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O Jano ibérico: A incidência do anticastelhanismo na literatura portuguesa (séculos XIV-XVII); O papel cultural do anticastelhanismo na construção da identidade nacional portuguesa (séculos XVIII e XIX)

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A Sombra dos Demónios-cap. 1.pdf4.11 MBAdobe PDF Ver/Abrir

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Este estudo insere-se no recente conjunto de reflexões acerca das dinâmicas de formação da identidade negativa e do seu impacto na consciência cultural portuguesa. Partiremos da ideia, defendida pela grande maioria dos que refletiram sobre a identidade nacional, de que o anticastelhanismo foi um dos tópicos fundamentais da definição das especificidades da comunidade coletiva portuguesa. O vizinho – castelhano, primeiro, espanhol a partir do momento em que Portugal se excluiu do conjunto da Espanha – foi encarado como principal opositor, como rival sempre a controlar e a procurar ultrapassar – para o que contribuiu o facto de a história dos dois reinos ter evoluído com grande proximidade – e, numa lógica de complô, como ameaça permanente, pelo que, mesmo em tempo de paz aparente, se procuraram soluções de resposta face a previsíveis conflitos futuros.

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Palavras-chave

Contexto Educativo

Citação

Sousa, Rui; Santos, Sofia - O Jano ibério: A incidência do anticastelhanismo na literatura portuguesa (séculos XIV-XVII); O papel cultural do anticastelhanismo na construção da identidade nacional portuguesa (séculos XVIII e XIX). In Franco, José Eduardo, Ventura, Ricardo, coord. - “A sombra dos demónios [Em linha]: para uma história da cultura em negativo”. Lisboa: Edições Esgotadas, 2019. ISBN 978-989-9015-05-0. p. 15-48

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