Política de Língua e Planeamento Linguístico / Language Planning and Policy
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Comunidade de investigação que se destina a desenvolver, aprofundar, divulgar e discutir os trabalhos científicos no domínio da Política de Língua e Planeamento Linguístico.
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Percorrer Política de Língua e Planeamento Linguístico / Language Planning and Policy por Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) "04:Educação de Qualidade"
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- Afinidades linguísticas e culturais: o caso do francesismoPublication . Gonçalves, Luís Carlos Pimenta; Silva, Mário Filipe da; Almeida, Carla Aurélia de; Silva, Paulo Nunes daOs dicionários de Língua Portuguesa registam duas principais aceções do termo “francesismo”, uma que diz respeito ao uso da língua, o galicismo, e outra de índole mais cultural com conotação negativo, a imitação excessiva de costumes francesas. Júlio Dinis parodia estes abusos ao criar uma personagem com traços de franchinote na comédia O Casamento da Condessa de Amieira que pontua frases declarando: “como dizem os franceses”. É de usos e desusos em autores portugueses acusados de francesismo ou simplesmente usando galicismos de que falaremos nesta comunicação.
- Aspetos de política de língua e gestão linguística: notas sobre Portugal e a gestão linguística da língua portuguesaPublication . Silva, Mário Filipe daSão abordados aspetos de política de língua que têm marcado a evolução da organização e gestão da promoção e difusão da língua portuguesa no Mundo, no período democrático do pós 25 de Abril, numa análise da programação dos sucessivos governos portugueses numa perspetiva de construção políticas públicas neste domínio de intervenção.
- (de)colonialidade curricular na formação de professores de línguasPublication . Lins Jr., José; Silva, Mário Filipe daVideoconferência no âmbito do Pós-doutoramento em Estudos Portugueses
- Dia Mundial da Língua PortuguesaPublication . Universidade Aberta; Silva, Mário Filipe da; Pires, Luís; Dias, Isabel de BarrosConferência comemorativa do Dia Mundial da Língua Portuguesa realizada na Universidade Aberta em 5 de maio de 2023. Intervenções dos professores Mário Filipe e Isabel Barros Dias e do doutorando Luís Pires.
- Língua portuguesa em contexto migratório: orgulho ou desinteresse?Publication . Marques, Isabelle SimõesEste artigo propõe uma abordagem sociolinguística das práticas linguísticas das comunidades portuguesas em contexto migratório, enfatizando o papel da língua como marcador identitário, elo intergeracional e instrumento de pertença cultural. Em contraste com análises linguísticas tradicionais de base estruturalista e descritiva, a reflexão aqui desenvolvida centra-se em enquadramentos ideológicos e em relações de poder que moldam a produção e avaliação das práticas linguísticas. Defendemos que a norma-padrão não é a única referência legítima e que a língua portuguesa falada fora de Portugal, em contexto de língua de herança, deve ser reconhecida como uma prática plural, situada e legitimamente heterogénea. Discutimos como os falantes em contexto de migração operam com repertórios plurilingues complexos e contextualmente adequados, desafiando ideologias deficitárias que os estigmatizam como “falantes incompletos”. O artigo conclui com a defesa de políticas linguísticas e educativas mais inclusivas e pluricêntricas, que valorizem a diversidade do espaço lusófono e promovam a justiça sociolinguística, reconhecendo as comunidades migrantes como agentes ativos da vitalidade da língua portuguesa fora de Portugal.
- A língua portuguesa em democraciaPublication . Correia, Margarita; Silva, Mário Filipe da; Almeida, Carla Aurélia de; Silva, Paulo Nunes daNesta apresentação pretendo destacar alguns efeitos que 50 anos de regime democrático tiveram sobre o estatuto internacional do português, na atualidade.
- A língua portuguesa no espelho: perspetivas e desafios na nova geopolítica globalPublication . Mendes, Edleise; Silva, Mário Filipe da; Almeida, Carla Aurélia de; Silva, Paulo Nunes daO movimento de expansão, valorização e projeção do português nas primeiras décadas do século XXI tem contribuído para reposicionar a língua na nova geopolítica global, impulsionando-a, cada vez mais, como idioma de comunicação global. Além disso, há cada vez mais a compreensão de que línguas como o português são importantes recursos para o desenvolvimento dos países, com impactos em diversos setores da sociedade, especialmente em um mundo digitalizado. A partir desse cenário, em minha fala discutirei algumas perspetivas e desafios sobre o presente-futuro da língua, na perspetiva das políticas para a sua promoção e difusão, do seu potencial científico e cultural e da educação linguística em língua portuguesa, considerando-se o seu caráter pluricêntrico, diverso e multidimensional.
- A língua portuguesa para além dos númerosPublication . Silva, Mário Filipe daA Língua Portuguesa na sua dimensão maior e plural, uma língua que fruto da história dos seus falantes conhece hoje uma dimensão global não negligenciável no contexto das línguas de comunicação global, celebra anualmente, o seu dia mundial. Responsabilidades e consequências.
- Línguas e culturas nas comunicações de exportação : para uma política de línguas estrangeiras ao serviço da internacionalização da economia portuguesaPublication . Salomão, Ricardo; Marques, Maria Emília Ricardo; Hagen, StephenO processo de globalização a que assistimos tem vindo a provocar transformações profundas. A crescente internacionalização das economias vem determinar uma crescente importância – e valor – às competências em Línguas e Culturas. Especialmente num contexto global que impele fortemente a economia portuguesa para a internacionalização, as Línguas e Culturas nas Comunicações de Exportação revelam-se um factor vital para o necessário desenvolvimento das trocas comerciais além das nossas fronteiras. A provisão destas competências tem sido tradicionalmente concebida a nível dos sectores da educação e da formação. Propõe-se neste estudo uma intervenção mais centrada no seio dos exportadores, procurando sensibilizá-los para a sua importância, intervindo assim no âmbito da procura, de forma a dinamizar igualmente a oferta. Tendo em conta a ausência de estudos de necessidades destas competências junto dos exportadores portugueses, tornou-se necessário caracterizar a realidade portuguesa neste domínio e identificar instrumentos de acção que garantam a identificação, a análise e a validação dos recursos necessários no domínio das Línguas e Culturas, e, com especial atenção para a posterior provisão. Assim, esta pesquisa tem como Objectivo Central: Identificar e caracterizar um instrumento que poderá apoiar e incentivar as Empresas Exportadoras portuguesas a definirem uma estratégia de comunicação (que lhes permita actuar nos mercados estrangeiros, beneficiando do domínio das respectivas Línguas e Culturas) e que, ao mesmo tempo, constitua o suporte estruturante ao serviço de uma Política de Línguas Estrangeiras Portuguesa. Procura-se, em consequência, articular este objectivo central com os seguintes cinco Objectivos Específicos: Caracterizar a área científica da Política de Língua e do Planeamento Linguístico em geral, e da Política de Línguas Estrangeiras, em particular. Identificar e caracterizar as necessidades, em Línguas e Culturas estrangeiras, das empresas exportadoras portuguesas Identificar, descrever e avaliar instrumentos de acção, de preferência já testados em outros países, construindo um modelo de adaptação à realidade portuguesa. Identificar e caracterizar outros instrumentos importantes para a prossecução de uma política de provisão de competências em Línguas e Culturas Estrangeiras, política essa sintonizada com as necessidades das empresas exportadoras portuguesas. Desenhar um modelo funcional concertado dos instrumentos de provisão de Línguas e Culturas no âmbito de uma Política de Línguas Estrangeiras. Seguindo uma metodologia de Pesquisa de Desenvolvimento, foram utilizadas diversas técnicas de investigação. Procurou-se caracterizar o universo das necessidades de formação em línguas e culturas das empresas exportadoras portuguesas, através de dois inquéritos, um de natureza quantitativa e outro de natureza qualitativa, através ainda de diversas entrevistas, algumas das quais estão acessíveis nos Anexos, e, enfim, através de 13 estudos de caso, cujas fichas estão igualmente nos Anexos. Caracteriza-se o instrumento - que constitui o objectivo principal da pesquisa - construído a partir do Modelo Europeu desenvolvido pelo Prof. Stephen Hagen, implementado e experimentado em múltiplos países europeus. Figura ainda, nos Anexos, uma entrevista com o responsável por esta implementação em Espanha, escolhido, pela proximidade, como exemplo. A viabilidade deste instrumento foi validada por um painel de Associações Empresariais, Câmaras de Comércio, entidades oficiais e PME. Finalmente são propostos dois outros instrumentos que, em articulação com o anterior, poderão servir de base para estruturar e concertar uma Política de Línguas Estrangeiras.
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