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Arte | Artigos em revistas nacionais / Papers in national journals

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  • Os traçados estereotómicos do retábulo dos Valle (Santa Iria, Tomar) de João de Ruão
    Publication . Gonçalves, Carla Alexandra
    O retábulo de calcário dedicado ao Calvário, ou à Crucificação de Cristo, realizado por João de Ruão para o topo da Capela (inicialmente conhecida como a de Jesus) dos Valle, na igreja de Santa Iria, em Tomar, provavelmente entre 1533 e 1536, resultou de uma encomenda feita por D. Miguel do Valle, fidalgo da Casa Real. O retábulo foi desmontado e retirado da capela, permanecendo nas oficinas do Convento de Cristo para submeter-se a trabalhos de limpeza (superficial, a seco, e imersão em água desionizada). Através da observação da obra desaparelhada foi possível descobrir um conjunto de traçados estereotómicos realizados pelo arquitecto que marcou as pedras a régua e compasso, (pelo menos) no topo superior da arquitrave e nos topos superior e inferior da predela, para que os elementos pétreos remanescentes se unissem correctamente nas prumadas do edifício retabular.
  • A Voz Plural: os textos cantados na Missa de Pentecostes, de João Madureira
    Publication . Rodrigues, Cristiana Vasconcelos
    Texto apresentado em Novembro de 2010 na Capela do Rato, por ocasião do lançamento do CD «Vento», com a «Missa de Pentecostes» do compositor João Madureira, para dois tenores, viola da gamba e tiorba. Esta missa estreou na celebração do Pentecostes na Capela do Rato (), a 31 de Maio de 2010, pelo consort Sete Lágrimas (Filipe Faria, tenor e co-direcção artística; Sérgio Peixoto, tenor e co-direcção artística; Sofia Diniz, viola da gamba; Hugo Sanches, tiorba). Peça integrada no projecto "Arte Contemporânea e Sagrado", levado a cabo por José Tolentino Mendonça, na altura padre responsável pela Capela do Rato, projecto este que "nasce da consciência cada vez mais forte na comunidade eclesial de que a Igreja precisa de se reencontrar com a dimensão da beleza e da estética" (declarações ao Jornal Público em Fevereiro de 2010).
  • A beleza pode "educar"?: na companhia de Sophia de Mello Breyner Andresen
    Publication . Bello, Maria do Rosário Lupi
    Considerações sobre o valor estético e existencial da literatura, em particular da poesia, partindo do exemplo da autora Sophia de Mello Breyner Andresen.
  • Retratos setecentistas em Oeiras: contributos para o estudo da genealogia iconográfica do Marquês de Pombal
    Publication . Flor, Susana Varela; Flor, Pedro
    O presente artigo tem como objectivos centrais o de estudar a iconografia do 1.º Marquês de Pombal e o de estabelecer uma genealogia de imagens que nos permita entender melhor a evolução da retratística pombalina. A inexistência de um trabalho monográfico sobre a retratística de Sebastião José de Carvalho e Melo (1699-1782) é facto singular dada a relevância histórica e cultural desta personagem histórica. Os esforços empreendidos por outros autores no passado, de que destacamos Ernesto Soares, José Augusto França e, mais recentemente, Luísa Arruda, não esgotaram o tema e, por esse motivo, muito há a investigar sobre esta temática no contexto mais alargado da segunda metade do século XVIII. Não sendo o momento presente propício a tal empresa, que exige investigação de maior fôlego dado o número considerável de retratos a ter em conta, procurámos neste artigo traçar uma breve panorâmica sobre a genealogia da iconografia pombalina, integrando-a no espaço e no tempo e destacando os exemplos presentes no Palácio Pombal de Oeiras, nomeadamente a magnífica tela de Louis-Michel Van Loo (1707-1771) e Claude Vernet (1714-1789), hoje na Câmara Municipal de Oeiras, e a pintura da Concordia Fratrum de Joana Inácia Monteiro (1711-1781), habitualmente designada por Joana do Salitre.
  • Vademecum dos pintores régios (1450-1750)
    Publication . Flor, Pedro; Flor, Susana Varela
    O Vade-mécum que seguidamente se apresenta pretende analisar o estatuto social do pintor ao serviço do rei. Através da leitura da documentação já publicada e de outra ainda inédita, apresentam-se as principais conclusões sobre o tema, tendo em consideração as várias modalidades praticadas pelos pintores, desde o fnal da Idade Média até ao tempo do Barroco. Deu-se particular destaque aos artistas estabelecidos junto da Corte que, no período considerado, permaneceu maioritariamente na cidade de Lisboa. A sistematização dos dados agora apresentados em tabela permitirá não só confrontar os privilégios alcançados pelos pintores, face aos cargos desempenhados, bem como aprofundar no futuro o tema da posição social do pintor, longe de fcar resolvido com este contributo.