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Autores
Orientador(es)
Resumo(s)
As alterações emocionais associadas ao envelhecimento podem comprometer o bem-estar psicológico e a perceção de qualidade de vida, destacando-se a ansiedade e a fragilização da autoestima como fatores particularmente relevantes. Apesar do interesse crescente por intervenções psicológicas complementares, a aplicação da hipnose clínica em populações idosas permanece ainda pouco explorada, sobretudo em estudos de natureza qualitativa. O presente estudo teve como objetivo analisar os efeitos percebidos da hipnose clínica na gestão da ansiedade e no fortalecimento da autoestima em adultos mais velhos, bem como a manutenção das mudanças emocionais ao longo do tempo. Recorreu-se a um desenho qualitativo exploratório, envolvendo seis participantes com idades entre os 67 e os 74 anos. A recolha de dados incluiu entrevistas semiestruturadas, observação clínica sistemática e a aplicação da Escala de Ansiedade de Autoavaliação de Zung em três momentos: pré-intervenção, pós-intervenção e follow-up seis meses após o término das sessões. Os resultados indicaram uma redução progressiva da ansiedade
percebida, acompanhada por melhorias na autoimagem e no bem-estar psicológico. No follow-up, observou-se manutenção global dos ganhos emocionais relatados, com variações individuais. Os resultados sugerem que a hipnose clínica pode constituir um recurso psicológico relevante no contexto do envelhecimento, associando-se a processos de regulação emocional e reforço da autoestima.
Descrição
Palavras-chave
hipnose clínica envelhecimento ansiedade autoestima qualidade de vida
Contexto Educativo
Citação
Silva, A. I. M. (2026). Hipnose clínica, ansiedade e autoestima no envelhecimento: Um estudo qualitativo exploratório. In A. C. Zani (Org.), Saúde, questões atuais e dilemas profissionais (pp. 25–49). Editora Foco. https://doi.org/10.54751/edfoco.978-65-83117-35-9
Editora
Foco
