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Advisor(s)
Abstract(s)
Em 1663, chegado havia pouco do Brasil, expulso pelos colonos do
Maranhão, Vieira foi instado pelo Santo Ofício a justificar as opiniões
que expusera na Carta Esperanças de Portugal e que recendiam a heresia judaizante. Processado pela Inquisição de Coimbra, Vieira pediu para redigir uma resposta ou
apologia a eles, os inquisidores, cuja permissão pelo Conselho Geral só lhe foi dada em abril de 1664. Enquanto esperava, todavia, Vieira
começou a escrever, como se fora outra pessoa defendendo-o. Pode-se
imaginar neste desdobramento a sombra de uma solidão que começara a pesar sobre ele desde que, morto o Rei D. João iv (e não ressuscitado), o Rei D. Pedro passara a hostilizá‑lo, afastando-o das decisões palacianas.
Essa Apologia é aquela que Besselaar diz que Vieira não se dera ao
trabalho de redigir, optando por se dedicar à História do Futuro. Não parece que o caso se tenha passado assim e Vieira muitas vezes se refere a tal escrito como “resposta ou apologia”, ou, simplesmente, “apologia”.
Description
Obra sob a direção de: José Eduardo Franco e Pedro Calafate, e coordenada por: Adma Muhana
Obra completa Padre António Vieira. Profética; T. 3, v. 3
Obra completa Padre António Vieira. Profética; T. 3, v. 3
Keywords
Padre António Vieira António Vieira, S.J., 1608-1697 Apologia Inquisição Judaísmo Verdade Heresia Ortodoxia