Percorrer por autor "Freires, Thiago"
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- Quem te viu e quem te vê: Mariolas do caminhoPublication . Mouraz, Ana; Freires, Thiago; Fonte, Rui“Quem te viu e quem te vê!”- Mariolas do caminho É um vídeo realizado no contexto do projeto “Quem te viu e quem te vê!”(WAY). O WAY visa aprofundar o conhecimento sobre o desenvolvimento da aprendizagem autorregulada de alunos do ensino secundário, através do seu envolvimento na observação dos pares durante as aulas. Neste vídeo apresentam-se as principais traves-mestras do projeto. Daí o subtítulo: mariolas são as pedras que os pastores costumam empilhar na montanha para assinalar os percursos viáveis. Uma dessas mariolas é a voz dos estudantes que neste vídeo têm protagonismo merecido. O projeto foi desenvolvido quatro Agrupamentos de Escolas das Regiões Norte e Centro de Portugal, a saber: Agrupamento de Escolas Camilo Castelo Branco (Famalicão), Agrupamento de Escolas de Canas de Senhorim; Agrupamento de Escolas de Ribeirão ( Famalicão) e Escolas de S. Pedro ( Vila Real). O projeto foi investigado e monitorizado por uma equipa de investigadores de três Universidades portuguesas ( Universidade Aberta – Laboratório de educação a Distância e e-Learning; Universidade do Porto – Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação – Centro de Investigação e Intervenção Educativas; e Universidade de Trás os Montes e Alto Douro. O projeto foi financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia ( referência 2022.01025.PTDC).
- Reinventar o currículo para inovar as práticas: a utilização das tecnologias pelos professores veteranosPublication . Morgado, José Carlos; Freires, Thiago; Mouraz, AnaA inovação nas escolas passou a ser uma tendência nos discursos sobre a melhoria educativa, associada à mudança necessária das práticas para assegurar essa melhoria que, por sua vez, são exigidas pelo desafio de preparar estudantes para um futuro imprevisível. A relação do conceito de inovação às tecnologias da informação é obvia e naturalizada. Não é, por isso, estranho que aos professores veteranos também se associe uma maior dificuldade de acesso às tecnologias da informação que assim contribuiriam para obstaculizar a inovação necessária, ao mesmo tempo que aos estudantes, habituados desde o berço a deslizar os dedos pelos ecrãs dos telemóveis e I-pads, se associa uma competência digital quase “inata”. Todavia esse “digital gap” dos professores veteranos, tal como a proficiência “inata” dos estudantes parecem ser crenças infundadas. Esta comunicação, que se inclui no âmbito do projeto Migrações digitais e inovação curricular: ressignificar a experiência e (re)encantar a profissão docente depois dos 50 (REKINDLE+50) é uma revisão de literatura sobre o uso das tecnologias pelos professores veteranos, realizada com o objetivo de contribuir para o debate que tem vindo a realizar-se em torno do mito do “digital gap”.
