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- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiro livro de botânicaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Paiva, JorgeOs atributos medicinais e comestíveis das plantas são conhecidos, estão documentados e registados por escrito há muitos séculos. [...] Um dos méritos de Garcia de Orta foi ter estudado cuidadosamente as plantas e respetivas qualidades terapêuticas ou comestíveis, procurando, também, demonstrar a falsidade de muitas das fabulações correntes na época.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiros textos de pré-história, história e heráldicaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Trindade, Cristina; Moreira, Filipe Alves; Cardoso, João Luís; Paolinelli, Luísa Marinho Antunes; Sameiro, Pedro; Carita, RuiIV Crónica Breve de Santa Cruz de Coimbra; História de Portugal, de Fernando Oliveira; Troféus Lusitanos, de António Soares de Albergaria; Da Existência do Homem em Épocas Remotas no Vale do Tejo, de Francisco A. Pereira da Costa; Portugal Pré-Histórico, de José Leite de Vasconcelos.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiros escritos de geografia e ecologiaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Pelúcia, Alexandra; Rodrigues, Alexandra Soares; Costa, João Paulo Oliveira e; Pereira, José Miguel; Gama, Orlando; Soromenho-Marques, ViriatoEsmeraldo de Situ Orbis, de Duarte Pacheco Pereira; Descrição do Reino de Portugal, de Duarte Nunes do Leão; Memória sobre a Necessidade e Utilidades do Plantio de Novos Bosques em Portugal, de José Bonifácio de Andrada e Silva.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiros relatos de viagens e descobrimentoPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Pelúcia, Alexandra; Costa, João Paulo Oliveira e; Abreu, Luís Machado deCarta de Bruges, do Infante D. Pedro; Crónica da Guiné, de Gomes Eanes de Zurara; Relação da Viagem de Vasco da Gama; Carta de Pêro Vaz de Caminha.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiro livro de cozinhaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Braga, Isabel DrumondComparativamente com outros espaços europeus, em Portugal, antes do século xx, a publicação de livros de receitas culinárias foi escassa. O mesmo se pode afirmar em relação à preservação de manuscritos, quer de origem leiga, quer de origem conventual, destinados a uso particular de grandes casas e de espaços conventuais e monásticos. Se a obra dedicada à culinária que mais sensação causou ao longo dos tempos tem sido o chamado Livro de receitas da infanta D. Maria, que só conheceu os prelos na época contemporânea, os receituários conventuais também têm despertado interesse, em especial nos últimos anos. No passado, foi necessário esperar pela segunda metade do século xvii, concretamente por 1680, para se editar o primeiro livro de cozinha em Portugal. Tratou- se exatamente da Arte de cozinha, da autoria de Domingos Rodrigues.
- Historiografia antijesuítica em Portugal antes da restauração da Companhia de JesusPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, CarlosA história da Companhia de Jesus está ligada à história de Portugal dos últimos 500 anos. Portugal foi a primeira monarquia a acolher e a patrocinar, através do Rei D. João III, a novíssima Ordem de Santo Inácio. Em terras lusitanas a Companhia encontrou espaço para uma afirmação fulgurante. Mas, por ironia da história, também foi a monarquia portuguesa que, em 1759, pela mão do marquês de Pombal, iniciou a sequência de expulsões dos Jesuítas que culminaria na sua extinção universal pelo Papa Clemente XIV, em 1773. Os Jesuítas atraíram desde cedo admiradores incondicionais; mas, por outro lado, o seu fulgurante sucesso gerou uma corrente de adversários que viam na ação da Companhia um fator de atraso e de ruína do país. Esta relação de amor-ódio reflete-se na historiografia.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeira arte de retóricaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Pereira, Belmiro FernandesA linguística cognitiva, a semiótica, a psicanálise e a hermenêutica muito contribuíram para a recuperação da retórica enquanto arte cognata de diferentes ramos do saber linguístico, literário ou filosófico. Ao mesmo tempo, a teorização moderna da metáfora não deixou de correr no velho leito da retórica clássica. Ora se acentua a redução da retórica à elocução, em certa preceptística greco-romana, no ramismo quinhentista, no beletrismo do século xviii, nas estilísticas do século xx; ora o estudo da metáfora busca uma conceção holística da retórica, assente, como advogam Perelman, Gadamer, Ricoeur, num regresso a Aristóteles, que faz da metáfora a estrutura básica da palavra, do discurso e do pensamento. [...] à necessidade de oferecer um método de elaboração de conceitos engenhosos, procurou responder a Nova arte de conceitos, que, com o título de Licções academicas, Francisco Leitão Ferreira ditou e explicou na Academia dos Anónimos de Lisboa. As doze primeiras lições foram dadas à estampa em Lisboa, na Oficina de António Pedroso Galrão, em 1718; a segunda parte, com mais dezoito lições, saiu a lume na mesma casa impressora em 1721. Trata-se de uma obra fundamental para a teorização do barroco literário, de um excelente indicador do contexto em que se cristaliza a estética barroca e de transformações que já poderão conter os germes da reação antibarroca e neoclássica.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiras narrativas de naufrágiosPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Moniz, AntónioOs relatos de naufrágios, que o coletor do século xviii Bernardo Gomes de Brito intitulou de modo expressivo História trágico-marítima, integrando- se na chamada literatura de viagens, da qual os escritores portugueses foram pioneiros, podem configurar-se como uma variante especializada daquela, com características próprias, e que privilegia a ótica trágica, ao mesmo tempo que potencia a vertente pedagógica, como aviso proléptico a evitar as causas de tais acontecimentos. [...] A coletânea compreende 12 relatos de naufrágios, de vários autores, ocorridos entre 1552 e 1602, e publicados entre 1554 e 1604, em edições avulsas ou integradas em crónicas, como as Décadas da Ásia de Diogo do Couto (relato iv, início do v e ix). A obra História trágico-marítima é publicada em Lisboa, em 1735 e 1736, dedicada ao rei D. João V, fundador e protetor da Academia Real da História. Esta coletânea, enquanto tal, revela um pioneirismo que se destaca e que se expressa igualmente pelo impacto que a receção destes relatos causava na sociedade dos séculos xvi a xviii como reconhecimento de uma memória histórica e identitária nacional.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiros tratados de pinturaPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Monteiro, Patrícia; Serrão, VítorA tratadística sobre a arte da pintura em Portugal nos séculos xvi e xvii não abunda de protagonistas e de textos verdadeiramente significativos. Salvo os escritos de Francisco de Holanda e de Félix da Costa Meesen, não dispomos de uma produção original de testemunhos estéticos sobre a essência dessa arte, para além do que marginalmente integra os receituários e os manuais práticos de trabalho de pintores, iluminadores e desenhadores. Se é verdade que circulavam e eram lidos os exemplares da mais relevante tratadística italiana, castelhana, flamenga e francesa sobre arquitetura e sobre pintura, o que se verifica é que, à dimensão interna do país, pouco de original se escreveu que não fossem traduções ou reapropriações de ideias prevalecentes.
- Obras Pioneiras da Cultura Portuguesa: primeiros escritos de medicina, farmácia e enfermagemPublication . Franco, José Eduardo; Fiolhais, Carlos; Borges, Augusto Moutinho; Pita, João Rui; Ribeiro, Luís GonzagaFarmacopeia Lusitana (1704), de Caetano de Santo António; Postila Religiosa e Arte de Enfermeiros, de Diogo de Santiago; Postila de Anatomia, de Manuel Constâncio.