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D. João VI e o seu reinado na historiografia oitocentista portuguesa

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No artigo analisa-se a forma como D. João VI (1767-1826) e a sua governação foram vistos pela historiografia portuguesa do século XIX. Primeiro como Príncipe Regente e, após a morte de D. Maria I em 1816, na qualidade de monarca, D. João deteve o poder durante um período crucial da história da nação. A sua época correspondeu à transição, a vários títulos penosa, do Antigo Regime para a contemporaneidade e foi marcada pelo impacte das invasões francesas, do exílio da família real e da corte portuguesa no Brasil, da primeira revolução liberal, da independência do colónia brasileira e das profundas clivagens políticas no seio da elite dirigente e da própria família real. Num período especialmente difícil e controverso, o rei foi um homem que ascendeu ao poder por força da morte do irmão mais velho, sem possuir grandes aptidões para o cargo aos olhos de figuras coevas. A loucura da mãe obrigou-o a tomar as rédeas do governo mais cedo, com 24 anos. Para a história ficou com o cognome de “Clemente”, mas isso não o livrou de uma morte traiçoeira sob fortes suspeitas de envenenamento. Ao nível pessoal e como governante, D. João foi duramente causticado pela vida. Por isso, será importante analisar como os historiadores do século que foi inaugurado pelo seu reinado o julgaram e o retrataram para a posteridade.

Descrição

Palavras-chave

História Historiografia Representação D. João VI Portugal

Contexto Educativo

Citação

João, Maria Isabel - D. João VI e o seu reinado na historiografia oitocentista portuguesa. "Anos 90" [Em linha]. ISSN 1983-201X. Vol. 17, nº 32 (dez. 2010), p. 121-136

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