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Orientador(es)
Resumo(s)
A informação de que a gravidade continua sendo um mistério para a ciência pode surpreender muitas pessoas. Por mais incontornáveis que os seus efeitos sejam para qualquer ser na terra, a gravidade ainda é um fenômeno de difícil compreensão. O animal humano – assim como todos os seres sobre a Terra – forjou-se nesta adaptação. O fenômeno gravitário constitui a existência humana, inclusive sua subjetividade, pois determina as formas de mover, perceber, sentir, em suma, acessar o mundo e desenvolver cognição. Não à toa, a questão da gravidade povoa as formas de fazer, as condutas artísticas e as preocupações da dança contemporânea. Este artigo oferece alguns exemplos dentre as mais variadas relações com a gravidade encontradas pela dança contemporânea, para sublimar o eterno desejo de voar. Apresentamos essas relações através dos seguintes aspectos: “Pelos ares”, “Pelas paredes”, “Espelhos e projeções”, “Caixas mágicas”, “Água” e “Outras forças fictícias”.
Descrição
Palavras-chave
Subversão da gravidade Dança contemporânea Poética de instabilidade Percepção humana
Contexto Educativo
Citação
Trigo, C., Veiga, P.A., & Santana, I. (2025). O eterno desejo de voar. In Proceedings of 8º Congresso da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança, Belo Horizonte, Brasil, Vol 2, 32298.
Editora
Associação Nacional de Pesquisadores em Dança
