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- Graus de interação em obras de média-arte digitalPublication . Trigo, Clara; Santana, Ivani; Veiga, Pedro Alves daEste artigo visa apresentar uma forma de categorizar obras de média-arte digital a partir do nível de interação com o público que a obra oferece. Embora esta abordagem tenha sido elaborada a partir da análise de dez obras de dança com mediação digital, tendo o vídeo como matéria principal, propõe-se aqui a expansão da sua utilização na classificação de outros tipos de obras de média-arte digital, não performativas. São propostos, e justificados, quatro graus de interação: grau 1 – artefatos de via única; grau 2 – artefato de engajamento público; grau 3 – artefato de manipulação digital; e grau 4 – artefato de diferencial interativo. Esta categorização pretende reconhecer aspectos da interação do público com a obra, a partir dos recursos digitais utilizados. Não pretende atribuir valor hierárquico entre as diferentes escolhas e resultados artísticos. Pretende-se, assim, sugerir a sua utilização em ambientes de investigação e ensino, de maneira a introduzir mecanismos formais de análise e classificação deste tipo de artefato, bem como permitir que os artistas/criadores possa tomar consciência das variações e possibilidades ao seu dispor.
- Entre a mediação idealizada e a mediação possível: o papel dos mediadores municipais interculturais no processo de integração de pessoas c iganas na cidade do PortoPublication . Magano, Olga; VieiraRomero (1997) defende a mediação intercultural como uma modalidade de intervenção de terceiras partes, em e sobre situações sociais de multiculturalidade significativa, orientada para a consecução do reconhecimento do outro e aproximação das partes, entre atores sociais ou institucionais etnocultural mente diferenciados. Contudo, geralmente, é apontada apenas a necessidade de mediação em contextos de vulnerabilidade e exclusão social ( 2008). Por vezes trata se de tentativas de “normalização” dos outsiders daqueles que se diferenciam dos “ (Elias Scotson, 2000 [ do ponto de vista cultural, visto que alguns cidadãos são encarados com estranheza ou até como “ ( 1997), acantonados espacial e socialmente e segregados do tecido urbano e da cidade ( 2014). Passados 50 anos do 25 de Abril de 1974, é notória a persistência da ciganofobia ( 2012) e do anticiganismo ( 2022; Magano D’Oliveira, 2023) em Portugal, estando por cumprir o direito à não discriminação. A criação de equipas de mediadores municipais e interculturais, no âmbito do Plano Estratégico para as Migrações, da Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas 2013 2020 e do Programa Operacional Inclusão Social e Emprego (Portugal 2020), em 2018 procurou responder à necessidade de intervenção intercultural junto da população cigana e i migrante. O objetivo desta apresentação é refletir sobre a ação desenvolvida, em termos de mediação junto de pessoas/famílias ciganas, no período de implementação e execução do projeto no município do Porto (março 2019 abril 2022), através de dados de inquérito aplicado a pessoas ciganas e entrevistas realizadas a técnicos e mediadores, para conhecer o impacto que o projeto teve em entidades públicas e em munícipes ciganos e não ciganos. Os resultados apontam para uma enorme panóplia d e atividades, papéis e expetativas atribuídos aos mediadores e os constrangimentos para a concretização, por vezes inatingível ou fora do alcance destes interventores.
- Provas de Agregação em Ciências Sociais: lição, relatório e curriculumPublication . Henriques, Mendo Castro
