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Natureza, artifício, e quotidiano. Narrativas e arquiteturas da água no século XVIII

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É por todos reconhecida que a arte do azulejo em Portugal tem na sua relação intrínseca com a arquitetura, uma inegável originalidade, que muitos estudos têm abordado e desenvolvido. Especificamente em relação ao azulejo barroco e à sua presença enquanto objeto artístico, este adquiriu uma linguagem própria e o sentido de um ideário, manifestando-se como sabemos num suporte privilegiado de pintura. Apresentou-se sempre como uma resposta simultaneamente estética e pratica às necessidades de cada momento, tendo-se apropriado, de fatores eruditos, procurando transformá-los, assimilá-los de maneiras muito diferentes. “Adjectivador” da arquitetura como assim o rotulou o Engenheiro João Miguel Santos Simões (1907-1972) o azulejo animou os espaços públicos e privados, revestindo interiores e exteriores, com uma notável capacidade de adaptação ao gosto e às solicitações de cada época. Neste contexto, e no âmbito deste curso procuraremos apresentar alguns exemplos relacionados com o tema da água, numa visão de conjunto, dando a conhecer temas desenvolvidos na azulejaria desta época, e a sua lógica de distribuição nas arquiteturas onde se encontram.
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Azulejos Água Aparato Barroco Arquitetura

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