ciclo em língua estrangeira da Universidade Aberta caracterizam-se por oferecer aos estudantes um alto grau de flexibilidade e versatili-dade na gestão do conteúdo, dos materiais e do próprio estudo na plataforma Moodle. De acordo com o Modelo Pedagógico Virtual da Universidade Aberta, o ensino-aprendizagem em ambientes virtuais baseia-se no princípio da aprendizagem centrada no estudante, bem como na promoção da autonomia e na interação multidirecional. Como docentes de língua estrangeira, estamos cientes de que os processos de ava-liação são caracterizados por uma série de particularidades motivadas pelo contexto de aprendizagem. Neste trabalho pretendemos descrever o modelo de avaliação das Unidades Curriculares (UC) de Língua Estrangeira na Universidade Aberta, bem como as alterações e práticas pedagógicas implementadas nas mesmas com o objetivo de tornar a avaliação o mais formativa e expressiva possível. Existe a necessidade de integrar de forma coerente, fluida e produtiva todos os elementos que fazem parte do processo de aquisição de uma língua estrangeira no ensino a distância, respeitando o modelo pedagógico, que defende uma avaliação contínua e formativa nas UC de língua estrangeira. Além disso, as docentes pretendem, com a implementação dessas práticas, promover a consolidação da comunidade de aprendizagem que garanta a durabilidade do conteúdo assimilado.
- Criando uma comunidade virtual de aprendizagem para o ensino de LE na Universidade AbertaPublication . Setién, Ana; Martins, Margarida; Marques, Isabelle Simões; Göttsche, KatjaAs docentes de LE na Universidade Aberta estão a implementar uma metodologia que pretende incrementar o nível de envolvimento dos estudantes no processo de aprendizagem assim como a criação de uma comunidade virtual de aprendizagem. Esta mudança reflete-se também no fator emocional da aprendizagem online bem como na criação conjunta de conhecimento, transformando significativamente o percurso de aprendizagem e dando origem a uma comunidade virtual de aprendizagem. Segundo as autoras, o ensino-aprendizagem de LE em ambientes virtuais deve contemplar a implementação de estratégias de aprendizagem afetivas bem como uma seleção pertinente de materiais didáticos reais, atendendo sempre às necessidades particulares dos estudantes. Neste artigo, pretendemos responder às seguintes questões: como são criados, na Universidade Aberta, ambientes virtuais de aprendizagem? Que estratégias são praticadas na sala de aula virtual? Que ferramentas digitais são oferecidas pela plataforma para desenvolver a interação oral e escrita? Qual é a resposta dos estudantes perante estes desafios?
- Descolonização: língua, poder e a consciencialização históricaPublication . Martins, MargaridaEm 2012 Eve Tuck e K. Wayne Yang publicaram o artigo “Decolonisation is not a Metaphor” que desconstruía a ideia de que a descolonização poderia ser um termo aplicável a todos os tipos de desigualdade e de injustiça social. Descolonização, como os autores argumentam, refere-se unicamente à experiência indígena da colonização e o processo pelo qual o que lhes foi retirado é restituído. Com base nessa premissa, este ensaio explora o vocabulário e gramática colonial e pós-colonial com o intuito de clarificar termos e a sua utilização como base para uma consciencialização sobre o que é e o que pode ser a descolonização.
- Inovação e tecnologia no ensino de línguas: reflexões e perspetivas de ação em contextos educacionais diversosPublication . Martins, Margarida; Marques, Isabelle Simões; Göttsche, Katja; Setién, Ana; Chenoll, Antonio; Childs, Jeffrey Scott; Oliveira, Susana M.A obra resulta de uma seleção de artigos da primeira edição das Jornadas de Inovação e Tecnologia no Ensino de Línguas que teve lugar em 2018 na Universidade Aberta em Lisboa e que foram organizadas pelo Grupo de Investigação EL@N (Ensino de Línguas Online) do Departamento de Humanidades. Os artigos demonstram a variedade de recursos tecnológicos, abordagens e práticas pedagógicas inovadoras existentes assim como a importância da atualização e ajuste das metodologias, permitindo aos docentes otimizar o ensino/aprendizagem de uma língua estrangeira.
- Línguas e identidade: diálogos europeusPublication . Martins, Margarida; Marques, Isabelle Simões
- Modelo Pedagógico da Universidade AbertaPublication . Casanova, Diogo; Machado, Angela Montalvão; Mendes, António Quintas; Ferreira, Célia; Aires, Luísa; Martins, Margarida ; Serranho, Pedro; Rocio, VitorÉ inegável o papel central da Educação a Distância no ensino superior em Portugal na atualidade. A aprovação, em 2019, do Regime Jurídico do Ensino Superior Ministrado a Distância, a globalização do setor, com o acesso a novos mercados, a expansão do ensino superior para novos públicos e, em alguns casos, a transformação digital da pedagogia, impulsionada por novas exigências dos estudantes e da sociedade, colocaram esta modalidade de ensino em destaque nos planos estratégicos de diversas Instituições de Ensino Superior. A Educação a Distância deixa, em Portugal, de ser uma exclusividade da Universidade Aberta, abrindo portas a outras instituições, a novas abordagens pedagógicas e a diferentes visões estratégicas de integração do digital — em formatos mais ou menos remotos, híbridos ou síncronos. O crescente interesse por esta modalidade tem levado as instituições de ensino superior a delinearem estratégias de resposta a um público cada vez mais global, diversificado e com interesses e necessidades individualizadas. Para a Universidade Aberta, pioneira na Educação a Distância em Portugal e precursora de um modelo pedagógico virtual, o impacto deste período foi amplamente positivo, sendo visto como uma oportunidade de crescimento, modernização e transformação. Recentemente, a digitalização total da avaliação, a utilização massificada e mais ou menos planeada da Inteligência Artificial Generativa (IAGen), de ambientes imersivos e de momentos de comunicação síncrona foram promovendo, de forma natural, transformações nas estratégias pedagógicas dos docentes e na aprendizagem dos estudantes. Em paralelo, o avanço da tecnologia, o reforço e a modernização das infraestruturas tecnológicas, a maturidade e a inovação pedagógica nas práticas dos docentes abriram um leque de oportunidades para a melhoria do modelo pedagógico da Universidade e, consequentemente, exigem a necessária reflexão e atualização do mesmo, de modo a garantir a sua relevância e adequação aos novos contextos e às exigências emergentes da sociedade pósdigital. É neste sentido que se apresenta esta atualização do Modelo Pedagógico da Universidade Aberta (MP-UAb). Pretende-se não apenas respeitar a identidade do trabalho realizado pela comunidade da Universidade Aberta, transcrito no modelo anterior e nas respetivas propostas reflexivas subsequentes, mas também reafirmar o que a Universidade já é, do ponto de vista pedagógico, e projetar o seu olhar para o futuro, enquanto Universidade Aberta, a Distância e Digital, com uma identidade consolidada ao longo do tempo e ermanentemente orientada para a renovação. A Universidade procura, assim, desenvolver contextos de formação que tirem partido das inovações tecnológicas e promovam, nos seus estudantes, competências de pensamento crítico, de criatividade e de inovação, de comunicação e de colaboração. A designação Modelo Pedagógico Virtual® (2007) cumpriu, no seu tempo, o objetivo de afirmar a Educação a Distância como modalidade legítima e de identidade própria. Hoje, porém, essa necessidade esbateu-se: a Educação a Distância e Digital está consolidada, reconhecida e praticada de forma ampla. O termo “virtual” passou a ser redundante e, por vezes, redutor — descreve o meio e não a intenção pedagógica. Ao adotarmos a denominação Modelo Pedagógico da Universidade Aberta, deslocamos o foco para o que verdadeiramente nos distingue: uma identidade pedagógica própria, orientada a competências, centrada no estudante e sustentada por evidência científica. O novo nome afirma que não precisamos de justificar a modalidade; queremos, sim, marcar posição no campo pedagógico, com uma proposta inovadora e transformadora para os nossos estudantes. A mudança reforça, ainda, que a integração entre pedagogia e tecnologia deve assumir centralidade, num processo contínuo de apropriação pedagógica das tecnologias mais inovadoras e disruptivas. O Modelo Pedagógico da Universidade Aberta mantém os seus fundamentos estruturantes — centralidade no estudante, flexibilidade, inclusão e acessibilidade, interação e interatividade —, que definem a sua identidade pedagógica. A estes fundamentos, acrescenta-se um conjunto de orientações que traduzem a evolução do modelo e a sua resposta aos desafios atuais: avaliação autêntica, personalização da aprendizagem, apoio à autorregulação, integração responsável da Inteligência Artificial, desenho inclusivo e reforço das aprendizagens ativas, com o objetivo de produzir impacto real no percurso dos estudantes. O modelo reforça, ainda, a necessidade de desenvolver as áreas de competência essenciais que caracterizam o perfil do estudante da Universidade Aberta numa era de Inteligência Artificial: Pensamento Crítico, Criatividade e Inovação, Colaboração, e Comunicação. Em suma, deixamos de enfatizar o virtual para enfatizar o pedagógico. Modelo Pedagógico da Universidade Aberta é a designação que melhor traduz a maturidade da instituição e o compromisso com uma pedagogia inovadora, transformadora e distintiva.
- Oralidade e avaliação na prática de elearning na Universidade AbertaPublication . Setién, Ana; Martins, Margarida; Marques, Isabelle Simões; Göttsche, KatjaO objetivo deste artigo é partilhar a nossa experiência enquanto docentes de línguas estrangeiras em regime de elearning na Universidade Aberta baseando a nossa investigação no trabalho desenvolvido nos fóruns, utilizados para prática da oralidade e para avaliação da produção oral. Pretendemos debruçar-nos sobre os seguintes aspetos: as competências de compreensão e produção oral e os recursos utilizados nos fóruns para esse fim. Em que sentido é que constatamos melhorias nas competências linguísticas orais dos estudantes; como é que essas melhorias são avaliadas e como é que a interação entre o grupo, dentro da sala de aula virtual, é incentivada? Sustentamos a nossa análise através de um questionário realizado na plataforma no final do ano letivo 2017/2018 onde foi pedido aos estudantes uma autoavaliação e uma reflexão sobre o ensino das línguas em oferta na instituição. As experiências, práticas e estudo que desenvolvemos nesta pesquisa não só da aplicação de metodologias de ensino de elearning, como também da partilha e difusão de conhecimento teórico e práticos dentro do Grupo de Trabalho que constituímos. Pretendemos contribuir para uma melhor experiência, na prática do elearning, da aquisição da língua assim como possibilitar a eventual criação de uma metodologia comum às quatro línguas dentro da Universidade Aberta.
- Plural identity and migrant communities in guy gunaratne’s in our mad and furious city (2018)Publication . Martins, MargaridaThis paper explores the complexity of plural identities of the characters living within the sociocultural space of a London community, who define themselves as being from “here” and “elsewhere,” in Guy Gunaratne’s In Our Mad and Furious City (2018). First-generation and second-generation migrants, originally from Ireland, Pakistan, Ja- maica, as well as other nations referred to in the novel, give life to the community at the Ends, a housing estate in Northwest London. On the one hand, in this suburban space, fury, neglect and powerlessness are deeply felt by the locals. However, the community also becomes the location for the creation of social habits, cultural patterns, forms of ex- pression and group unity through the interaction and shared experiences of the locals. This dichotomy reveals underlying anxieties that raise questions about otherness, marginalisa- tion and belonging, and how these aspects intersect in the construction of cultural identity. As characters struggle for meaning against a “cancel culture,” their individual experiences are what constitutes their plural and fluid identities.
- Postcolonialism and the role of the Booker Prize in the God of Small Things (1997) and The Inheritance of Loss (2006)Publication . Martins, MargaridaThis article discusses the Man Booker Prize winning novels The God of Small Things (1997) by Arundhati Roy and The Inheritance of Loss (2006) by Kiran Desai. The Booker Prize having been awarded to a number of Indian English writers over the decades, has contributed to the popularity of Indian writing in English, promoting knowledge and raising awareness on different social, cultural and linguistic concerns relating to India. However, The God of Small Things and The Inheritance of Loss, through their non-linear narrative in English also depict the effects of Westernisation and globalisation in the postcolonial Indian society. This argument leads to a discussion of the narratives, and the themes these deal with, as examples of contemporary Anglophone Indian novels written in a postcolonial framework, while also analysing the role of the publishing industry and the commodification processes related to prize winning novels.
- Projeto Pedagógico-Científico Inglês C1Publication . Martins, MargaridaO Projeto Pedagógico-Científico Inglês C1 apresenta um modelo para o ensino das disciplinas de Inglês na Universidade Aberta com o exemplo de Inglês VI. O modelo apresentado neste projeto baseia-se nos princípios do Modelo Pedagógico Virtual da Universidade Aberta para o ensino de língua estrangeira em regime de e-learning. Os objetivos pedagógicos da disciplina são de aprofundar os conhecimentos e estimular a utilização da língua Inglesa em diversos contextos, promover o interesse por temas atuais através do uso comunicativo da língua e desenvolver a capacidade de compreensão e produção escrita e oral em língua inglesa. Estes objetivos são trabalhados ao longo do semestre tendo em conta a importância do trabalho colaborativo, da interação do grupo e da criação de proximidade e empatia no contexto da sala de aula virtual. No modelo proposto para o ensino de Inglês são trabalhados temas da atualidade com qual os estudantes se identifiquem e possam partilhar experiências, com dimensões concretas e abstratas, numa abordagem temática do ensino de língua, onde os pontos de enfoque são a comunicação, a interação social e o trabalho colaborativo, com recurso às dinâmicas do ensino digital e em rede. O modelo pode ser aplicado a outras línguas estrangeiras.
