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- Produtos da sociobiodiversidade da amazônia e o desenvolvimento sustentável: organização de comunidades extrativistas da Castanha-da-AmazôniaPublication . Paes-de-Souza, Mariluce; Pedrozo, Eugenio Avila; Silva, Tania Nunes da; Souza Filho, Theophilo Alves de; Cunha, Luís Miguel; Moura, Ana Pinto deMuitos são os desafios para o desenvolvimento da Região Amazônica, e seu megabioma único, desde sua ocupação. E, duas questões estão presentes atualmente: 1) transformar seus recursos naturais em negócios viáveis do ponto de vista da sustentabilidade, e 2) desenvolver capital humano, organizacional e institucional que possa gerar ideias e administrar as transformações necessárias, mas, principalmente, que as soluções beneficiem de forma justa as comunidades tradicionais amazônidas (seringueiros, ribeirinhos, quilombolas e indígenas). Nesse sentido, foi analisada a Cadeia Produtiva extrativista da Castanha-da-Amazônia, nos estados situados na zona do Arco Norte do Brasil (Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima) com foco nas comunidades extrativistas. O objetivo geral foi analisar o processo de mudança na organização da Cadeia Produtiva Extrativista da Castanha-da-Amazônia, contribuindo para avançar na sustentabilidade e melhoria das condições de vida das comunidades tradicionais amazônidas envolvidas. Como pressuposto estabeleceu-se que essa organização deve ser (1) justa, (2) equitativa (não discriminatória), (3) segura; e (4) que melhore o bem-estar dessas comunidades locais de extrativistas e a sociedade circundante. A revisão da literatura apresenta uma discussão sobre desenvolvimento sustentável local, BoP (Base da Pirâmide), recursos internos e lógica de serviços, recursos naturais e PFNMs (Produtos Florestais) e Teoria da Atividade. No método, foram trabalhados dados de natureza quantitativa e qualitativa, juntamente com o método abdutivo, e foram realizados seis estudos de casos, em comunidades extrativistas relacionadas a recoleta da castanha (um em cada estado do Arco Norte da Amazônia). Os resultados possibilitaram entender as práticas das comunidades, suas aspirações e contribuem para a elaboração de proposição de práticas, estratégias e políticas públicas que atendam às necessidades delas e melhorem sua qualidade de vida.