CIAC | Artigos em revistas nacionais / Papers in national journals
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Percorrer CIAC | Artigos em revistas nacionais / Papers in national journals por autor "Carvalho, Isabel Cristina"
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- Digital counter-narratives for inclusive spacesPublication . Carvalho, Isabel CristinaMany cities still reflect patriarchal logics that perpetuate gender inequalities in everyday socio-spatial appropriation and practices. These practices do not align with what is necessary to achieve the United Nations Agenda’s Sustainable Development Goals (SDGs), pointing to the need to identify and address the conditions that limit inclusive urban experiences. This study explores the role of digital counter-narratives in identifying and challenging gendered power dynamics within urban spaces. The main objective is to investigate how digital activism and feminist counter-narratives challenge patriarchal spatial appropriations influenced by misogynistic norms, ultimately promoting more inclusive and equitable spaces. The theoretical discussion explores how digital counter-narratives challenge the exclusionary dynamics of urban spaces, crossing urban studies, gender studies, and digital activism. The research employs qualitative case study approaches to analyse two feminist activist movements, “Girls at Dhaba’s” and “Chalk Back,” and their potential to promote critical analysis of spatial experiences to deconstruct norms that perpetuate the exclusion and harassment of women in public spaces. Both projects operate locally and use images and social networks to document as a form of resistance and resilience. The reflections point to counter-narratives as a way of documenting lived experiences and facilitating new forms of participation and expression of territorial citizenship in dialogue with digital citizenship in demanding an inclusive city. This study offers new perspectives on the contribution of digital counter-narratives to research and the production of situated knowledge for inclusive urban spaces, and the need for more studies on feminist research methodologies at the intersection of technology and activism.
- Digital media and feminist activism: reclaiming inclusive urban spaces in the post-digital eraPublication . Carvalho, Isabel Cristina; Carvalho, Isabel Cristina; Viegas, Sílvia Leiria; Nascimento, Adriana; Egler, Tamara Tania CohenThis article examines the role of digital media in urban feminist activism, highlighting how activists utilize digital platforms to challenge patriarchal norms and practices, promote gender equality, and foster inclusive spaces for marginalised voices in urban contexts. At the intersection of feminism, technology, and urban development, this study aims to understand how digital media can contribute to identifying exclusionary practices and disparities while advocating the promotion of inclusive urban spaces that reflect the diverse needs and experiences of citizens, with a particular focus on women. This study adopts an interdisciplinary approach to explore the use of digital media for various types of mobilisation and support networks. It is based on a theoretical framework that addresses themes of digital citizenship, feminism, and urban studies, contextualised in various projects and digital initiatives of feminist activists. Examples of digital activism, such as the #NiUnaMenos, #MeToo, and “Woman, Life, Freedom” movements, are presented to demonstrate the reach of digital platforms in raising awareness, mobilising collective action, and pushing for social and legislative change. “Free to Be” and “Her City Toolbox” are presented as examples of how digital tools for collaborative digital mapping can collect data, empower participants and inform decision-making processes to create inclusive urban spaces. The final notes underscore the significance of digital empowerment in expanding opportunities to identify and address systemic barriers, exploring various forms of communication, and promoting active participation in urban processes, ultimately envisioning the co-creation of cities that value diversity, equity, and accessibility.
- Entre o digital e o urbano: leituras do espaço em transformaçãoPublication . Carvalho, Isabel Cristina; Viegas, Sílvia Leiria; Nascimento, Adriana; Egler, Tamara Tania Cohen; Carvalho, Isabel Cristina; Viegas, Sílvia Leiria; Nascimento, Adriana; Egler, Tamara Tania CohenEste dossier sublinha o papel da investigação crítica e colaborativa na compreensão dos novos paradigmas urbanos e digitais. O número propõe uma leitura crítica e multidisciplinar sobre os cruzamentos entre o urbano e o digital, e como estes moldam, desafiam e transformam o espaço social e político contemporâneo. Com enfoque em geografias do Sul Global, o dossier reúne artigos, ensaios, entrevistas e policy briefs que exploram temas como o ativismo digital, a interseccionalidade, a tecnopolítica, os direitos urbanos e a produção colaborativa de tecnologias cívicas. A publicação inclui investigações de autores de diferentes instituições e contextos, com temas como: A tecnopolítica em plataformas digitais; Representações algorítmicas da cidade; Feminismo digital e participação urbana; Produção colaborativa de tecnologias cívicas; Narrativas digitais em territórios urbano-minerados; Entrevistas e testemunhos sobre práticas artísticas participativas e políticas de imagem.
- Média-Arte Digital (MAD) na educação para a cidadania: práticas educativas formais e informais no século XXIPublication . Jermias, Sílvia; Carvalho, Isabel Cristina; Soares, Ana Isabel; INVEPA Média-Arte Digital (MAD) preenche o quotidiano visual das crianças e jovens do século XXI. A diversidade de conteúdos digitais, plataformas de informação e comunicação têm vindo a ampliar, nas últimas duas décadas, a investigação na área da MAD, assim como a relação com os públicos mais jovens, nas práticas formais em sala de aula e nas práticas informais. Este artigo explora a triangulação educativa entre a intervenção cívica, a criação em MAD e a comunidade jovem - Currículo, Cultura e Comunidade. Em ambiente de sala de aula - Cidadania e Desenvolvimento - duas turmas do 3º Ciclo do Ensino Básico, a frequentar a Escola Básica Vasco da Gama de Sines, são representativas desta articulação, através da qual se questiona se as suas criações multimédia lhes despertam a consciência e intenção artivista para o poder da MAD. Procura conhecer-se que temas interessam aos jovens e de que modo estes atuam na sociedade em que se inserem, dentro e fora da escola, artística, social, digital ou fisicamente. A metodologia utilizada assenta numa pedagogia interativa e participativa, de acordo com a qual os alunos em sala de aula não são entendidos apenas como seguidores, mas são vistos igualmente como criadores em MAD - videoarte. No contexto da Literacia para a Média-Arte Digital, entendemos ser importante ampliar a comunicação entre docentes e estudantes na promoção da criação artística, digital e cívica. A criação em videoarte nas práticas educativas revela potencial na comunicação massiva e, quando direcionada para causas sociais e ambientais, permite o envolvimento coletivo cívico e artístico dos mais jovens, dentro e fora da escola, bem como a sensibilização das comunidades para temas de pertinência atual. No final, o artigo apresenta a perceção, a consciência sobre a utilização cívica que os alunos fazem da MAD e a sua capacitação digital mobilizada para a Cidadania, mais participativa nas práticas formais em sala de aula. A escola estimula e permite a participação dos jovens e coloca-lhes desafios atuais sobre o mundo que os rodeia; contudo, nas práticas educativas informais, fora da escola, verifica-se que os jovens não cultivam hábitos de intervenção sociocultural com autonomia. É pouco percetível a intervenção e o desenvolvimento da sua capacitação digital em iniciativas sociais, culturais e artísticas na cidade onde nasceram e vivem.
- Subversão emergente na prática artística: in/visibilidades no femininoPublication . Palma, Célia; Carvalho, Isabel Cristina; Tavares, Mirian; Andrés, Gema Pastor; Romero, Diana Fernández; Vela, Silvia Magro; Costa, Susana; Martins, Ana Filipa; Dourado, PatríciaO artigo explora o impacto da Média-Arte Digital (MAD), como ferramenta para fomentar a refle-xão das normas de género associadas à identidade feminina, a partir da análise do processo criativo resultante do projeto autoral, que procura, através da prática artística interdisciplinar, com base no Artivismo, evidenciar o empoderamento feminino nas narrativas históricas. O estudo apresenta o processo criativo do artefacto artístico in/visibi-lidades no feminino 1.0, desenvolvido segundo o método a/r/cográfico, sustentado na etnografia e na abordagem metodológica qualitativa. A prática experimental envolve a convergência tecnológica da Inteligência Artificial Generativa (GenAI) na criação imagética e interativa, como mediação arti-vista, que promove uma relação ativa com a inter-face, permitindo ao público participar enquanto regista as perceções, identificadas como subversão da narrativa, na tentativa de promover a visibili-dade e o empoderamento da identidade feminina. Alinha-se com os princípios da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas e da iniciativa New European Bauhaus, na procura de práticas emergentes de expressão comprometidas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, na promoção da igualdade de género.
- Videoarte: identidade de género e territóriona prática da cidadania digitalPublication . Jermias, Sílvia ; Soares, Ana Isabel; Carvalho, Isabel Cristina; Universidade da Madeira (UMa)Este artigo apresenta a relação entre a videoarte, enquanto recurso pedagógico em Média-Arte Digital, na prática de uma cidadania digital, em contexto formal e informal com os mais jovens. A identidade de género e território é apresentada conceptualmente como enquadramento sociocultural para a abordagem artística à videoarte da criação da autora, Somos Todos Mar. A análise da referida videoarte reflete a relação entre a mulher e a infância, a poesia e a calma do mar. Este choque de identidade retrata a relação com o mundo - o mar (industrializado). Enquanto caso de estudo, reflete sobre como a videoarte explora as fronteiras de territórios com a intervenção da mulher. A relação estabelecida com o mar transcende-o enquanto fronteira, produtor de oxigénio; ou seja, enquanto elemento que, cultural e historicamente, sustenta e constrói comunidades. Reforça-se a necessidade de uma transversalidade disciplinar na diversidade de áreas de estudo e nos projetos escolares artísticos, que abordem a igualdade de género, o território e o ambiente, com base no ecofeminismo. Somos Todos Mar contribuiu para a discussão e a reflexão a propósito do território e da relação com a figura feminina, impulsionando a participação cívica e criativa para uma cidadania mais crítica, justa e proativa.
