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Quantas vidas cabem numa vida?: da autobiografia de 52 trabalhadores ao caso de um funcionário administrativo

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O artigo centra-se na tensão entre unidade e pluralidade dos percursos de vida. Como os indivíduos representam a sua vida? Até que ponto a desdobram em etapas e dimensões? Explora-se a utilidade de estudos recentes da socialização e do curso de vida. Apresenta-se um dispositivo de análise de autobiografias. Analisa-se em profundidade uma autobiografia e discutem-se padrões observados em 52. Concluímos que a classe trabalhadora, em Portugal, caracteriza-se por um desdobramento mitigado da vida em etapas e dimensões da vida, destacando-se a dicotomia entre vida laboral e familiar, ainda que se observem múltiplas interseções, tensões e ambiguidades, associadas à precariedade das condições de vida.
This article is focused on the tension between unity and plurality of life pathways. How do agents conceive their lives? Do they split them in different stages and dimensions? The usefulness of recent studies on socialization and on life course are explored. An analytical framework to analyse autobiographies is sketched. An autobiography is analysed and patterns in 52 are discussed. According to this analysis, the working class in Portugal is characterized by a mitigated split of life stages and dimensions, stressing the dichotomy between work and family life, but there are multiple intersections, tensions and ambiguities, associated with poor and unstable life conditions.

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Keywords

Biografia Socialização Curso de vida Biography Socialization Life course

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Organizational Units

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