Arte / Art
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Percorrer Arte / Art por autor "Bello, Maria do Rosário Lupi"
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- A beleza pode "educar"?: na companhia de Sophia de Mello Breyner AndresenPublication . Bello, Maria do Rosário LupiConsiderações sobre o valor estético e existencial da literatura, em particular da poesia, partindo do exemplo da autora Sophia de Mello Breyner Andresen.
- Belle Toujours: a beleza eterna do cinema como teatro da vidaPublication . Bello, Maria do Rosário LupiAnálise do filme de Manoel de Oliveira "Belle Toujours" e do conceito de teatro na filmografia do realizador.
- Carl Th. Dreyer: o cinema como reportagem e o realismo psicológicoPublication . Bello, Maria do Rosário LupiCarl Th. Dreyer (1889-1968) foi um realizador dinamarquês cuja obra evidencia características clássicas de depuramento formal, contenção e consistência. Embora filmasse predominantemente em espaços interiores e até frequentemente privados, Dreyer proclamava a importância de o cinema "voltar à rua", como forma de reportagem, e de o realizador se assumir como o fotógrafo discreto que capta o real enquanto acontece. Este artigo pretende tratar esta noção, bem como o conceito de "realismo psicológico" a ela associado, com as principais implicações estéticoestilísticas encontráveis na obra de Dreyer, fornecendo alguns exemplos a partir do filme Ordet/A Palavra (1955).
- O cientista e a sua criatura : representações do humano na ficção científica literária e fílmicaPublication . Bello, Maria do Rosário LupiO conceito de "humano" em diversas obras de literatura e de cinema no âmbito do género "ficção científica", nomeadamente "1984", "Village of the Damned", "Moon".
- O cinema: arte de crise ou de desenvolvimento? Uma reflexão e alguns exemplosPublication . Bello, Maria do Rosário Lupi
- A Corte do Norte: do livro ao filmePublication . Bello, Maria do Rosário LupiJoão Botelho adaptou ao ecrã o livro A Corte do Norte (1987) de Agustina Bessa-Luís, cujo argumento tinha previamente sido elaborado por José Álvaro de Morais, realizando o filme em 2008. A história baseia-se na vida da famosa actriz de teatro do século XIX Emília das Neves e sobrepõe simbolicamente várias gerações de mulheres entre 1860 e 1960, criando relações implícitas e explícitas entre elas e desenvolvendo-se em torno de uma morte misteriosa. Com a ilha da Madeira como cenário, a paisagem assume um importante papel ao nível do significado, acentuando o sentido de mistério que perpassa ao longo de todo o filme. A sobreposição de diversos planos temporais, a correspondente identificação entre as várias personagens femininas e o peso do texto literário atribuem à obra fílmica um tom universal e onírico, pese embora a base histórica que a sustenta. Tal como a Bessa- Luís, também a Botelho interessou representar o lugar da mulher no mundo, tanto nas suas implicações sociais e políticas quanto nas que se prendem com a sua dimensão de mistério.
- Da visão literária da guerra à sua leitura fílmica : as invasões napoleónicas no cinema em PortugalPublication . Bello, Maria do Rosário Lupi; Terenas, Gabriela Gândara
- De l’exil comme histoire à l’exil comme condition: les figures féminines dans Tabu, de Miguel GomesPublication . Bello, Maria do Rosário Lupi
- Diário de um Pároco de Aldeia/Journal d'un Curée de Capagne (1951), Robert Bresson: plano inicial [00:02:06 / 00:02:22]Publication . Bello, Maria do Rosário LupiAnálise do primeiro plano do filme de Robert Bresson, "Diário de um Pároco de Aldeia".
- Os "dois ofícios dos olhos": ver e chorar no cinema: alguns exemplosPublication . Bello, Maria do Rosário LupiPartindo da afirmação do padre António Vieira sobre o facto de «só os olhos [terem] dois ofícios: ver e chorar», o presente ensaio procura interrogar o modo como o cinema, arte da visão, repre- senta o choro. Para tal usa-se o exemplo de vários filmes — Stromboli (1950) de Roberto Rossellini, Blade Runner (1982) de Ridley Scott, Belle de Jour (1967) de Luis Buñuel, Belle Toujours (2006) e Palavra e Utopia (2000), ambos de Manoel de Oliveira, Tabu (2012) de Miguel Gomes e ainda a breve referência a outras obras — nas quais as lágrimas apresentam um valor simbólico variável, mas sempre decisivo na sua economia significativa. Desta forma procura-se compreender e aprofundar o paradoxo constitu- tivo da ontologia do cinema enquanto arte icónica e temporal que, em última instância, busca a visibi- lidade do invisível.
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