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  • Centros escolares e supervisão colaborativa: perspetivas quanto ao contributo para o desenvolvimento profissional e a melhoria das práticas pedagógicas: um estudo em curso
    Publication . Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Seabra, Filipa
    Este artigo avança dados preliminares de um estudo em curso sobre condutas colaborativas como forma de supervisão entre pares direcionada para a melhoria das práticas pedagógicas. A questão enfatizada é: até que ponto e de que forma a nova realidade dos centros escolares, proporcionando a agregação de docentes, terá repercussões nas suas práticas colaborativas e de supervisão. Os dados foram recolhidos em entrevistas de grupo focal a docentes de educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico que transitaram de escolas isoladas para centros escolares de um dado agrupamento de escolas. Após breve explanação dos conceitos envolvidos e da metodologia do estudo, discutem-se alguns dados relativos às tendências de resposta face aos tópicos: mudanças nas práticas docentes; perspetivas sobre supervisão colaborativa; e individualismo vs. colaboração. Os participantes tendem a reconhecer a influência da mudança para centros escolares nas práticas colaborativas, mas não tanto na melhoria das suas práticas docentes e não se identificam com a expressão supervisão colaborativa, sugerindo outra terminologia.
  • Supervisão pedagógica: perspetivas de educadores de infância em Portugal
    Publication . Seabra, Filipa; Abelha, Marta; Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Moreira, Osvaldo
    Perante um contexto ainda pouco recetivo à supervisão pedagógica, mas assinalando mudanças e uma pressão crescente no sentido da sua valorização, o estudo realizado visou caracterizar as experiências e perspetivas de educadores de infância da rede pública em Portugal sobre a supervisão pedagógica. Foi aplicado um questionário previamente validado (GASPAR et al., 2019). Orientaram a pesquisa, perspetivas teóricas sobre supervisão pedagógica apresentadas por Gaspar (et al., 2019), Alarcão e Canha (2013), ou Roldão (2012), que têm sido fundamentais na definição do campo, em Portugal. Os resultados apontam para uma experiência de supervisão pedagógica muito ligada à avaliação do desempenho docente (ADD), e em menor medida à formação inicial de professores, considerada de reduzido impacto sobre a qualidade das práticas docentes. No entanto, as perspetivas sobre o papel do supervisor e o conceito de supervisão demonstram alguma abertura à possibilidade de uma supervisão mais horizontal e até informal produzir impactos positivos.
  • Contributo dos centros escolares na melhoria das práticas docentes: equacionando o papel da supervisão colaborativa
    Publication . Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Seabra, Filipa
    A comunicação salienta dados de um estudo de caso único centrado na questão: até que ponto e de que forma os centros escolares, proporcionando a agregação de docentes e a supervisão colaborativa, terão repercussões na melhoria das práticas profissionais. O estudo valeu-se, numa primeira fase, da recolha de dados através da realização de entrevistas de grupo focal a 28 docentes da educação pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico que transitaram de escolas isoladas para centros escolares de um agrupamento de escolas, seguido de um inquérito por questionário sobre supervisão e de entrevistas individuais a um grupo específico de docentes, de entre os 28 participantes. Os resultados preliminares salientam tendências de resposta associadas a: i) mudanças nas práticas docentes; ii) perspetivas sobre supervisão; iii) e individualismo vs. colaboração. Relativamente ao tópico Conjeturar mudanças nas práticas docentes, há alguma divisão de opiniões: alguns inquiridos consideram que as suas práticas são sempre boas e que foram outros fatores que influenciaram o ato educativo; outros mencionam práticas inovadoras propiciadas pela coexistência no estabelecimento. Nas respostas ao tópico Desocultar perspetivas de supervisão, grande parte dos inquiridos considera que a supervisão de avaliação não deveria existir, ou deveria chamar-se super-visão, considerando que as práticas inter-docentes não podem ser acolhidas sob essa terminologia. Não estabelecem conotação do termo com colaboração, embora reconheçam e valorizem a colaboração no centro escolar, no que concerne a articulação, partilha, ajuda, diálogo e melhoria do desempenho. Quanto ao tópico Individualismo versus colaboração, as práticas de colaboração são mencionadas pela generalidade dos inquiridos considerando terem sido potenciadas pelos centros escolares. Destacam como essenciais não só as reuniões nos centros, como as interações informais ao longo do dia. Há alguma dicotomia no sentido das respostas: menciona-se que o centro escolar propicia partilhas e articulação, mas enfatiza-se a necessidade de gerir as interações, colidindo com a sua individualidade. Em síntese, no plano formativo, as conclusões do estudo apontam para a visibilidade do papel do centro escolar como recurso privilegiado e de fácil acesso, para encontrar estratégias adequadas para as variadas situações com que os docentes se deparam sendo atribuído um papel mais importante ao convívio e trabalho nos centros escolares do que a formações institucionalizadas.
  • Avaliação externa das escolas, regulação por pares, trabalho colaborativo e qualidade educativa: qual a relação?
    Publication . Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Seabra, Filipa; Pacheco, José A.
    A Avaliação Externa das Escolas (AEE) em Portugal incide, no seu atual III Ciclo,nos processos de melhoria sustentados nas práticas docentes e introduz o conceito de “regulação e trabalho colaborativo”.Assim,esteestudovisouperceber como esta nomenclatura terá sido traduzida, pelas equipas de AEE, nos seus relatórios.A investigação, apoiada numa metodologia descritiva, interpretativa, de análise de conteúdo,tendo comocorpus de análise dez relatórios de AEE, ressaltou a ambiguidade da expressão “regulação por pares” e evidenciou, entre outrosresultados, a existência de práticasativas de colaboração docente, consideradas mais-valias para a qualidade educativa das suas escolas, mas também limitações. Nestas, o foco foi a dificuldade em assumir a colaboraçãocomo caminho essencial, sendo, em boa parte dos relatórios analisados, um fator a carecer melhoria. Concluiu-se que as práticas de trabalho colaborativocarecem de mais tempo para a sua implementação e que o conceito de regulação por pares necessita de ser discutido e clarificado nas escolas.
  • Centros escolares e supervisão colaborativa: perspetivas quanto ao contributo para o desenvolvimento profissional e a melhoria das práticas pedagógicas
    Publication . Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Seabra, Filipa
    A dissertação incide no estudo exploratório das repercussões da transição de professores e educadoras de infância de escolas isoladas para centros escolares de um dado agrupamento, sobre as suas vivências de supervisão entre pares, averiguando o eventual contributo para o seu desenvolvimento profissional e a melhoria das práticas pedagógicas, numa perspetiva de supervisão colaborativa, procurando responder à questão: Que repercussões da sua transição de escolas isoladas para centros escolares são identificadas pelos professores e educadoras de infância de um agrupamento, no que concerne aos processos de supervisão colaborativa, de desenvolvimento profissional e melhoria das práticas pedagógicas? São objetivos centrais perceber de que forma relacionam a transição com o seu desenvolvimento profissional e a melhoria das práticas curriculares e pedagógicas; quais as conceções e sentimentos que a supervisão evoca; e identificar mais-valias da supervisão colaborativa nesse mesmo desenvolvimento e melhoria. Para o efeito, foi desenvolvido um estudo de cariz, essencialmente, qualitativo, sob a forma de estudo de caso, o qual recolheu dados através da realização de entrevistas de grupo focal a 28 docentes da educação pré-escolar e do 1.º Ciclo do Ensino Básico que transitaram de escolas isoladas para centros escolares de um agrupamento de escolas; complementadas por um inquérito por questionário e por entrevistas individuais a um grupo selecionado em função de critérios predefinidos. A respetiva análise de dados recolhidos evidenciou tendências de resposta associadas a mudanças nas práticas docentes e a perspetivas sobre supervisão. Grande parte dos inquiridos conota a supervisão apenas com avaliação, considerando, também, que esta não cumpre propósitos de melhoria das práticas docentes, apartando desse conceito as práticas interdocentes de colaboração. Reconhecem e valorizam a colaboração no centro escolar, no que concerne a articulação, partilha, ajuda, diálogo e melhoria do desempenho, enquanto práticas potenciadas pelos centros escolares. O impacto destas interações no plano formativo foi enfatizado, pela proximidade com as realidades e necessidades educacionais dos alunos, equacionando-se a expressão “escolas aprendentes”.
  • Centros escolares, supervisão pedagógica e colaborativa: perspetivas de educadores de infância e professores do primeiro ciclo
    Publication . Miranda, Helena Maria Cerqueira Gonçalves; Seabra, Filipa; Abelha, Marta
    O artigo apresenta resultados atinentes a perspetivas de supervisão pedagógica e colaborativa de docentes, no contexto de um estudo de caso focalizado nos centros escolares (CE) de um agrupamento, cujos objetivos, entre outros, incluíam: Conhecer conceções e sentimentos de docentes de educação pré-escolar e 1º ciclo do ensino básico que lecionam em CE de um agrupamento acerca da supervisão colaborativa; Identificar perspetivas desses docentes sobre eventuais mais-valias da supervisão colaborativa para o desenvolvimento profissional e a melhoria das práticas pedagógicas; Averiguar em que medida consideram que existe no CE em que lecionam práticas consentâneas com a supervisão colaborativa. A metodologia assumiu uma abordagem interpretativa, com recurso a técnicas quantitativas e qualitativas. A recolha de dados da investigação iniciou-se com entrevistas a grupos focais, aos quais se seguiram entrevistas individuais e um inquérito por questionário pré-validado. A análise dos dados envolveu análise de conteúdo e análise estatística, de natureza descritiva. A discussão dos resultados valeu-se de procedimentos de triangulação de informações e evidenciou tendências de resposta das quais se salientam i) diversificadas perspetivas sobre o conceito de supervisão: grande parte dos inquiridos conota a supervisão com avaliação de desempenho docente; considera que esta última não cumpre propósitos de melhoria das práticas docentes; e aparta do conceito as práticas de colaboração. No entanto, reconhece e valoriza práticas de colaboração potenciadas pelos centros escolares, de articulação, ajuda, diálogo e melhoria do desempenho. ii) Paralelamente, destaca-se o contributo para a consolidação do conhecimento da realidade em estudo, dado pela utilização e posterior triangulação de diversos instrumentos de recolha de dados.