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Abstract(s)
Introduction: This article presents, the vulnerabilities related with regarding access to health services faced by refugee women. Objective: The overall goal was to gain a better understanding of the psychosocial reality of women who arrived in Portugal as a result of forced migration, focusing on the main difficulties of the migratory and adaptation journey - highlighting vulnerabilities related to health and access to health services at the present article - and the protective factors that facilitated their processes of resilience, adaptation, and social integration. Methodology: The meanings of the protagonists' experiences were disclosed through semi-structured and in-depth interviews with women´s of Iraq, Syria and Libya. Results: The investigation uncovered a number of vulnerabilities triggered by the migratory experience and gender belonging, such as prejudice, social isolation, and cultural shock (mostly linked to religion and clothing), which validated the intersectional analysis. The findings highlight a number of obstacles in the host nation, including access to health care, the quality of institutional interactions, and knowledge of the Portuguese language. Conclusions: The current investigation led to the conclusion that there are flaws in Portugal in terms of ensuring full access to health care for forced migrant women, highlighting as major obstacles: a lack of information in languages other than Portuguese, a lack of offers to learn and master the Portuguese language, a lack of knowledge about how health institutions work, and a lack of sensitivity and intercultural skills in healthcare services.
Introdução: Este artigo apresenta as vulnerabilidades relacionadas no acesso aos serviços de saúde sentidas por mulheres refugiadas. Objetivo: O objetivo geral foi conhecer melhor a realidade psicossocial das mulheres que chegaram a Portugal como resultado da migração forçada, focando as principais dificuldades do percurso migratório e de adaptação, destacando as vulnerabilidades relacionadas com a saúde e acesso aos serviços de saúde, além dos fatores de proteção que facilitaram seus processos de resiliência, adaptação e integração social. Metodologia: Os significados das vivências das protagonistas foram relevados por meio de entrevistas semiestruturadas e em profundidade, realizadas individualmente, gravadas e transcritas, a mulheres do Iraque, da Síria e da Líbia. Resultados: A investigação revelou um conjunto de vulnerabilidades causadas pela experiência migratória e pertença de gênero, como a discriminação sentida sob a forma de preconceitos, o isolamento social e o choque cultural (sobretudo relacionado com a religião e o vestuário utilizado), o que justificou a análise intersecional. Os resultados revelam um conjunto de desafios no país de acolhimento, como o acesso à saúde, a qualidade das relações institucionais e o domínio da língua portuguesa. Conclusões: A presente investigação permitiu concluir que existem algumas carências em Portugal no que diz respeito à garantia do pleno acesso aos cuidados de saúde sentidas pelas mulheres migrantes forçadas, destacando-se como principais obstáculos: a falta de informação numa língua que não o português, a falta de domínio da língua portuguesa, o desconhecimento sobre o funcionamento das instituições de saúde e a falta de sensibilidade e de competências interculturais nos cuidados de saúde.
Introducción: Este artículo presenta, las vulnerabilidades relacionadas con en el acceso a los servicios de salud que sienten las mujeres refugiadas. Objetivo: El objetivo fue comprender la realidad psicosocial de las mujeres que llegaron a Portugal como resultado de la migración forzada, centrándose en las principales dificultades del viaje de migración y adaptación, destacando vulnerabilidades relacionadas con la salud y el acceso a los servicios de salud, además de los factores de protección que facilitaron sus procesos de resiliencia, adaptación e integración social. Metodología: Los significados de las experiencias fueron revelados a través de entrevistas semiestructuradas y en profundidad, realizadas individualmente, grabadas y transcritas, con mujeres de Irak, de Siria y de Libia. Resultados: La investigación reveló vulnerabilidades provocadas por la experiencia migratoria y la pertenencia de género, como la discriminación sentida en forma de prejuicio, el aislamiento social y el choque cultural (principalmente relacionado con la religión y la vestimenta), que justificaron el análisis interseccional. Los resultados revelan desafíos en Portugal, como el acceso a la salud, la calidad de las relaciones institucionales y el dominio de la lengua portuguesa. Conclusiones: La presente investigación llevó a la conclusión de que existen fallas en Portugal en cuanto a garantizar el pleno acceso a la atención de la salud de las refugiadas, destacándose: falta de información en un idioma diferente al portugués, falta de dominio de la lengua portuguesa, falta de conocimiento sobre el funcionamiento de las instituciones de salud y falta de sensibilidad y habilidades interculturales en la atención de la salud.
Introdução: Este artigo apresenta as vulnerabilidades relacionadas no acesso aos serviços de saúde sentidas por mulheres refugiadas. Objetivo: O objetivo geral foi conhecer melhor a realidade psicossocial das mulheres que chegaram a Portugal como resultado da migração forçada, focando as principais dificuldades do percurso migratório e de adaptação, destacando as vulnerabilidades relacionadas com a saúde e acesso aos serviços de saúde, além dos fatores de proteção que facilitaram seus processos de resiliência, adaptação e integração social. Metodologia: Os significados das vivências das protagonistas foram relevados por meio de entrevistas semiestruturadas e em profundidade, realizadas individualmente, gravadas e transcritas, a mulheres do Iraque, da Síria e da Líbia. Resultados: A investigação revelou um conjunto de vulnerabilidades causadas pela experiência migratória e pertença de gênero, como a discriminação sentida sob a forma de preconceitos, o isolamento social e o choque cultural (sobretudo relacionado com a religião e o vestuário utilizado), o que justificou a análise intersecional. Os resultados revelam um conjunto de desafios no país de acolhimento, como o acesso à saúde, a qualidade das relações institucionais e o domínio da língua portuguesa. Conclusões: A presente investigação permitiu concluir que existem algumas carências em Portugal no que diz respeito à garantia do pleno acesso aos cuidados de saúde sentidas pelas mulheres migrantes forçadas, destacando-se como principais obstáculos: a falta de informação numa língua que não o português, a falta de domínio da língua portuguesa, o desconhecimento sobre o funcionamento das instituições de saúde e a falta de sensibilidade e de competências interculturais nos cuidados de saúde.
Introducción: Este artículo presenta, las vulnerabilidades relacionadas con en el acceso a los servicios de salud que sienten las mujeres refugiadas. Objetivo: El objetivo fue comprender la realidad psicosocial de las mujeres que llegaron a Portugal como resultado de la migración forzada, centrándose en las principales dificultades del viaje de migración y adaptación, destacando vulnerabilidades relacionadas con la salud y el acceso a los servicios de salud, además de los factores de protección que facilitaron sus procesos de resiliencia, adaptación e integración social. Metodología: Los significados de las experiencias fueron revelados a través de entrevistas semiestructuradas y en profundidad, realizadas individualmente, grabadas y transcritas, con mujeres de Irak, de Siria y de Libia. Resultados: La investigación reveló vulnerabilidades provocadas por la experiencia migratoria y la pertenencia de género, como la discriminación sentida en forma de prejuicio, el aislamiento social y el choque cultural (principalmente relacionado con la religión y la vestimenta), que justificaron el análisis interseccional. Los resultados revelan desafíos en Portugal, como el acceso a la salud, la calidad de las relaciones institucionales y el dominio de la lengua portuguesa. Conclusiones: La presente investigación llevó a la conclusión de que existen fallas en Portugal en cuanto a garantizar el pleno acceso a la atención de la salud de las refugiadas, destacándose: falta de información en un idioma diferente al portugués, falta de dominio de la lengua portuguesa, falta de conocimiento sobre el funcionamiento de las instituciones de salud y falta de sensibilidad y habilidades interculturales en la atención de la salud.
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Keywords
Access to health National health service Refugee women Vulnerabilities Human rights Acesso à saúde Serviço nacional de saúde Mulheres refugiadas Vulnerabilidades Direitos humanos Acceso a la salud Servicio nacional de salud Mujeres refugiadas Vulnerabilidades Derechos humanos
Citation
Sampaio, C., Ramos, N. (2023). Women's Health Access in the Context of Forced Migration in Portugal: Vulnerabilities and Adaptation. Revista Ciência Plural, v. 9, n. 2, p. 1-17.
Publisher
UFRN, Natal/RN