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- Novos lugares da educaçãoPublication . Baptista, NunoO presente estudo explora as perceções e práticas de 93 docentes do ensino básico e secundário sobre os “novos lugares de educação”, concebidos como ecossistemas híbridos que articulam espaços físicos, digitais, naturais e comunitários. Através de uma abordagem metodológica mista, combinando questionários fechados e abertos, analisaram-se dimensões quantitativas e qualitativas das representações docentes. Os resultados revelam uma valorização significativa dos ambientes digitais e híbridos, associando-os ao sucesso educativo dos alunos. Contudo, persistem constrangimentos institucionais, como a rigidez curricular, a escassez de tempo e a ausência de reconhecimento formal, que limitam a concretização plena destas práticas. A análise qualitativa evidenciou experiências diversificadas, incluindo a articulação com agentes externos, reforçando o potencial dos ecossistemas educativos para promover aprendizagens contextualizadas e participativas. O estudo aponta a necessidade de políticas organizacionais e formativas que reconheçam e incentivem estas práticas, alinhadas com recomendações internacionais para a construção de uma escola mais aberta, inclusiva e sustentável. Assumindo uma perspetiva crítica e emancipadora da educação, este trabalho pretende não apenas analisar, mas também contribuir para a legitimação cultural da inovação pedagógica, valorizando a escola enquanto espaço dinâmico de construção coletiva de saberes e cidadania.
- Exploring the meaning of social innovation: a categorisation scheme based on the level of policy intervention, profit orientation and geographical scalePublication . Baptista, Nuno; Pereira, João; Moreira, Antonio; Matos, Nelson deThere has been a growing interest in academia regarding the term ‘social innovation’, including in disciplines such as sociology, administration, history, management, psychology, and economics. The literature highlights the lack of scientific clarity in the use of the term, and some scholars argue that the term is no more than a ‘buzzword’ or a ‘fad’. This article focusses on the analysis of the conceptualizations of social innovation, contrasting sociological and economical approaches, and adopts an integrative approach to propose a categorization scheme of social innovation projects based on three distinct variables, namely the level of policy support, the profit orientation and the geographical scale. We argue that government support and the scalability of social innovations should be carefully pondered depending on the characteristics of the social innovation initiatives. We conclude that policy support should privilege social innovation initiatives that, while having the potential to deliver social good, are constrained by market failures. In addition, we also argue in favour of policy support for small bottom-up initiatives that have a profit-logic but are not sufficiently robust to survive on their own due to the liabilities of smallness and newness. Finally, we advise caution in public policies supporting scale-up strategies and highlighted the inherent challenges.
