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Fazer a licenciatura a distância: percursos e impactos
dc.contributor.author | Abrantes, Pedro | |
dc.contributor.author | Bäckström, Bárbara | |
dc.contributor.author | Henriques, Susana | |
dc.contributor.author | Jacquinet, Marc | |
dc.contributor.author | Neves, Claudia | |
dc.contributor.author | Magano, Olga | |
dc.date.accessioned | 2017-05-25T14:24:24Z | |
dc.date.available | 2017-05-25T14:24:24Z | |
dc.date.issued | 2016 | |
dc.description.abstract | Com esta comunicação, pretendemos aprofundar o conhecimento e o debate sobre os perfis dos estudantes universitários em regime de e-learning e os impactos das licenciaturas nas suas vidas sociais e laborais, tendo por referência os estudos sobre percursos no ensino superior e transição para o mercado laboral. Em vez de presumir uma homogeneidade, pretende-se analisar se estes percursos divergem entre áreas científicas/profissionais. A comunicação irá basear-se nos resultados de um questionário lançado, em 2015, a todos os estudantes que concluíram a licenciatura na Universidade Aberta, nos anos de 2011, 2012 e 2013 (universo=1691; taxa de resposta=31%). A análise dos dados inclui um conjunto de procedimentos estatísticos, privilegiando, nesta comunicação, as comparações dos resultados entre áreas formativas, ao nível do perfil sociodemográfico e dos impactos da licenciatura na vida social e profissional. Como resultados mais expressivos, podemos sublinhar que a larga maioria dos estudantes da UAb trabalha a tempo inteiro e tem entre os 30 e os 50 anos, divergindo das universidades presenciais. Passados cerca de 3 anos do final da licenciatura, cerca de 25% conheceu processos de mobilidadesocial ascendente, sendo que este valor varia pouco entre licenciaturas. Porém, observam-se variações entre áreas formativas noutros itens. Na área das ciências sociais, muitos estudantes reconhecem que o aprofundamento cultural e cívico foi a razão central para a frequência. E em cursos como educação, os estudantes revelam-se satisfeitos com as competências desenvolvidas e com os impactos noutras esferas da vida. Por seu lado, em cursos como gestão ou informática, havia à partida uma motivação mais instrumental, sendo os impactos culturais e cívicos menos evidentes. Com base nestes dados, concluímos que a opção pelo ensino superior a distância em Portugal resulta, sobretudo, do facto de as pessoas trabalharem a tempo inteiro e terem responsabilidades familiares. Esta situação varia pouco entre áreas formativas. Contudo, o perfil dos estudantes e os impactos da licenciatura apresentam variações significativas, em linha com o observado sobre estudantes no ensino superior presencial. | pt_PT |
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dc.identifier.isbn | 978-989-96261-6-4 | |
dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10400.2/6479 | |
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dc.publisher | Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE) | pt_PT |
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dc.subject | Educação superior | pt_PT |
dc.subject | Trajetórias | pt_PT |
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dc.subject | Estudantes | pt_PT |
dc.subject | Universidade | pt_PT |
dc.subject | Trabalho | pt_PT |
dc.title | Fazer a licenciatura a distância: percursos e impactos | pt_PT |
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oaire.citation.title | Atas do XIII Congresso da SPCE. Fronteiras, diálogos e transições na educação | pt_PT |
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