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Azulejaria e vivência exterior na segunda metade do século XVIII: os exemplos de Queluz e da Quinta dos Azulejos”

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O tema a apresentar neste encontro procurará abrir- -se como campo de ensaio de hipóteses, conjecturas e questões numa linha de investigação em aberto na área da azulejaria portuguesa setecentista, especificamente entre 1750 e 1790, ciclo cronológico que corresponde à fase final da designada Grande Produção (1750-1755) e ao período Pós- Terramoto (1755- -1780). Partindo do inventário de alguns temas iconográficos na pintura azulejar (quando integrados na arquitectura) e alargados ao gosto da época - ostentando o refinamento da sociedade galante como modo de viver e de evocar um quotidiano setecentista - será possível trabalhar diferentes momentos significativos no corpus azulejar do período em questão numa análise sistemática de imagens, símbolos e gestos fixados pela gramática ornamental e decorativa do rococó estabelecendo a ponte entre a plural idade de tais representações e seus modelos interpretativos com um discurso mais vasto da arte e da cultura portuguesa deste período. A nossa leitura incidirá numa abordagem ao nível da vivência dos espaços exteriores, privilegiando a interacção entre arquitectura e pintura parietal, nomeadamente em jardins (exemplos em questão: os jardins do Palácio de Queluz e o conjunto da Quinta dos Azulejos no Paço do Lumiar), propondo a criação permanente de um espectáculo de representação dos sentidos: valores intimistas e oníricos do rococó.

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Rococó Azulejos Quinta de recreio Jardim Lisboa

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