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Orientador(es)
Resumo(s)
O estudo que aqui apresentamos surge na sequência e como complemento da investigação que temos vindo a desenvolver sobre o património dos Marqueses de Alegrete, em especial a Quinta Alegre ( sita na Charneca do Lumiar), cuja construção tem sido atribuída ao 1º marquês de Alegrete – Manuel Telles da Silva ( 1641-1709).
Esta quinta terá passado para José Bento de Araújo (?-1844) que aparece sempre referido como seu proprietário no século XIX , e a quem é imputada também a sua reconstrução neste período - “ Homem de negócio conhecido e acreditado nas praças de commercio nacionais, como estrangeiras”, terá construído uma imensa fortuna, e um valioso património imobiliário em Lisboa, que viria a ser herdado pelos seus sobrinhos António e Joaquim Pereira da Costa e por uma sobrinha Maria da Assunção Pereira da Costa, Viscondessa de Coruche pelo seu casamento com Caetano da Silva Luz ( 1842-1904).
Desse imenso património fazem parte uma morada de casas nobres na Rua de São Francisco e Largo da Biblioteca Pública (hoje Largo da Academia Nacional de Belas Artes) que ser tornaria a principal residência da família, e que ao longo dos anos foi traduzindo a evolução do gosto de uma nova aristocracia oitocentista em Lisboa.
Neste contexto, iremos abordar não só a evolução arquitetónica do edifício ( ainda hoje uma referência icónica no espaço em que se situa), como também as campanhas decorativas nele integradas.
Descrição
Palavras-chave
Lisboa Casas Nobres Viscondes de Coruche Arquitetura Artes decorativas
Contexto Educativo
Citação
Câmara, Maria Alexandra Trindade Gago da, Coelho,Teresa Campos, Das Casas Nobres dos Viscondes de Coruche em Lisboa. Largo da Academia Nacional de Belas Artes, In. Casas Senhoriais e as suas vivências. Portugal, Brasil & Goa, Organização Ana Pessoa, Helder Carita, Fundação Casa Rui de Barbosa, Rio de Janeiro 2025, pp 113-175.
Editora
Fundação Rui Barbosa
Licença CC
Sem licença CC
