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A sustentabilidade da política e dos discursos políticos como discursos públicos deve necessariamente contemplar as disrupções dos populismos. Diríamos, mesmo, que não há política sem populismo. Quebra-se, assim, uma das primeiras marcas de populismo assente na dicotomia nós – eles. A questão não estará, pois, em suprimir os discursos e atos populistas, mas em encontrar as raízes do fenómeno, determinar as suas características e os contextos de ocorrência, circunscrever, numa palavra, os modos de tais manifestações.
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Seara, I. R. (2022) A (des)cortesia dissimulada nos discursos considerados ‘populistas’ em Portugal. In Marques, M. A.; Sousa, S. G. de; Teixeira, J.; Varela, M. da C.; Ramos, R.; Seara, I. R.; Aguiar, M. (ed.). Populismo(s) e suas linguagens. Textos Selecionados. Braga: Húmus e Centro de Estudos Humanísticos, pp. 67-90.
Publisher
Húmus e Centro de Estudos Humanísticos da Universidade do Minho