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Entre as mulheres que desempenharam a função de governantes no antigo Egipto, a mais célebre e conhecida é seguramente Cleópatra, a última representante da dinastia dos Ptolomeus, que reinou entre os anos 51 e 30 a.C.
Cerca de 1500 anos antes dela, porém, entre 1498 e 1483 a.C., no período da história do Egipto antigo chamado Império Novo, na XVIII Dinastia, uma outra mulher ascendeu à categoria de per-aa ou faraó, como vulgarmente designamos os reis do Egipto. Chamava-se Hatchepsut.
Neste texto avaliamos esta excepcional situação de uma mulher ascender à categoria real e de se conformar ao ideal faraónico, através justamente do exemplo histórico desta filha de faraó, irmã de faraó, esposa de faraó, mas que, como mulher, não estava destinada ao supremo exercício da realeza egípcia.
Description
Keywords
Egiptologia História política
Citation
Sales, José das Candeias - Hatchepsut : a mulher que foi faraó. "Boletim Informativo da Associação de Solidariedade Social dos Professores" [Em linha]. Nº 152 (Março/Abril 2008), p. 13-14
Publisher
Associação de Solidariedade Social dos Professores