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A estereotipia como barreira: o caso do anticomunismo no Estado Novo

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Resumo(s)

Alguns períodos históricos foram bastante férteis na criação de imagens mitificadas, em cumprimento de um programa político-ideológico. Nestes contextos específicos, o recurso à estereotipia torna-se um meio privilegiado de imposição de uma dada mensagem, no âmbito de um processo de deformação de determinada ideia ou imagem (de indivíduos, grupos ou instituições). Neste sentido, a estereotipia apresenta-se como uma barreira que impede a real apreensão da verdade, a qual se encontra do outro lado do muro. Os discursos anticomunistas elaborados e divulgados durante o Estado Novo são exemplificativos desta função da estereotipia. Tendo como referência os discursos de Salazar e, como contexto, o período que medeia a Guerra Civil de Espanha e o final da Segunda Guerra Mundial, propomos reunir a aparelhagem argumentativa anticomunista, formulada no quadro de uma propaganda nacionalista sob o manto da defesa nacional. Veremos como o anticomunismo foi fecundo em estereótipos e como os seus fomentadores se serviram da propaganda antijudaica e antimaçónica para potenciarem o ódio ao comunista.

Descrição

Palavras-chave

Estereotipia Anticomunismo Representações Alteridade

Contexto Educativo

Citação

Silva, Cristiana Lucas, "A estereotipia como barreira: o caso do anticomunismo no Estado Novo", in Sandra Olivero Guidobono (Coord.), Las identidades analizadas a través de las segregaciones histórico-culturales, Madrid: Dykinson S.L. , pp. 416-428

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