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Fradiquismo e modernidade no último Eça (1888-1900)

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A figura de Carlos Fradique Mendes – em especial o segundo Fradique cuja recriação, iniciada por volta de 1885, é da responsabilidade exclusiva de Eça de Queirós - é nesta tese analisada e interpretada enquanto símbolo expressivo do surgimento, na obra eciana, de uma voz-outra que denota a sua rejeição, enquanto autor, de uma identidade homogénea. Intuindo já essa necessidade de duplicação da consciência glosada pelos criadores de Orpheu, Eça encontra na polifonia, na pluridiscursividade e no dialogismo que vincadamente modelam a parte final da sua obra, o seu pensamento estético, e até, a sua específica percepção do mundo, formas de exprimir literariamente a fragmentação da realidade psíquica que indiciam a sua inovadora antecipação. É este sentido do Fradiquismo como alteridade dialogante e problematizadora e a subsequente encenação, por parte de Eça de Queirós, de uma irónica e mistificadora atitude de desdobramento propícia à sua representação, que sustentam as relações de parentesco cultural e literário que aqui se propõem, entre Fradiquismo e Modernidade e, mais particularmente, entre Eça, Sá-Carneiro e Pessoa.

Descrição

Tese de Doutoramento em Estudos Portugueses na especialidade de Literatura Portuguesa apresentada à Universidade Aberta

Palavras-chave

Queirós, Eça de, 1845-1900 Literatura portuguesa Século XIX Século XX Mendes, Fradique Modernismo Modernidade

Contexto Educativo

Citação

Piedade, Ana Nascimento - Fradiquismo e modernidade no último Eça (1888-1900) [Em linha]. Lisboa : [s.n.], 1999. 500 p.

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