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«Meu pai, um arameu perdido»: Memória e mito nas narrativas do Pentateuco

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O presente ensaio é um convite, ao leitor, a olhar para as narrativas do Pentateuco de uma maneira nova. É verdade que a Tora é o texto sagrado do Judaísmo e constitui o fundamento da fé judaica. Porém, antes de ser «canonizada», ela foi uma coletânea de textos variados, que serviram para dar uma identidade própria ao Judaísmo nascente, durante os períodos persa e helenista (grosso modo, entre os séculos VI e III a.C.). Neste sentido, eles têm que ver com «historiografia» (isto é, escrita da história) bíblica. Todavia, não vamos olhar para eles como «fontes» históricas, mas antes como textos literários com um valor histórico, na medida em que contribuíram para construir uma «memória coletiva» do Judaísmo. Em nosso entender, primeiramente, é disso que se trata: uma memória coletiva.

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