Percorrer por autor "Gronita, Joaquim"
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- O anúncio da deficiência da criança e suas implicações familiares e psicológicasPublication . Gronita, JoaquimOs primeiros momentos são cruciais para o estabelecimento da relação da tríade mãe-pai-filho e para o processo de aceitação da deficiência da criança, tornando-se necessário esclarecer quais as condições, os momentos e a comunicação que o favorecem. Inserindo-se na área da comunicação em saúde em contexto clínico e de cuidados de saúde e no domínio da intervenção precoce, desenvolve-se uma análise teórico-conceptual e empírica sobre as implicações familiares e psicológicas decorrentes do nascimento e diagnóstico de uma criança com deficiência, muito em particular, sobre as condições do anúncio aos pais da deficiência dos seus filhos e o impacto e significado desta informação ao nível familiar. Conclui-se da necessidade dos pais serem ouvidos e apoiados, de expressarem os seus sentimentos e dúvidas, de obterem dos médicos mais informação sobre o diagnóstico e prognóstico relativo à deficiência dos seus filhos, de serem atendidos e acolhidos por médicos mais seguros, disponíveis e implicados, da necessidade de contacto e partilha do problema com outros pais e lamentam a informação imprecisa, incompreensível, insuficiente ou em excesso e a falta de empatia e interesse dos profissionais pelos seus sentimentos e problemas. A formação dos médicos, no sentido de melhor corresponder ao que teoricamente está estipulado é um grande indicador deste trabalho.
- O anúncio da deficiência da criança e suas implicações familiares e psicológicasPublication . Gronita, JoaquimOs primeiros momentos são cruciais para o estabelecimento da relação harmoniosa e equilibrada da tríade mãe-pai-filho e para o processo de aceitação da deficiência da criança, tornando-se necessário esclarecer quais as condições, os momentos e a comunicação que o favorecem. Inserindo-se na área da comunicação em saúde em contexto clínico e de cuidados de saúde e no domínio da intervenção precoce, este estudo desenvolve uma análise teórico-conceptual e empírica sobre as implicações familiares e psicológicas decorrentes do nascimento e diagnóstico de uma criança com deficiência, muito em particular, sobre as condições do anúncio aos pais da deficiência dos seus filhos pelos profissionais de saúde e impacto e significado desta informação ao nível parental e familiar. Conclui-se da necessidade dos pais serem ouvidos e apoiados, de expressarem os seus sentimentos e dúvidas, de obterem dos médicos mais informação sobre o diagnóstico e prognóstico relativo à deficiência dos seus filhos e mais interesse, empatia e compaixão pelo seu problema, de serem atendidos e acolhidos por médicos mais seguros, disponíveis e implicados, da necessidade de contacto e partilha do problema com outros pais e lamentam a informação imprecisa, incompreensível, insuficiente ou em excesso e a falta de empatia e interesse os profissionais pelos seus sentimentos e problemas. A formação dos médicos, no sentido de melhor corresponderem ao que teoricamente está estipulado é um grande indicador deste estudo.
- Anúncio da deficiência da criança: experiências vivenciadas pelas famílias e melhoria de procedimentos profissionaisPublication . Gronita, Joaquim; Ramos, NatáliaO nascimento de uma criança implica sempre a readaptação dos que a rodeiam, principalmente do seu sistema familiar. Este capítulo incide sobre o estudo do subsistema parental, de forma mais incisiva das tríades mãe-pai-filho, de pais biológicos com crianças com deficiência, que constituíram uma família. Procurámos compreender aspetos da experiência subjectiva, relacional e emocional vivenciada nos primeiros momentos e os processos comunicacionais ocorridos, apresentando uma análise teórico-conceptual e empírica sobre o anúncio da deficiência da criança e o impacto e significado desta informação ao nível parental e familiar. O anúncio da deficiência da criança implica dificuldades acentuadas tanto para os profissionais de saúde como para as famílias. A vivência dos pais revela um impacto emocional acentuado e dificuldades em lidar com a situação, implicando um processo de adaptação. Também analisámos o impacto dos atos de comunicação dos médicos, teoricamente e com a apresentação de dois estudos empíricos. existem recomendações para as práticas profissionais, que nem sempre se traduzem em competências. Empiricamente, são apresentados dois estudos um que analisa a vivência emocional dos pais, outro as dimensões do comportamento dos médicos na altura em que falam com os pais dos problemas dos filhos, pela primeira vez. Finalmente, o enquadramento teórico-científico exposto, decorrem implicações para as práticas profissionais e recomendam-se procedimentos profissionais que são desenvolvidos neste capítulo.
- A avaliação de um programa de intervenção precoce: contributo para a melhoria das práticas inclusivasPublication . Pimentel, Júlia; Gronita, Joaquim; Bernardo, Ana; Matos, Cátia; Marques, JoanaCom o estudo avaliativo do Projecto de investigação/acção “O processo de construção de boas práticas”, delineado em simultâneo com o próprio projecto, pretendia-se recolher e analisar dados relativos às práticas implementadas por uma equipa de Intervenção Precoce (IP) a nível da comunidade, família, criança, serviço e programa, ao longo de três anos, comparando-as com as que são internacionalmente recomendadas. A partilha inicial dos objectivos do estudo com a equipa avaliada e a devolução de alguns resultados parcelares poderão ter contribuído para uma melhor organização do programa de IP, dos procedimentos de avaliação/intervenção, dos instrumentos utilizados e da informação prestada às famílias, constituindo-se como factor de mudança e promoção da qualidade, originando redefinição de objectivos e prioridades para o planeamento de actividades da equipa/programa avaliado. Os resultados obtidos permitem identificar modelos, procedimentos e respostas que assegurem a plena inclusão das crianças em idade pré-escolar e suas famílias na vida da comunidade. Abstract The evaluation study on the research/action project “Early Intervention: the process of building and implementing good practices”, the research team aimed at gathering and analyzing data concerning the implemented practices of an Early Intervention (EI) team within Community, family, child, service and program and to compare them to international recommended practices. Sharing the evaluation plan and first results with the EI team under evaluation seems to have contributed to a better organization of the EI program, namely assessment and intervention process and instruments and the amount and quality of information shared with families and was, in itself a contribution to the change and improvement of EI team, and redefinition of goals and priorities of the program under evaluation. The results of the project and of the evaluation study enabled the team to identify models and procedures that will improve full inclusion for pre-school with special educational needs and their families.
- Compendium of principles and recommendations for inclusion, equity and diversity in higher education and lifelong learningPublication . Dias, Isabel de Barros; Porfírio, José António; Barros, Daniela Melaré Vieira; Gronita, Joaquim; Seara, Isabel; Antonaci, AlessandraThe Compendium of Principles and Recommendations on Inclusion, Equity, and Diversity, developed under Work Package 2 (WP2) of the Erasmus+ IncluDE project, presents a comprehensive framework of principles and actionable recommendations to promote inclusion, equity, and diversity across higher education and lifelong learning. It addresses a wide spectrum of inclusion challenges through a multi-level approach encompassing macro (policy), meso (institutional), and micro (practice) dimensions. Based on a Systematic review of recent research on best practices, national and international policies, and institutional guidelines, it provides guiding policy and pedagogical principles, as well as specific actionable recommendations for improving inclusion. The diagnostic tools and monitoring instruments provided establish a Reference Framework for higher education institutions (HEIs) to assess and improve their inclusion policies, thus supporting the development of inclusive environments across both on-site and distance learning contexts. The compendium is divided into two main sections, Social and Academic Inclusion, and Digital Accessibility, the first of which is subdivided into the following more specific focus areas: • functional disabilities; • specific learning disorders; • migrants and ethnicity; • gender; • prisoners; • army, athletes, and diplomatic staff. The expected relevance and impact of this work is to empower HEIs to identify barriers, implement inclusive strategies, and foster equitable learning experiences for all students, especially those in vulnerable or underrepresented groups. This compendium can serve as a foundational resource for shaping inclusive educational environments in alignment with European inclusion standards and fostering equitable access, participation, and success for all learners.
- A comunidade e o processo de construção de práticas inclusivas no âmbito da intervenção precocePublication . Gronita, Joaquim; Bernardo, Ana; Pimentel, Júlia; Matos, Cátia; Marques, JoanaTranscendendo as dimensões criança, família, recursos e serviços prestados, o Projecto “O processo de construção de boas práticas” consubstanciou a Intervenção Precoce (I.P.) numa perspectiva ecológica, envolvendo parcerias sociais que se co-responsabilizaram para definir, financiar e acompanhar este projecto ao longo de três anos. Assegurado o pleno funcionamento de uma equipa de I.P., foram eliminadas as necessidades expressas e procedeu-se a um estudo avaliativo específico e intrínseco ao Projecto. As práticas inclusivas em intervenção precoce foram apropriadas como responsabilidade comunitária e social, num processo dinâmico de Investigação-Acção que, findo o Projecto, garantiu a continuidade de respostas entretanto proporcionadas. O impacto do Projecto manifestou-se muito positivo, no desenvolvimento da equipa de I.P., nos seus aspectos organizativos e de funcionamento, na sua relação com a comunidade de pertença e com as crianças e famílias, em particular. As conclusões e produções do Projecto constituem uma mais valia para a Intervenção Precoce em Portugal. Abstract The research/action project “Early Intervention: the process of building and implementing good practices”, in a resource-based approach and within an ecological framework, ensured that all community resources and partners were involved in finding, implementing and developing adequate responses to meet the needs of children and families. After the financial and human resources needs of the EI team were responded, an evaluation study was carried on during the 3 years of the project. Inclusive practices in Early Intervention were felt as part of community responsibility and, within a dynamic research/action process, some of the EI projects and responses that had been implemented with project funding could be continued through community funding. The research/action project had a positive impact on the development of the EI team under evaluation, not only on its internal organization and functioning but also on its relation with the community structures and support to children and families. Its results and products are a valuable contribution to Portuguese Early Intervention programs.
- Contributos para a análise de modelos organizativos de Intervenção Precoce na Infância em PortugalPublication . Gronita, Joaquim; Ramos, Natália; Pimentel, Júlia SerpaA presente pesquisa pretende contribuir para uma caraterização pormenorizada dos modelos organizativos da Intervenção Precoce na Infância, clarificando a sua diversidade organizativa e a sua relação com as práticas. Procurou-se recolher as ideias dos profissionais sobre a operacionalização da Intervenção Precoce na Infância na comunidade onde desenvolvem a sua atividade profissional. Participaram no estudo organismos/equipas de doze distritos, a partir dos quais caraterizamos modelos organizativos da Intervenção Precoce na Infância em Portugal. O primeiro estudo incide sobre as perceções dos profissionais e é um estudo descritivo, onde se analisam 62 respostas a um questionário aplicado ao mesmo número de equipas sobre o modelo organizativo e funcional da intervenção precoce na área geográfica do inquirido. O segundo é um estudo de caso, onde são observadas as práticas. É um estudo qualitativo e exploratório, que visa compreender quais os procedimentos dos profissionais de intervenção precoce observados no âmbito do desempenho das suas tarefas profissionais. Analisámos a heterogeneidade dos organismos/equipas de Intervenção Precoce na Infância e as suas implicações nas dimensões organizacionais e nas práticas profissionais. Os resultados confirmam que têm coexistido em Portugal diferentes modelos organizativos das respostas em Intervenção Precoce na Infância e a inexistência de opções políticas nacionais consistentes, claras e amplas, com vista ao atendimento das crianças nos primeiros anos de vida e das suas famílias. Esta diversidade organizativa tem repercussões nas práticas profissionais. Encontramos caraterísticas dos modelos organizativos e das práticas de gestão que agrupam os organismos/equipas de intervenção precoce na infância entre si e percebemos a influência destas modalidades na prática dos profissionais, aproximando-as ou afastando-as das práticas recomendadas. Emergiram recomendações que parecem adequar as práticas profissionais à realidade da sociedade portuguesa. A par da afetação de pessoal, assinala-se a necessidade de concertação com os de outros programas, de modo a afirmar uma estratégia global para a resolução dos problemas que afetam as crianças com menos de seis anos, na sociedade portuguesa. Reconhecemos a importância da participação das Contributos para a Análise de Modelos Organizativos de Intervenção Precoce na Infância em Portugal organizações não governamentais e da sociedade civil em geral, no desenvolvimento das comunidades, influenciadoras do desenvolvimento das crianças e das suas famílias. As organizações não governamentais, envolviam e articulavam muito mais com toda a comunidade, incluindo as estruturas oficiais o que nem sempre acontecia, quando a iniciativa da resposta social era das entidades públicas. A legislação fomentou a estatização da IPI, desresponsabilizando e condicionando a iniciativa privada e a participação da sociedade civil na resolução dos problemas das crianças e das suas famílias. No segundo estudo observámos práticas de profissionais de um organismo de Intervenção Precoce na Infância. Procuramos compreender a apropriação dos profissionais em relação às teorias, modelos, conceitos e recomendações internacionais. Neste estudo estivemos mais centrados no que efetivamente acontece, nas funções/tarefas dos profissionais, no âmbito do atendimento às crianças/famílias. Os casos observados proporcionaram a compreensão do que se passa no atendimento das crianças e das famílias e a sua relação com a maneira como a resposta social está organizada. Concluímos que as práticas dos profissionais são diferentes, mesmo quando partilham o mesmo enquadramento teórico e combinam práticas. Esta diferença, quando relacionada com as características específicas das famílias/crianças e dos seus contextos de vida, pode ser considerada como uma prática recomendada e um procedimento de adequação à realidade social e cultural portuguesa. Reconheceram-se procedimentos dos profissionais que visam reunir informação da criança e da família, numa perspetiva holística e que, genericamente correspondem às recomendações internacionais. O estudo identifica práticas recomendadas.
- As crianças e a igualdade de oportunidades: riscos múltiplos, necessidades especiaisPublication . Gronita, JoaquimNo Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos foi oportuno reflectir sobre as políticas de prevenção existentes e do rumo que se perspectiva para as respostas a todas as crianças com necessidades especiais, sem excluir a dimensão preventiva. Isto, sob pena de estarmos a desrespeitar várias Declarações Internacionais de que somos signatários e de não estarmos a proporcionar a igualdade de oportunidades a todas as crianças . A Intervenção Precoce e a Educação Inclusiva são dimensões complementares da construção de uma sociedade inclusiva. As equipas já em funcionamento deverão manter os seus profissionais a fim de garantir a qualidade e a continuidade das relações já estabelecidas com as famílias. Sugere-se no que respeita à organização e gestão da Intervenção Precoce: o A supervisão técnica e exterior à equipa o E como nos aconselhou Bairrão & Almeida, em 2002, “partir das experiências positivas de alguns projectos integrados já existentes e procurar progressivamente alargá-las”, respeitando a diversidade existente. o A homogeneização dos aspectos metodológicos da intervenção, deverá ocorrer da avaliação e investigação, conforme acordo as práticas recomendadas O Estado deverá incrementar uma Avaliação Externa de todo o sistema de Intervenção Precoce por uma estrutura independente, com envolvimento de estabelecimentos do Ensino superior, efectivada num consórcio inter universitário. Todos quantos em Portugal têm contribuído para a implementação de respostas em Intervenção Precoce, no contacto directo com as famílias, já concluíram que esta resposta não se prescreve e também não se concretiza através de o chamado “trabalho com as famílias” que significa “convencer as famílias a fazer aquilo que os profissionais consideram mais adequado”. Constrói-se numa relação de parceria com a família, de acordo com o que ela sente necessário e de acordo com os recursos que consegue activar na comunidade.
- Desemprego, saúde mental e migração: revisão sistemáticaPublication . Gregoviski, Vanessa; Euzebio, Luiza; Monteiro, Janine; Areosa, João; Gronita, JoaquimRealizou-se uma revisão de estudos empíricos sobre a relação entre desemprego em migrantes e impactos na saúde mental. Selecionaram se 18 artigos para Análise Temática. Foram categorias: centralidade do trabalho/desemprego vs. vulnerabilidades múltiplas; enfoque psicopatológico vs. sociolaboral; tempo de migração; idioma; e interseccionalidades. Os artigos reafirmam danos à saúde como impacto do desemprego, dialogando majoritariamente com o enfoque psicopatológico. O desemprego necessita uma apropriada discussão relacionada à migração e à saúde mental. Os dados sumarizados indicam a complexidade do cenário, dos múltiplos causadores e agravantes.
- E quando atendemos crianças... diferentes: como podem os profissionais orientar as famílias com criança com deficiênciaPublication . Gronita, Joaquim; Pimental, Júlia; Matos, Cátia; Bernardo, Ana Cristina; Marques, JoanaAs crianças que se desenvolvem de uma forma harmoniosa e saudável são o melhor garante de futuro para qualquer sociedade. Porém, a pobreza, a exclusão social, a violência e tantos outros fenómenos com um forte impacto negativo no respeito pelos mais fundamentais direitos das crianças encontram nelas ainda uma grande vulnerabilidade apesar de todos os instrumentos legais e sociais que foram sendo criados para sua protecção. Continuam, ainda hoje, a ser muito impressionantes e reveladores da nossa incapacidade de cuidar dos mais novos os números relativos a crianças vítimas ou em risco de negligência, maus tratos ou abandono. Por tudo isto, a Fundação Calouste Gulbenkian, desde a sua criação, tem apoiado instituições, projectos e iniciativas que promovem o desenvolvimento equilibrado das crianças, muito particularmente daquelas que, por força das circunstâncias, se encontram em situações de maior vulnerabilidade ou em risco de exclusão. É o caso das crianças em risco de atraso de desenvolvimento, portadoras de deficiência, ou com necessidades educativas especiais. Geralmente as suas famílias vivem sentimentos de decepção, isolamento social, stress, frustração e desespero. Para ajudar estas crianças a superarem ou diminuírem as limitações que resultam dos atrasos de desenvolvimento é recomendado que se inicie, tão cedo quanto possível, uma intervenção multidisciplinar que inclua a prestação de serviços educativos, terapêuticos e sociais a estas crianças e às suas famílias. Foi neste quadro que a Fundação apoiou, ao longo de três anos, a realização, no concelho de Sesimbra, do projecto-piloto Intervenção Precoce – O Processo de Construção de Boas Práticas, para apoiar as crianças dos 0 aos 6 anos com deficiência ou atraso de desenvolvimento e suas famílias. O projecto foi executado pela Cercizimbra e coordenado pela Cooperativa TorreGuia tendo os respectivos resultados sido validados por uma avaliação independente realizada pelo Instituto Superior de Psicologia Aplicada. Como corolário de todo o trabalho e reflexão desenvolvidos no quadro do projecto, a Fundação decidiu apoiar a divulgação de informação relevante e de recomendações destinadas às famílias destas crianças e aos profissionais que com elas interagem. Esta brochura “E quando atendemos crianças diferentes” que agora publicamos foi preparada para dar resposta e orientação aos profissionais que na sua actividade se deparam com crianças com necessidades de acompanhamento especial.Damos, desta forma, continuidade a uma linha iniciada com a publicação da brochura “Os Nossos Filhos São Diferentes” dirigida aos Pais, contribuindo para disponibilizar informação necessária às famílias e aos profissionais para os ajudar a identificar, o mais precocemente possível, sinais de atrasos de desenvolvimento nas crianças e a poderem encaminhá-las para os Serviços competentes. Dado o interesse que esta brochura tem suscitado, a Fundação Calouste Gulbenkian toma agora a iniciativa de a reeditar e distribuir pelos profissionais que atuam nesta área. Cabe-nos agradecer à Professora Júlia Serpa Pimentel pelo papel fundamental que tem tido na divulgação destes materiais. Isabel Mota Administradora - Fundação Calouste Gulbenkian
