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Orientador(es)
Resumo(s)
Evidenciando já a sua filosofia da “sensatez”, do
diálogo, da abertura a posições filosóficas ou
literárias opostas da sua, entendendo a diversidade
de teses como afirmação de complementaridade
e não como afirmação de contraditoriedade,
o Padre Manuel Antunes apela ao diálogo
e ao entendimento entre críticos e autores “no
terreno comum da realidade objectiva”: “o diálogo,
o diálogo sereno e diáfano, eis a atitude
em que o leitor os deveria [críticos e autores]
encontrar”. Porém tem plena adverte que, em
Portugal, “o diálogo é mais raro que o monólogo”,
tendo-se instalado na crítica literária “o
ressentimento, o pessoalismo, a visão deformada
através do ângulo de interesses e de partido”.
Nos seus estudos e recensões críticas, o Padre
Manuel Antunes evidencia alguns dos processos
por que o “ressentimento” e o “pessoalismo” interferem
na vida literária portuguesa, contribuindo
fortemente para uma abissal separação
entre autor e crítico.
Descrição
Obra sob a coordenação geral de: José Eduardo Franco, e sob a coordenação científica de: Eduardo Prado Coelho e Miguel Real. Obra completa do Padre Manuel Antunes, SJ; T. 5, V. 2.
