Percorrer por autor "Coelho, Teresa Campos"
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- Ambasciata d’Italia a Lisbona: le trasformazioni di un palazzo nella storia della cittàPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa Campos; Alessandrini, Nunziatella; Russo, Mariagrazia; Sabatini , GaetanoLeitura integrada deste palácio - que sofreu transformações significativas ao longo do século XIX e inícios do século XX . Este texto aborda igualmente a análise do seu espaço interior, especificamente na campanha e programa decorativo azulejar.
- Das casas nobres dos viscondes de Coruche em Lisboa: Largo da Academia de Belas ArtesPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa Campos; Carita, Helder; Pessoa, AnaO estudo que aqui apresentamos surge na sequência e como complemento da investigação que temos vindo a desenvolver sobre o património dos Marqueses de Alegrete, em especial a Quinta Alegre ( sita na Charneca do Lumiar), cuja construção tem sido atribuída ao 1º marquês de Alegrete – Manuel Telles da Silva ( 1641-1709). Esta quinta terá passado para José Bento de Araújo (?-1844) que aparece sempre referido como seu proprietário no século XIX , e a quem é imputada também a sua reconstrução neste período - “ Homem de negócio conhecido e acreditado nas praças de commercio nacionais, como estrangeiras”, terá construído uma imensa fortuna, e um valioso património imobiliário em Lisboa, que viria a ser herdado pelos seus sobrinhos António e Joaquim Pereira da Costa e por uma sobrinha Maria da Assunção Pereira da Costa, Viscondessa de Coruche pelo seu casamento com Caetano da Silva Luz ( 1842-1904). Desse imenso património fazem parte uma morada de casas nobres na Rua de São Francisco e Largo da Biblioteca Pública (hoje Largo da Academia Nacional de Belas Artes) que ser tornaria a principal residência da família, e que ao longo dos anos foi traduzindo a evolução do gosto de uma nova aristocracia oitocentista em Lisboa. Neste contexto, iremos abordar não só a evolução arquitetónica do edifício ( ainda hoje uma referência icónica no espaço em que se situa), como também as campanhas decorativas nele integradas.
- Embaixada de Itália em Lisboa: as transformações de um palácio na história da cidadePublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa Campos; Alessandrini, Nunziatellla; Russo, Mariagrazia; Sabatini, GaretanoA Embaixada de Itália em Portugal, está sediada em Lisboa, no Palácio dos Condes de Pombeiro (também conhecido como Pombeiro-Belas), sendo propriedade do Estado Italiano desde 1925 . Situado na Bemposta ou Paço da Rainha, local assim designado por ter sido escolhido por Catarina de Bragança (1638-1705) para sua morada quando em 1693, já viúva do rei Carlos II (1630-1685) regressa a Portugal. Após uma residência itinerante por vários palácios de Lisboa , a história e toponímia do local escolhido para sua residência ficariam, assim, para sempre ligadas a esta Rainha. Este texto analisada a evolução do edifício nas diferentes campanhas de obras, assim como o programa decorativo azulejar do seu interior. Palavras chave - arquitetura residencial, Lisboa, Embaixada de Itália, património azulejar.
- Lisboa, a cidade "d'escrita"Publication . Coelho, Teresa Campos
- Manuel Telles da Silva (1641-1709) e um gosto erudito pela arquitectura de setecentos: sociabilidades, vivências e espaços de habitarPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa CamposManuel Telles da Silva (1641-1709) conhecedor da cultura erudita e cosmopolita irá marcar significativamente a transição do século XVII para o século XVIII, assim se justificando nas marcas que deixou no seu património edificado: na escolha da construção do importante palácio na Mouraria em Lisboa, espaço que centrava todas as atenções da família, na Quinta das Lapas, local de veraneio nos arredores de Lisboa e nas obras da casa da Quinta Alegre na Charneca do Lumiar. No contexto da investigação que temos vindo a realizar sobre o importante património edificado desta não menos importante família (Condes de Villar Mayor, Marqueses de Alegrete, Condes de Tarouca e Marqueses de Penalva), pretende-se apresentar nesta comunicação uma síntese da primeira parte deste trabalho, referente aos três espaços cuja construção se deve a Manuel Telles da Silva. Embora muito alterados ao longo da segunda metade do século XVIII, e do século XIX, adaptando-se às alterações que os rituais da vivência e sociabilidade exigiam, partilham alguns elementos em comum (sobretudo no que diz respeito às duas quintas de veraneio), o que resulta certamente do facto de terem sido construídos no mesmo período, e de seguirem um mesmo gosto, próprio da elite da época, e dos muitos contactos que esta família estabeleceu fora do Reino. E por que a história das grandes casas senhoriais está indissociavelmente ligada à daqueles que as habitaram, marcando-as no tempo e no espaço, referiremos ainda que sucintamente, as características destes espaços relacionando-os com o contexto artístico e social da época do seu encomendador (homem de confiança de D. Pedro II, seria uma figura proeminente da Corte de então, desempenhando os mais altos cargos no Reino), bem com o daqueles que os viriam a habitar posteriormente e que seriam responsáveis por significativas transformações deste património, memória de uma das mais importantes famílias do Portugal Restaurado.
- Modelos, métodos e técnicas da reconstrução pombalinaPublication . Coelho, Teresa Campos
- A nostalgia de um património desaparecido: três obras emblemáticas de encomenda régia na Lisboa dos século XVII e XVIIIPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa Campos
- Novos usos para lugares de memória: história e património artístico da Quinta Alegre entre os séculos XVIII a XXIPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa CamposNo contexto da investigação em curso sobre o importante património edificado da família Telles da Silva (Marqueses de Alegrete, Condes de Tarouca e Marqueses de Penalva), pretendemos apresentar nesta comunicação um estudo de caso a Quinta Alegre em S. Sebastião da Charneca, cuja construção está atribuída a Manuel Telles da Silva, (1641-1709). Já no século XIX a hoje demoninada Quinta Alegre passaria para a posse de José Bento de Araújo (? – 1844), rico comerciante de Lisboa, responsável pela (re)construção da casa nobre hoje existente. Edifício e a sua envolvente configuram o exemplo de uma das mais requintadas quintas de recreio tardo-barrocas e românticas dos arredores de Lisboa. Estando na posse da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa desde 1983, a presente comunicação resulta da investigação que elaborámos para esta instituição, em colaboração com os outros membros da equipa tendo em vista a sua reabilitação.
- O Palácio dos Marqueses de Alegrete à Mouraria: do palácio ausente à memória do sítioPublication . Câmara, Maria Alexandra Gago da; Coelho, Teresa CamposMandado construir por Manuel Telles da Silva (1641-1709), 2.º conde de Vilar Maior e 1.º marquês de Alegrete, e ficando conhecido pelo seu título, este sumptuoso palácio edificado junto à cerca fernandina destacou-se como uma importante casa nobre no contexto da arquitetura civil da capital do início de setecentos. Foi demolido em 1946 registando uma vida longa e conturbada, em virtude das modificações provocadas por sucessivas adaptações sociais e urbanas. Neste artigo propomos apresentar, com base em diversos fundos documentais maioritariamente municipais, algumas reflexões em torno deste edifício em dois momentos específicos: o da sua fundação e construção inicial, e o dos anos que corresponderam à sua degradação e demolição, bem como sobre quem o habitou, para além da sua relação com o conjunto urbano envolvente.
- Poder e política : as operações de reabilitação urbana em Lisboa : o caso da MourariaPublication . Coelho, Teresa Campos
