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A evolução do paleoestuário da Ribeira de Barcarena entre os finais do VI milénio e os fins do III milénio a.C. segundo a presença de Ostrea edulis L.

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Resumo(s)

Apresenta-se, com base na caracterização da presença da espécie Ostrea edulis L. presente em dois povoados pré-históricos, o do Carrascal e o de Leceia, ambos situados na encosta direita da ribeira de Barcarena, a evolução do paleoestuário criado na sua confluência com o estuário do Tejo.O povoado pré -histórico do Carrascal, com uma ocupação do Neolítico Antigo, sobreposta por outra no Neolítico Final, situa-se a cerca de 3Km do litoral, enquanto que o de leceia, cuja ocupação mais antiga remonta ao Neolítico Final, desenvolvendo-se depois pelo Calcolítico, se situa cerca de 700 m a montante daquele. Os resultados obtidos mostram que, no final do VI milénio a.C., a zona húmida formada anteriormente, existia ainda em plenitude, enquanto que , dois milénios depois, a mesma era apenas residual. Tal fenómeno integra-se em realidade mais ampla, correspondente à colmatação dos fundos dos vales, no decurso do Holocénico, em resultado da variação positiva do nivel de base marinho relacionado com o final da transgressão flandriana e com o aumento da erosão devida às actividades antrópicas.

Descrição

Palavras-chave

Arqueologia Escavações arqueológicas Molusco Estuários Barcarena

Contexto Educativo

Citação

Cardoso, João Luís - A evolução do paleoestuário da Ribeira de Barcarena entre os finais do VI milénio e os fins do III milénio a.C. segundo a presença de Ostrea edulis L. [Em linha]. "Setúbal Arqueológica". ISSN 0873-3451. Vol. 14 (2013), p. 113-122

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MAEDS - Museu de Arqueologia e Etnografia do Distrito de Setúbal

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