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O longo processo de mundialização do modo de relação social e de produção capital-imperialista, tem apresentado cada vez mais constantes e intensas reestruturações produtivas, a partir do “sistema de acumulação” hegemonizado pela financeirização neoliberal. Portanto, a própria divisão internacional do trabalho e suas metamorfoses incidem de forma direta, mas também particular, tanto em Portugal quanto no Brasil, na formação e no exercício profissional das/os assistentes sociais. Isto é, tendo como entendimento teórico e categorial a relação centro-periferia, procuraremos sinalizar as transformações laborais num capitalismo cada vez mais “plataformizado”, com a intensificação da precariedade laboral e do desemprego, em que a conformação da classe trabalhadora se manifesta de diferentes formas no Brasil (periférico e dependente) e em Portugal (semiperiférico) – entendendo as particularidades de cada formação social. Nesse esteio, procuramos marcar como tais transformações do mundo trabalho interferem nas condições da formação, incluindo estágio acadêmico, e as circunstâncias laborais que as/os estudantes são inseridos, bem como as transmutações do estágio nas dinâmicas da precarização e rebaixamento do trabalho.
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Pedagogical Context
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Editora UFJF – Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa
