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A primeira loja maçónica portuguesa que se estabelece na ilha da Madeira é fruto de um intenso tráfico comercial que se faz entre a Ilha, a Inglaterra e as suas colónias na América e outras cidades europeias. Em 1770, numa longa carta ao Marquês de Pombal, o Capitão-general da Madeira, João António de Sá Pereira, denuncia a existência de pedreiros-livres na Madeira, referindo o fato de estes elementos serem originários das classes sociais mais altas, ou seja, das elites. Os madeirenses que estudam e negoceiam no estrangeiro são largamente influenciados pelo espírito revolucionário que cresce na Europa e na América. É também referido que o maior perigo vem de alguns militares franceses que aproveitam o clima social propício para fundarem lojas maçónicas, em união com cidadãos portugueses.
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Edições Colibri