Repository logo
 

História, Arqueologia e Património | Capítulos/artigos em livros internacionais / Book chapters/papers in international books

Permanent URI for this collection

Browse

Recent Submissions

Now showing 1 - 10 of 83
  • A "Fortuna" como signo de um discurso imperial no Portugal do século XVI
    Publication . Avelar, Ana Paula; Avelar, Ana; Cardoso, João Luís; Sales, José das Candeias
    Ao longo deste ensaio analisa-se o modo como a Fortuna se constituiu no século XVI como signo construtor de um discurso imperial no Portugal de Quinhentos, atendendo, para além do conteúdo ontológico deste signo, aos conceitos de milenarismo e messianismo. Interpretar-se-á o discurso imperial consubstanciado nas Histórias gerais redigidas no século XVI sobre a presença portuguesa nos espaços extra-europeus. Nesta análise discursiva atender-se-á á centralidade que ganhou no discurso historiográfico de Fernão Lopes de Castanheda, na impressão de 1554 do primeiro livro da História do Descobrimento e Conquista da Índia pelos Portugueses, a tradição sibilina vertida na incorporação de um capítulo sobre a profecia de sibila Cumea, no momento em que Nicolau Coelho, que partira com Vasco da Gama para Portugal em 1498, noticia o sucesso desta viagem e informa D. Manuel da sua próxima chegada. Esta incursão discursiva demonstra como historiograficamente se expõe um desígnio dinástico.
  • El gosto português por los azulejos en los interiores palaciegos
    Publication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Diez del Corral, Pilar; Pacheco, Milton; Molina, Alvaro
    O estudo da casa nobre nas suas diferentes dimensões tem merecido nos últimos anos uma atenção especial da historiografia de arte portuguesa, reunindo hoje um vasto conjunto de estudos de referência e apresentando–se, cada vez mais, como área de investigação consolidada. Abordando a caracterização das suas morfologias e desenho arquitetónico, estes estudos empenharam-se ainda num esforço de sistematização e aprofundamento das suas vivências interiores e exteriores, conhecimento fundamental para a percepção articulada da coerência, entre os programas distributivos e a respetiva decoração. O artigo deste livro procura abordar o entendimento e perceção da articulação dos azulejos com a ocupação, transformação e vivência do espaço da casam, destacando o seu papel enquanto um investimento artístico da habitação nobre setecentista.
  • Das casas nobres dos viscondes de Coruche em Lisboa: Largo da Academia de Belas Artes
    Publication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa Campos; Carita, Helder; Pessoa, Ana
    O estudo que aqui apresentamos surge na sequência e como complemento da investigação que temos vindo a desenvolver sobre o património dos Marqueses de Alegrete, em especial a Quinta Alegre ( sita na Charneca do Lumiar), cuja construção tem sido atribuída ao 1º marquês de Alegrete – Manuel Telles da Silva ( 1641-1709). Esta quinta terá passado para José Bento de Araújo (?-1844) que aparece sempre referido como seu proprietário no século XIX , e a quem é imputada também a sua reconstrução neste período - “ Homem de negócio conhecido e acreditado nas praças de commercio nacionais, como estrangeiras”, terá construído uma imensa fortuna, e um valioso património imobiliário em Lisboa, que viria a ser herdado pelos seus sobrinhos António e Joaquim Pereira da Costa e por uma sobrinha Maria da Assunção Pereira da Costa, Viscondessa de Coruche pelo seu casamento com Caetano da Silva Luz ( 1842-1904). Desse imenso património fazem parte uma morada de casas nobres na Rua de São Francisco e Largo da Biblioteca Pública (hoje Largo da Academia Nacional de Belas Artes) que ser tornaria a principal residência da família, e que ao longo dos anos foi traduzindo a evolução do gosto de uma nova aristocracia oitocentista em Lisboa. Neste contexto, iremos abordar não só a evolução arquitetónica do edifício ( ainda hoje uma referência icónica no espaço em que se situa), como também as campanhas decorativas nele integradas.
  • Das casas nobres dos viscondes de Coruche em Lisboa: Largo da Academia Nacional de Belas Artes
    Publication . Coelho, Teresa Campo; Câmara, Maria Alexandra Gago da
    O estudo que aqui apresentamos surge na sequência e como complemento da investigação que temos vindo a desenvolver sobre o património dos Marqueses de Alegrete, em especial a Quinta Alegre ( sita na Charneca do Lumiar), cuja construção tem sido atribuída ao 1º marquês de Alegrete – Manuel Telles da Silva ( 1641-1709). Esta quinta terá passado para José Bento de Araújo (?-1844) que aparece sempre referido como seu proprietário no século XIX , e a quem é imputada também a sua reconstrução neste período - “ Homem de negócio conhecido e acreditado nas praças de commercio nacionais, como estrangeiras”, terá construído uma imensa fortuna, e um valioso património imobiliário em Lisboa, que viria a ser herdado pelos seus sobrinhos António e Joaquim Pereira da Costa e por uma sobrinha Maria da Assunção Pereira da Costa, Viscondessa de Coruche pelo seu casamento com Caetano da Silva Luz ( 1842-1904). Desse imenso património fazem parte uma morada de casas nobres na Rua de São Francisco e Largo da Biblioteca Pública (hoje Largo da Academia Nacional de Belas Artes) que ser tornaria a principal residência da família, e que ao longo dos anos foi traduzindo a evolução do gosto de uma nova aristocracia oitocentista em Lisboa. Neste contexto, iremos abordar não só a evolução arquitetónica do edifício ( ainda hoje uma referência icónica no espaço em que se situa), como também as campanhas decorativas nele integradas.
  • O Antropocénico: perceção acerca da influência das oscilações climáticas com base no estudo de caso de uma microcredencial TIA (Tourism International Academy) da Universidade Aberta
    Publication . Pereira, Olegário Nelson Azevedo; Bastos, Rosário; Mendes, João Ribeiro; Mendes, Maria do Carmo; Leão, Isabel Ponce de; Mendes, Rui Paes
    A questão do Antropocénicono coloca-se com especial acuidade a partir do momento em que as chamadas “alterações” climáticas surgem a pari passu nas abordagens da Academia, dos media, nas redes sociais, e/ou nas conversas da população em geral. Com mais ou menos equívocos, todos acabamos por ter ideias sobre o tema das alterações climáticas, embora o conceito de Antropocénico não esteja ainda muito divulgado e, mais relevante, cientificamente aceite pelo órgão competente, a saber, a Comissão Internacional de Estratigrafia (subcomissão da União Internacional das Ciências Geológicas), a qual assume como a última era geológica, consensualmente definida, o Holocénico, no final da qual surge o Homo sapiens. Não obstante, alterações climáticas sempre existiram e quanto ao Antropocénico, alguns cientistas tendem a colocar o seu início no Neolítico, considerando que a agro-pastorícia foi a primeira atividade humana a provocar alterações antrópicas no ambiente. Mas qual a perceção que as pessoas, em Portugal, na segunda década do século XXI - e com algum nível de escolaridade - têm destas questões? A emergência de uma linha de fundos do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) criada pela união europeia, com especial enquadramento no item Tourism, International Academy, permitiu a criação na Universidade Aberta de um curso gratuito, de pequena duração (2 meses), creditado para 3 ECTs (Sistema Europeu de Transferência e Acumulação de Créditos), totalmente online e assíncrono, direcionado exatamente para estas questões, numa diacronia de largo espectro e com especialistas/formadores provenientes da área da Arqueologia, História e Gestão. Intitulou-se: “As alterações climáticas, a evolução humana e o empreendedorismo no turismo histórico”. Para frequência do curso era exigido aos formandos que tivessem no mínimo o 12º ano de escolaridade e residência fiscal no território português. A adesão foi significativa de modo que está já em marcha uma reedição deste curso. Detetou-se a avidez de conhecimentos nesta área profundamente interdisciplinar e a assiduidade nos fóruns de discussão da sala de aula virtual foi assinalável independentemente da cronologia ou temáticas em análise. O perfil dos formandos é diferenciado, quer em termos etários, geográficos, académicos, como profissionais e é de enfatizar que, dos 32 inscritos, 60% concluíram o curso com sucesso. Convém, agora, escalpelizar os dados e evidenciar as principais interrogações dos formandos, como mera amostragem ad hoc das questões levantadas pela generalidade das pessoas acerca das oscilações climáticas, pedra de toque do Antropocénico.
  • Le Portugal
    Publication . Cardoso, João Luís
    L’estuaire du Tage est la région d’Europe avec la plus grande concentration de gobelets maritimes. C’est pourquoi plusieurs préhistoriens du xxe siècle, ont défendu une origine du gobelet maritime dans cette région. Dans ce contexte, les datations radiocarbone, en particulier celles de la cabane FM du site de Leceia à Oeiras, attestent une apparition du Campaniforme autour de 2750-2700 BC, à une période où les gobelets maritimes coexistaient déjà avec d’autres productions régionales campaniformes.
  • The epic discourse as an expression of “Homesickness” for a mediterranean world: Jerónimo Corte-Real and the Battle of Lepanto
    Publication . Avelar, Ana Paula; Tavim, José Alberto da Silva, Cunha, João Teles e; Cunha, João Teles e
    This essay examines how a specific epic discourse, Jerónimo Corte Real’s Felicissima victoria concedida del cielo al senor don Iuan d’Austria, en el golfo de Lepanto de la poderosa armada Othomana. En el anno de nuestra salvacion de 1572 (1578), embraces the “homesickness” for a “Mediterranean World”, where the unchallenged power of Christianity would prevail. We follow the Braudelian perspective of how “the Inland Sea” had become another place for Philip II’s Spain, with the Atlantic Ocean acquiring the status of “centre of the Earth”, in order to raise the question of whether the Battle of Lepanto was embodied as a sign of a nostalgic Mediterranean World. Anchored in concepts such as “homesickness”, nostalgia, and memory, we analyze the shaping of an epic discourse, through one military action: Lepanto’s battle. In Corte-Real’s poetic account of a historical event, the ideas and emotions built upon the notion of belonging, hospitality and loss are also revealed.
  • Leonardo Turriano e la produzione in fabbrica in Portogallo nel primo quarto del XVII secolo. Il suo contributo al complesso tecnologico-militare di Barcarena (Oeiras)
    Publication . Cardoso, João Luís; Alessandrini, Nunziatella; Russo, Mariagrazia; Sabatini, Gaetano
    João Luís Cardoso presenta nel suo saggio la figura di Leonardo Turriano, ingegnere cremonese che contribuì significativamente alla produzione industriale portoghese nel XVII secolo, in particolare nella progettazione del complesso tecnologico-militare di Barcarena (Oeiras). La fabbricazione di polvere da sparo, documentata in Portogallo già dal XV secolo, crebbe durante l’espansione ultramarina, rendendo necessaria l’importazione di salnitro dall’India. Nel 1617, Turriano fu incaricato dal Conselho da Fazenda di costruire un impianto per la produzione di polvere da sparo. Il sito, logisticamente vantaggioso per la vicinanza al Tago e a Lisbona, divenne operativo nel 1618. L’opera testimonia l’ingegno di Turriano, figura chiave nel panorama scientifico e tecnologico portoghese dell’epoca.
  • Maria Leonor de Brito Guimarães (Amadora, 16/03/1909 – Lisboa, 29/08/1977)
    Publication . Melo, Daniel; Cervantes, Biblioteca Virtual Miguel de
    Verbete biográfico, em língua espanhola, dedicado à editora portuguesa Maria Leonor de Brito Guimarães (Amadora, 16/03/1909 – Lisboa, 29/08/1977) e publicado no portal digital Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes - Portal Editores y Editoriales Iberoamericanos (siglos XIX-XXI) - EDI-RED, Alicante, Biblioteca Virtual Miguel de Cervantes, 2024, 4 fls.