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Orientador(es)
Resumo(s)
O conhecimento didático não deve ser visto como um somatório ou justaposição de outros conhecimentos. Se, pelo lado do conhecimento disciplinar o cruzamento de saberes e da praxis, enraizados em quadros epistemológicos e às vezes mesmo em categorias ontológicas distintas, pode ser gerador de tensões propiciadoras ou não de reformulações, o problema adquire novas dimensões quando a este se junta o campo pedagógico, onde também existem subjacentes visões filosóficas e ideológicas que podem convergir em propostas com caraterísticas diferentes. As próprias tecnologias não podem ser analisadas como instrumentos per si, nem se esgotam na sua relação com a ciência. Há uma dimensão social e mesmo individual que afeta a nossa própria maneira de nos relacionarmos em sociedade. É neste quadro teórico que temos vindo a desenvolver um modelo de transposição didática para ambientes de eLearning. No presente trabalho, dedicamos a nossa atenção à coaprendizagem e à coinvestigação, enquanto processos que ajudam a exemplificar algumas situações do modelo antes referido. Para o efeito são analisados dois exemplos, apresentando-se e discutindo-se dados empíricos recolhidos durante a investigação. A recolha de dados foi suportada essencialmente pela técnica de análise de conteúdo. Os resultados permitem identificar a existência de problemas do foro da
didática que devem ser merecedores de atenção em futuros estudos.
Descrição
Congresso Internacional TIC na Educação. Tecnologias Digitais e a Escola do Futuro, realizado em Lisboa de 8-10 de setembro de 2016
Palavras-chave
Elearning Transposição didática Coaprendizagem Coinvestigação
Contexto Educativo
Citação
Editora
Universidade de Lisboa. Instituto de Educação
