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Escrita e Outro em Maurice Blanchot: disrupções na obra, na identidade e no pensamento (filosófico)

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A Sombra dos Demónios-cap. 13.pdf11.34 MBAdobe PDF Ver/Abrir

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Sendo uma questão primacial do pensamento filosófico – de tal forma que, como nos adverte Maurice Blanchot, resistiu sempre nos limites do seu questionamento e dos seus sistemas, mesmo quando estes pretenderam desvalorizá-la, ultrapassá-la ou subsumi-la – a questão radical do Outro, pensado como (in)condição e limite de todo o pensamento e discurso, surge como uma das maiores tarefas e exigências da filosofia contemporânea. Assomando, na sua radicalidade, em pensadores como Kierkegaard e Nietzsche, tal questão permeará igualmente o estruturalismo, o existencialismo, a hermenêutica e, muito especialmente, o pensamento da “diferença” representado por filósofos como Levinas, Deleuze e Derrida. Maurice Blanchot (1907-2003) surge, neste contexto, tal como reconhecem os últimos filósofos que referimos, como um autor incontornável pelo papel crucial que teve na emergência e radicalização da questão do Outro, questão central na sua conceção da literatura.

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Carvalho, Helena - Escrita e Outro em Maurice Blanchot: disrupções na obra, na identidade e no pensamento (filosófico). In Franco, José Eduardo, Ventura, Ricardo, coord. - “A sombra dos demónios [Em linha]: para uma história da cultura em negativo”. Lisboa: Edições Esgotadas, 2019. ISBN 978-989-9015-05-0. p. 191-201

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