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Os jesuítas em Portugal e a ciência: continuidades e ruturas (séculos XVI-XVIII)

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Apresenta-se, em resumo, a ação dos Jesuítas em Portugal no domínio da ciência desde a sua entrada em Portugal no ano de 1540 até à sua expulsão pelo Marquês de Pombal em 1759. Foi extraordinária a rápida expansão da sua rede de colégios no país e em todo o mundo, incluindo o Brasil, a Índia, a China e o Japão. O Colégio das Artes, em Coimbra, produziu entre 1592 e 1606 um conjunto de comentários a Aristóteles que se espalhou nos colégios jesuítas. Por outro lado, no Colégio de S. Antão em Lisboa, funcionou de 1590 a 1759 uma escola de matemática, intitulada a Aula da Esfera, servida por alguns professores estrangeiros, por exemplo o italiano Christophoro Borri. Foram esses mestres que trouxeram não só para Portugal como também para vários lugares do império, mesmo os mais remotos, as técnicas de observação astronómica introduzidas por Galileu, alargando à escala global a Revolução Científica. O Observatório Astronómico e o Tribunal da Matemática na corte imperial chinesa foram o expoente dessa ação. A meio do século XVIII, pressionados por antijesuitismo apoiado pela coroa, a sua ação foi fortemente contrariada. Apesar das acusações de desatualização científica, o certo é que alguns Jesuítas, como o padre Inácio Monteiro, não podem deixar de ser considerados modernos. A extinção da Ordem deixou um vazio no sistema de ensino português, que a Reforma Pombalina da Universidade de Coimbra só em parte preencheu.

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