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- 2025, o ano em que a democracia se vê ao espelhoPublication . Alves, FátimaOpinião essencial para refletirmos sobre 2025 e o futuro da democracia. Leia o mais recente artigo de Fátima Alves no Diário As Beiras “2025, o ano em que a democracia se vê ao espelho" — uma análise crítica e necessária sobre os desafios que a nossa democracia enfrenta, desde a normalização de discursos de ódio até à erosão de direitos conquistados ao longo de décadas. Num momento em que as desigualdades sociais, as tensões políticas e a fragilidade de direitos fundamentais ganham relevo, este texto convida-nos a pensar como cidadãos e cidadãs vigilantes e ativos, e a recusar respostas fáceis que ameaçam o tecido democrático.
- As alterações climáticasPublication . Alves, FátimaO artigo apresenta as alterações climáticas como realidade cientificamente inequívoca, associada a desequilíbrios ecológicos, perda de biodiversidade e agravamento de desigualdades, criticando a incapacidade política de acompanhar a urgência do problema. Defende-se uma transformação das relações sociedade–natureza e um compromisso efetivo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, em nome da responsabilidade intergeracional e de futuros habitáveis.
- A autonomia das universidades e a liberdade de inovarPublication . Caeiro, Domingos; Caetano, João Relvão
- Bússolas para orientar a ação: defender a biodiversidade é um desafio eminentemente interculturalPublication . Alves, FátimaSustenta-se que a proteção da biodiversidade exige compreender os sentidos e significados atribuídos à biodiversidade nos territórios, integrando práticas tradicionais, locais e técnico-científicas, bem como linguagens e idiomas. A partir de uma experiência situada no Brasil, enfatiza-se a complexidade resultante da articulação entre diversidades socioculturais e biológicas e a necessidade de conciliar saberes e poderes para proteger o futuro coletivo. Defende-se que acolher e promover a diversidade — humana e não humana — constitui condição de possibilidade para futuros socioecológicos sustentáveis, reforçando a ideia de que nada e ninguém deve ficar para trás.
- Conforto, culturas e transição ecológicaPublication . Alves, FátimaProblematiza-se a associação, culturalmente consolidada nas sociedades ocidentais, entre consumo e bem-estar/conforto, argumentando-se que esta equivalência funciona como obstáculo à transição ecológica. Defende-se que os padrões de “conforto” são contingentes e não universais, sendo duplamente problemáticos: por um lado, aumentam a pressão socioecológica; por outro, colocam em causa a expectativa de generalização desses padrões a sociedades onde tal “conforto” não foi alcançado. A reflexão convoca a crítica de Marcuse à sociedade unidimensional para sublinhar a função disciplinadora do consumismo e conclui com a necessidade de desconstruir conceitos redutores, deslocando o foco para noções plurais e menos materialistas de bem-estar, compatíveis com a sustentabilidade de longo prazo.
- Dar voz aos ausentes na transição ecológica: a natureza e as gerações do futuroPublication . Alves, Fátima; Vidal, Diogo GuedesNo artigo defende-se que as crises climáticas e a complexidade dos sistemas socioecológicos exigem ultrapassar modelos tradicionais de participação, alargando a deliberação a grupos vulneráveis e marginalizados, bem como a representantes da própria natureza e das gerações futuras. Sublinha-se que a dificuldade não é apenas operacional, mas ontológica e ética, por falhar o reconhecimento da agência e dos interesses desses “ausentes”. Propõe-se, por isso, uma reformulação da governação da transição ecológica, com princípios e enquadramentos que garantam inclusão efetiva e justiça intergeracional.
- De que modo o consumidor perceciona a relação preço/qualidade dos produtos?Publication . Moura, Ana Pinto de
- A democracia em risco: o discurso de Maria Ressa em Harvard e os desafios que nos deixaPublication . Alves, FátimaO artigo toma como ponto de partida o discurso de Maria Ressa na Universidade de Harvard para discutir a fragilidade contemporânea das democracias. São destacados fatores como a desinformação, a polarização e a manipulação nas redes, bem como a aceleração tecnológica associada à desumanização e à incapacidade institucional de escuta. A reflexão articula ainda democracia e crise climática, defendendo que respostas ambientais eficazes exigem transparência, coordenação política e condições democráticas que permitam justiça social e ambiental, incluindo a audição de comunidades marginalizadas.
- Desafios socio-ecológicos globais em tempos de crise democráticaPublication . Alves, FátimaPublicado no Diário As Beiras, que aborda as implicações preocupantes do recente cenário eleitoral nos Estados Unidos. O regresso de Donald Trump ao poder representa não apenas um retrocesso nas políticas climáticas de um dos maiores emissores de carbono do mundo, mas também um reforço de agendas que marginalizam os direitos humanos e as lutas por justiça social e ambiental.
- Descolonizar o pensamento, para um mundo mais sustentável e justoPublication . Alves, FátimaO artigo desafia-nos a refletir sobre as "lentes" culturais e sociais que moldam nossa visão do mundo e questiona a hegemonia dos saberes dominantes. Ao partilhar as suas experiências com comunidades não ocidentais, a autora realça a urgência de descolonizar o pensamento, promovendo uma coexistência respeitosa com a natureza e com as múltiplas formas de vida e conhecimento.
