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- A compreensão leitora mediada por tecnologias de informação e comunicaçãoPublication . Casanova, PrazeresO presente trabalho visa refletir sobre a compreensão leitora, princípios e diferentes estratégias a usar antes, durante e após a leitura de textos com recurso a outros espaços educativos, nomeadamente as tecnologias de Informação e comunicação. O mundo desenvolve-se em torno de linguagens. O mundo pula e avança com textos oficiais, mas também com pensamentos escritos nas diferentes plataformas das redes sociais (Twiter, Facebook,…). A compreensão leitora constitui um processo complexo de nível superior, fundamental para a aquisição de conhecimento no espaço educativo formal, o não formal e no informal. Não é raro ouvirmos alguém retratar-se: as palavras ditas, não significavam para o autor a interpretação dada pelos leitores/recetores. Nos alunos, a problemática da compreensão é muito importante, por vezes não compreendem o que leem, não conseguindo realizar aprendizagens significativas, nem responder assertivamente nos momentos de avaliação formativa ou sumativa. As dificuldades de compreensão leitora gera incapacidade de análise, reflexão, triangulação de dados, síntese e formulação de juízos críticos gerando iliteracia. Por vezes, os alunos, ao serem questionados, não respondem corretamente, contudo, verifica-se que sabiam os conteúdos, mas não entenderam a questão formulada. Realizámos um pequeno estudo exploratório com uma amostra de conveniência para aferirmos das diferentes estratégias utilizadas na compreensão leitora. Poderemos concluir que os princípios da compreensão leitora estão presentes, assim como a ocorrência de estratégias antes, durante e após a leitura de textos de diferentes géneros literários. Os professores terão, no espaço educativo formal, a missão de ajudar os alunos a serem leitores autónomos capazes de em espaços não formais e informais compreenderem a mensagem na sua plenitude. Parece-nos que quanto maior for o grau de atenção e de concentração dos alunos, maior será a sua capacidade de aquisição de competências de compreensão leitora.
- "Aprendizagem digital para ‘(re)imaginar uma direção positiva para a educação’ pós-covid”: uma ação de formação para professoresPublication . Cardoso, Teresa Margarida Loureiro; Bastos, Glória; Pestana, Filomena; Rocha, Ana Paula; Casanova, Maria Prazeres; Beaton, MhairiComunicação apresentada no MeetUP23 – 2º Encontro de Investigadores do LE@D – Inovação e Ciência, Categoria Projetos, 27 de maio de 2023, Sessão B1 | https://eventos.uab.pt/meetup23/
- Avaliação formativa digital: um estudo sobre perspetivas de alunosPublication . Casanova, Maria Prazeres; Amante, Lúcia; Oliveira, IsolinaO presente relatório visa apresentar uma investigação-ação sobre a perspetiva dos alunos ao realizarem tarefas de avaliação formativa mediadas por ferramentas digitais. O estudo insere-se na especialidade Educação a distância e elearning, tendo sido dado uma especial enfase à avaliação digital. Os desafios colocados à escola pelo uso de ambientes digitais pressupõem que os seus atores educativos, nomeadamente os professores, possuam skills que lhes facultem o uso de tecnologias digitais ao serviço de novas pedagogias e das necessidades educativas dos alunos. De modo a viabilizar o estudo, seguimos uma metodologia de investigação-ação em que a componente formativa foi significativa. Definimos os seguintes objetivos: identificar o modo como as dimensões da cultura de avaliação digital estão presentes nas práticas de avaliação dos alunos; identificar práticas de avaliação que os alunos consideram de maior utilidade na sua aprendizagem; compreender o modo como são promovidos o processo de regulação e o feedback, bem como se são utilizadas ferramentas digitais. No contexto da formação ministrada aos professores proporcionou-se a reflexão sobre as práticas de avaliação formativa mediadas pelo uso de tecnologias digitais em contexto blearning. Esta reflexão teve como quadro teórico o modelo PrACT da avaliação formativa alternativa digital, nas suas quatro dimensões-autenticidade, consistência, transparência e praticabilidade clarificadas pelos seus diversos critérios (Pereira A. , Oliveira, Tinoca, Pinto, & Amante, 2015)-e as experiências pedagógicas ocorridas em sala de aula. Neste processo foram privilegiados: a cooperação e a interatividade entre os alunos e entre professores e alunos, a criatividade, a flexibilidade na gestão do tempo para realização da tarefa e o feedback útil e atempado. Procurou-se que os professores adequassem as estratégias de avaliação formativa digital ao perfil dos seus alunos e que aplicassem instrumentos de avaliação diversificados. Os alunos consideraram as propostas avaliativas de grande utilidade para o desenvolvimento das suas aprendizagens especialmente pelas suas características formativas desenvolvidas em ambientes digitais.
- “Digital learning to (re)imagine a positive direction for post-COVID education”: european perspectivesPublication . Cardoso, Teresa Margarida Loureiro; Bastos, Glória; Pestana, Filomena; Rocha, Ana Sousa Gonçalves; Casanova, Maria Prazeres; Beaton, MhairiDuring the COVID-19 pandemic, the rapid shift to homeschooling and remote learning required educators to adapt to new ways of teaching, new technologies and new methods of communication. Thus, and because multiple challenges continue to be posed to education, namely in view of the expansion of digital resources, the RAPIDE project, an Erasmus+ project, funded by the European Union, has been in place aiming at: (i) an increase in educators’ ability and confidence to provide effective and inclusive digital learning opportunities; (ii) an increase in educators’ ability to manage change in their working practices; (iii) an increase in the ability of the wider community including parents, carers, other family members and other interested professionals to understand and support both educators and students in digital learning contexts. One of the ways of addressing those challenges is by Reimagining a Positive Direction for Education (RAPIDE), namely through teacher training, which we have provided within the activities of the aforementioned project. Therefore, it is our goal to present the short-term teacher training action that occurred during the learning event hosted in Lisbon, in January 2023, by the Universidade Aberta (Open University Portugal), in collaboration with the leading and other partner institutions of the RAPIDE project, and a School Association Training Center from the municipality of Loures, in the district of Lisbon. To this end, we will start by a brief theoretical framework of the training, mainly inspired by the European Framework for the Digital Competence of Educators: DigCompEdu (Redecker & Punie, 2017), and the Digital Education Action Plan (2021-2027) (European Union, 2020). These milestones also inspire the RAPIDE project, and its characterization is also foreseen. Adding to those two references, and due to its impact on the work of the Portuguese School Association Training Centers, we will also consider the Action Plan for the Digital Transition (Portuguese Republic, 2020), an initiative of the Portuguese government and a national project that has been guiding the school practices in Portugal, from 2020 onwards. Then, we will focus on European teachers’ narratives and perspectives on digital learning, collected from interviews done within the RAPIDE project, ultimately to anticipate paths for current and future post-covid education. To conclude, we hope that our short-term teacher training action will motivate other teachers and educators worldwide to continue to feed the reflection on digital learning, based on the narratives and perspectives previously mentioned, and to stimulate the exchange of testimonies and sharing of experiences on post-COVID digital learning, so as to foster a broader discussion on digital learning. In other words, we believe our short-term teacher training action can contribute to favor the reflection and the debate on digital learning in order to (re)discover answers and resources for an education that is adequate for the challenges of the 21st century.
- A avaliação formativa digital: projeto de intervenção numa escolaPublication . Casanova, Prazeres; Rocha, Ana Paula; Amante, Lúcia; Oliveira, IsolinaA avaliação formativa ocorre durante os processos de ensino e de aprendizagem. As tecnologias digitais facilitam a aplicação da avaliação formativa, mas também colocam inúmeros desafios quer aos professores quer aos alunos. A avaliação formativa mediada pelo uso de ferramentas digitais faculta trabalho colaborativo, tomada de novas decisões, execução de tarefas proporcionadoras de aprendizagem e feedback aos alunos. Esta comunicação visa apresentar uma intervenção a realizar numa escola secundária, através do desenvolvimento de um módulo de formação de professores acerca da avaliação formativa digital. A presente proposta, baseada numa metodologia de investigação-ação visa a melhoria das estratégias de avaliação formativa dos alunos, centrada nos processos e nas situações de ensino e aprendizagem com recurso a tecnologias digitais, procura contribuir para a execução, com qualidade, de uma ação de melhoria no contexto do Plano de Ação Estratégica, concretizando assim o Projeto Educativo da Escola e/ou para a sua reformulação. Com esta proposta de investigação-ação-formação espera-se que os professores aprofundem as suas práticas de avaliação formativa digital e, deste modo, participem na melhoria das aprendizagens dos alunos.
- Desenvolvimento e prevenção de riscos no uso de tecnologias digitaisPublication . Casanova, PrazeresO presente trabalho vem ao encontro do nosso desejo de conhecer o modo como as tecnologias digitais podem incrementar o desenvolvimento de adolescentes e de compreender quais os riscos que enfrentam ao navegarem na Internet, assim como descobrir fatores protetores de comportamentos de risco vividos. Os jovens dadas as suas vulnerabilidades, beneficiam da utilização de ferramentas digitais para promoverem as suas aprendizagens, mas encontram-se expostos a diferentes riscos. Os jovens com dificuldades e possuidores de barreiras poderão ter mais obstáculos para ultrapassar os desafios próprios do desenvolvimento humano, sobretudo se o envolvente não constituir um fator facilitador. Definimos como objetivos: 1. Conhecer formas de usar tecnologias digitais como promoção do desenvolvimento de adolescentes; 2. Identificar comportamentos de risco; 3. Descrever fatores protetores de adolescentes no uso de ferramentas digitais; 4. Compreender quais os riscos e os fatores protetores no uso de ferramentas digitais por alunos com necessidades educativas especiais. Realizámos um pequeno estudo exploratório com uma amostra de conveniência a partir da aplicação de um questionário a jovens utilizadores de uma rede social. Presume-se a necessidade de os alunos possuírem literacia digital que os torne aptos a usarem as diferentes ferramentas digitais mas também a ter comportamentos preventivos e protetores da sua integridade. A sua participação em fóruns e em redes sociais ocasionam novas oportunidades, acesso a novas práticas de entretenimento, de aprendizagem e de participação cívica. O uso de ferramentas digitais adaptadas à pessoa, ao conteúdo, e/ou ao contexto podem ser elementos promotores de motivação no desenvolvimento de aprendizagens, de compreensão leitora e escritora de interação com o contexto, de autoconfiança, de imaginação e de autonomia. A utilização de ferramentas digitais por alunos com necessidades educativas especiais requer dos professores formação quer em hardware, quer em software passível de ser aplicado na promoção de aprendizagens de modo a apresentar desafios progressivos, mas adaptados ao ritmo e necessidades educativas e formativas de cada um dos alunos, fomentando a atenção, a concentração, a motivação e o empenho na aprendizagem.
- Formative assessment a research based on a teachers training course in a blearning environmentPublication . Rocha, Ana Paula; Casanova, Maria Prazeres; Amante, Lúcia; Oliveira, Isolina; EDENIn this article we present a research project whose results are the outcome of a teachers’ training course, for the practice of formative assessment, with the use of digital tools, applied to students from the third cycle, of basic education, to secondary education. Our key question, “How is formative assessment put into practice in the classroom of the teachers involved in our training workshop?”, stemmed from the following core objectives: understanding if teachers integrate the technological dimension into the design of their students’ assessment and perceiving the sort of digital tools they use to promote teaching and the regulation of the students’ learning. The focus of our training course, developed as a workshop, was to understand how the teachers’ practices had changed after attending the course. The study was developed as a qualitative and interpretive research and the teachers’ training plan was elaborated in an action-research model. The collected data was triangulated from multiple sources in order to capture the complex and multi-faceted aspects of the pedagogical work. The results offered evidence of the potentialities and constraints of the students’ formative assessment, grounded on digital learning platforms, and the ways teachers incorporate certain digital tools into their practices.
- Avaliação de alunos: um modelo de formação de professores para a melhoria das aprendizagens em B-learning no 3.º ciclo e secundário.Publication . Rocha, Ana Paula; Oliveira, Isolina; Amante, Lúcia; Casanova, PrazeresA presente investigação-ação, de caraterísticas qualitativas, constitui um estudo desenvolvido na formação de professores, segundo o modelo b-learning, conjugando contextos de aprendizagem digital e colaborativa com conceitos do domínio da avaliação. O quadro de referência da avaliação de competências em ambiente digital constituiu a matriz conceptual, segundo a qual as propostas de avaliação, o seu desenho, execução e feedback são mediados pelas tecnologias, promovendo a autorreflexão, a metacognição e o desenvolvimento pretendido. Desenhámos um plano formativo com dois objetivos: obter conhecimento sobre o modo como é praticada a avaliação de natureza formativa, no quotidiano das salas de aula do 3º ciclo e ensino secundário, e proporcionar desafios aos professores para a integração de novas modalidades de avaliação da aprendizagem dos alunos. A recolha de dados apontou evidências sobre as potencialidades e constrangimentos do recurso a este cenário de aprendizagem e avaliação. Os resultados permitiram caraterizar as práticas de avaliação dos professores, ainda de natureza tradicional, o modo como começam a incorporar as tecnologias na avaliação dos alunos e o tipo de ferramentas digitais que utilizam na regulação das aprendizagens, indicativo de escassa fluência no seu domínio.
- Ética nas comunidades de investigaçãoPublication . Casanova, Maria Prazeres; Rocha, Ana PaulaTodo o investigador, comprometido com uma investigação científica, deve assumir comportamentos éticos na consecução do seu trabalho, em prol do conhecimento científico. Usufruindo de liberdade, na seleção de práticas e princípios, precisa de estar ciente da sua responsabilidade e exercer boas práticas que beneficiem todos os envolvidos. O presente texto aborda os princípios éticos e as boas práticas desenvolvidas nas comunidades de investigação, essenciais ao processo de investigação. Apresenta ainda a enumeração das principais violações do princípio da integridade das comunidades de investigação, avançando possíveis formas de atuar. Por fim, elenca os desafios práticos, éticos e intelectuais, que requerem a adoção de procedimentos, alicerçados em princípios éticos, primordiais na investigação, para todas as áreas que produzem conteúdos científicos.
- Avaliação formativa digital: um estudo sobre perspetivas de alunosPublication . Casanova, Prazeres; Amante, Lúcia; Oliveira, Isolina