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Hein Semke: com flores nasceu a liberdade

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Tal como Gretchen Wohlwill, Hein Semke (1899 – 1995) era um artista de Hamburgo. Pintor e escultor como Ernst Barlach, escreveu igualmente livros que ilustram e ligam as suas vertentes artísticas. Embora a sua estadia em Portugal tivesse sido motivada em primeiro plano por razões de saúde, Semke tinha também outras razões para prolongar a sua permanência a partir de 1932: “Em 1937 incluíram-me, na Alemanha, na lista oficial da «Entartete Kunst» («arte degenerada»), privando-me assim do direito de aí trabalhar como artista”. Em 1972 Hein Semke escreveu: “Sou hoje obrigado a reconhecer que a minha partida da Alemanha, em 1928/29, constituiu uma espécie de fuga. A segunda viagem a Portugal, a definitiva, apresenta aspectos diferentes. Durante os quase dois anos em que trabalhei na fábrica de Chelas, tomei contacto com o operário português, aprendi a conhecer o «povo»”. Através de documentos (auto)biográficos, reflexões poéticas de Semke e comentários de críticos, foram reconstruídos aspetos da sua vida e obra que mostram as experiências e vivências portuguesas, a sua influência na produção artística e a participação em exposições durante o Estado Novo, dando visibilidade e reconhecimento público a esta produção.

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Palavras-chave

Hein Semke Exílio Pintura Literatura Estado Novo

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