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- A Geração de 70 e a Geração de Orpheu: Portugal em questãoPublication . Piedade, Ana Nascimento; Vila Maior, DionísioCaderno pedagógico sobre a Geração de 70 e a Geração de Orpheu.
- A questão da língua: a língua em questãoPublication . Piedade, Ana Nascimento; Bastos, Glória
- Literatura portuguesa moderna e contemporânea : a personalidade literária de Mário de Sá-CarneiroPublication . Piedade, Ana Nascimento; Piedade, Guilherme; Ribeiro, IsabelVida e obra de Mário de Sá–Carneiro. Leitura de excertos de algumas obras.
- Considerações sobre a elaboração do textoPublication . Piedade, Ana Nascimento; Mascarenhas, Maria Alice; Matos, Margarida
- Mário de Sá-Carneiro : poète de la multiplicité et de l'unicité esthétiques?Publication . Piedade, Ana Nascimento
- O Dia em que Nasci: CamõesPublication . Piedade, Ana Nascimento; Coelho, Eduarda Leal; Sousa, Rocha dePoema “O dia em que nasci moura e pereça”, de Luís Vaz de Camões. Programa realizado pelo Projecto Universidade Aberta (P.U.A.) em 1987.
- Cidade real/cidade imaginária na poesia de Álvaro de CamposPublication . Piedade, Ana Nascimento
- A questão estética em Mário de Sá-CarneiroPublication . Piedade, Ana Nascimento; Padeira, Ana Rita Soveral; Almeida, Vítor; Cardoso, AbelConversa entre Ana Rita Navarro e Ana Nascimento Piedade, docentes da Universidade Aberta, sobre a vida e obra de Mário de Sá-Carneiro, ilustrada com excertos do videograma " A Personalidade Literária de Mário de Sá-Carneiro”, produzido pela Universidade Aberta em 1991, no âmbito da disciplina “Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea”.
- A cidade de Eça, Cesário e alguns do "Orpheu" : da topografia d/escrita à transfiguração poéticaPublication . Piedade, Ana Nascimento
- Fradiquismo e modernidade no último Eça (1888-1900)Publication . Piedade, Ana Nascimento; Reis, CarlosA figura de Carlos Fradique Mendes – em especial o segundo Fradique cuja recriação, iniciada por volta de 1885, é da responsabilidade exclusiva de Eça de Queirós - é nesta tese analisada e interpretada enquanto símbolo expressivo do surgimento, na obra eciana, de uma voz-outra que denota a sua rejeição, enquanto autor, de uma identidade homogénea. Intuindo já essa necessidade de duplicação da consciência glosada pelos criadores de Orpheu, Eça encontra na polifonia, na pluridiscursividade e no dialogismo que vincadamente modelam a parte final da sua obra, o seu pensamento estético, e até, a sua específica percepção do mundo, formas de exprimir literariamente a fragmentação da realidade psíquica que indiciam a sua inovadora antecipação. É este sentido do Fradiquismo como alteridade dialogante e problematizadora e a subsequente encenação, por parte de Eça de Queirós, de uma irónica e mistificadora atitude de desdobramento propícia à sua representação, que sustentam as relações de parentesco cultural e literário que aqui se propõem, entre Fradiquismo e Modernidade e, mais particularmente, entre Eça, Sá-Carneiro e Pessoa.
