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Os claustros do Mosteiro de S. Vicente de Fora: da austeridade filipina à pompa joanina

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Objeto de renovado interesse de sucessivas gerações de historiadores e olisipógrafos, o Mosteiro de S. Vicente de Fora, representa um assinalável complexo histórico-artístico que acompanha o desenvolvimento da cidade de Lisboa desde o século XII até ao presente. A sua total reformulação, empreendida a partir de 1582 sob a tutela e o desígnio ideológico da monarquia filipina, sofreu uma importante inflexão com as intervenções promovidas pelo mecenato de D. João V. Neste contexto, os seus espaços claustrais foram objeto de uma valorização decorativa, sustentada por uma extensa série de painéis azulejares cujas temáticas se revestem de claro sentido profano. À estrutura arquitetónica pré-existente, concebida de acordo com os indispensáveis valores de funcionalidade, mas de implícito teor palaciano, acrescentou-se um imponente acervo narrativo de acordo com os padrões de gosto e sumptuosidade que o rei Magnânimo intentava promover. Da conjugação destas intervenções resultou um núcleo integrado, em termos do grande Barroco nacional, constituído com particular incidência nos claustros que se inscrevem no corpo do Mosteiro dos Cónegos Regrantes. Encontrando-se este estudo ainda numa fase preliminar, é intenção desta comunicação propor e refletir as linhas problemáticas fundamentais sobre o tema, até agora abordado em estudos de indiscutível mérito, mas circunscritos a um âmbito sectorial.

Descrição

Palavras-chave

Azulejo barroco Claustro Mosteiro de S. Vicente de Fora

Contexto Educativo

Citação

CÂMARA, Maria Alexandra Trindade Gago da, e Carlos Alberto Louzeiro de Moura. “Os claustros do Mosteiro de São Vicente de Fora. Da austeridade filipina à pompa barroca.” In Claustros no Mundo Mediterrâneo, coord. Giulia Rossi Vairo e Joana Ramôa Melo, 197-210. Coimbra: Almedina, 2016

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