Loading...
5 results
Search Results
Now showing 1 - 5 of 5
- A compreensão leitora mediada por tecnologias de informação e comunicaçãoPublication . Casanova, PrazeresO presente trabalho visa refletir sobre a compreensão leitora, princípios e diferentes estratégias a usar antes, durante e após a leitura de textos com recurso a outros espaços educativos, nomeadamente as tecnologias de Informação e comunicação. O mundo desenvolve-se em torno de linguagens. O mundo pula e avança com textos oficiais, mas também com pensamentos escritos nas diferentes plataformas das redes sociais (Twiter, Facebook,…). A compreensão leitora constitui um processo complexo de nível superior, fundamental para a aquisição de conhecimento no espaço educativo formal, o não formal e no informal. Não é raro ouvirmos alguém retratar-se: as palavras ditas, não significavam para o autor a interpretação dada pelos leitores/recetores. Nos alunos, a problemática da compreensão é muito importante, por vezes não compreendem o que leem, não conseguindo realizar aprendizagens significativas, nem responder assertivamente nos momentos de avaliação formativa ou sumativa. As dificuldades de compreensão leitora gera incapacidade de análise, reflexão, triangulação de dados, síntese e formulação de juízos críticos gerando iliteracia. Por vezes, os alunos, ao serem questionados, não respondem corretamente, contudo, verifica-se que sabiam os conteúdos, mas não entenderam a questão formulada. Realizámos um pequeno estudo exploratório com uma amostra de conveniência para aferirmos das diferentes estratégias utilizadas na compreensão leitora. Poderemos concluir que os princípios da compreensão leitora estão presentes, assim como a ocorrência de estratégias antes, durante e após a leitura de textos de diferentes géneros literários. Os professores terão, no espaço educativo formal, a missão de ajudar os alunos a serem leitores autónomos capazes de em espaços não formais e informais compreenderem a mensagem na sua plenitude. Parece-nos que quanto maior for o grau de atenção e de concentração dos alunos, maior será a sua capacidade de aquisição de competências de compreensão leitora.
- A avaliação formativa digital: projeto de intervenção numa escolaPublication . Casanova, Prazeres; Rocha, Ana Paula; Amante, Lúcia; Oliveira, IsolinaA avaliação formativa ocorre durante os processos de ensino e de aprendizagem. As tecnologias digitais facilitam a aplicação da avaliação formativa, mas também colocam inúmeros desafios quer aos professores quer aos alunos. A avaliação formativa mediada pelo uso de ferramentas digitais faculta trabalho colaborativo, tomada de novas decisões, execução de tarefas proporcionadoras de aprendizagem e feedback aos alunos. Esta comunicação visa apresentar uma intervenção a realizar numa escola secundária, através do desenvolvimento de um módulo de formação de professores acerca da avaliação formativa digital. A presente proposta, baseada numa metodologia de investigação-ação visa a melhoria das estratégias de avaliação formativa dos alunos, centrada nos processos e nas situações de ensino e aprendizagem com recurso a tecnologias digitais, procura contribuir para a execução, com qualidade, de uma ação de melhoria no contexto do Plano de Ação Estratégica, concretizando assim o Projeto Educativo da Escola e/ou para a sua reformulação. Com esta proposta de investigação-ação-formação espera-se que os professores aprofundem as suas práticas de avaliação formativa digital e, deste modo, participem na melhoria das aprendizagens dos alunos.
- Desenvolvimento e prevenção de riscos no uso de tecnologias digitaisPublication . Casanova, PrazeresO presente trabalho vem ao encontro do nosso desejo de conhecer o modo como as tecnologias digitais podem incrementar o desenvolvimento de adolescentes e de compreender quais os riscos que enfrentam ao navegarem na Internet, assim como descobrir fatores protetores de comportamentos de risco vividos. Os jovens dadas as suas vulnerabilidades, beneficiam da utilização de ferramentas digitais para promoverem as suas aprendizagens, mas encontram-se expostos a diferentes riscos. Os jovens com dificuldades e possuidores de barreiras poderão ter mais obstáculos para ultrapassar os desafios próprios do desenvolvimento humano, sobretudo se o envolvente não constituir um fator facilitador. Definimos como objetivos: 1. Conhecer formas de usar tecnologias digitais como promoção do desenvolvimento de adolescentes; 2. Identificar comportamentos de risco; 3. Descrever fatores protetores de adolescentes no uso de ferramentas digitais; 4. Compreender quais os riscos e os fatores protetores no uso de ferramentas digitais por alunos com necessidades educativas especiais. Realizámos um pequeno estudo exploratório com uma amostra de conveniência a partir da aplicação de um questionário a jovens utilizadores de uma rede social. Presume-se a necessidade de os alunos possuírem literacia digital que os torne aptos a usarem as diferentes ferramentas digitais mas também a ter comportamentos preventivos e protetores da sua integridade. A sua participação em fóruns e em redes sociais ocasionam novas oportunidades, acesso a novas práticas de entretenimento, de aprendizagem e de participação cívica. O uso de ferramentas digitais adaptadas à pessoa, ao conteúdo, e/ou ao contexto podem ser elementos promotores de motivação no desenvolvimento de aprendizagens, de compreensão leitora e escritora de interação com o contexto, de autoconfiança, de imaginação e de autonomia. A utilização de ferramentas digitais por alunos com necessidades educativas especiais requer dos professores formação quer em hardware, quer em software passível de ser aplicado na promoção de aprendizagens de modo a apresentar desafios progressivos, mas adaptados ao ritmo e necessidades educativas e formativas de cada um dos alunos, fomentando a atenção, a concentração, a motivação e o empenho na aprendizagem.
- Avaliação de alunos: um modelo de formação de professores para a melhoria das aprendizagens em B-learning no 3.º ciclo e secundário.Publication . Rocha, Ana Paula; Oliveira, Isolina; Amante, Lúcia; Casanova, PrazeresA presente investigação-ação, de caraterísticas qualitativas, constitui um estudo desenvolvido na formação de professores, segundo o modelo b-learning, conjugando contextos de aprendizagem digital e colaborativa com conceitos do domínio da avaliação. O quadro de referência da avaliação de competências em ambiente digital constituiu a matriz conceptual, segundo a qual as propostas de avaliação, o seu desenho, execução e feedback são mediados pelas tecnologias, promovendo a autorreflexão, a metacognição e o desenvolvimento pretendido. Desenhámos um plano formativo com dois objetivos: obter conhecimento sobre o modo como é praticada a avaliação de natureza formativa, no quotidiano das salas de aula do 3º ciclo e ensino secundário, e proporcionar desafios aos professores para a integração de novas modalidades de avaliação da aprendizagem dos alunos. A recolha de dados apontou evidências sobre as potencialidades e constrangimentos do recurso a este cenário de aprendizagem e avaliação. Os resultados permitiram caraterizar as práticas de avaliação dos professores, ainda de natureza tradicional, o modo como começam a incorporar as tecnologias na avaliação dos alunos e o tipo de ferramentas digitais que utilizam na regulação das aprendizagens, indicativo de escassa fluência no seu domínio.
- Avaliação formativa digital: um estudo sobre perspetivas de alunosPublication . Casanova, Prazeres; Amante, Lúcia; Oliveira, Isolina