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Mestrado em Literaturas Lusófonas Comparadas | Master's Degree in Comparative Lusophone Literatures - TMLLC

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  • O absurdo ou o diálogo dos possíveis em Guimarães Rosa e Mia Couto
    Publication . Pires, Luís Filipe Cerdeira Leitão; Padeira, Ana Rita Soveral
    Constitui objectivo do presente trabalho apreender as manifestações do absurdo plasmadas na ficção de João Guimarães Rosa e Mia Couto, procurando fixar semelhanças e diferenças das mesmas figurações. Assim, no primeiro capítulo, procurámos pôr em evidência a ruptura literária de cada escritor contextualizado no universo literário do seu país. No segundo capítulo, procurámos identificar intertextualidades sob um enquadramento comparatista, aproximando campos temáticos no universo da lusofonia. Em seguida, no capítulo terceiro, procedemos a uma reflexão dedicada ao conceito do absurdo, sob o prisma da filosofia. Por fim, no quarto capítulo, analisámos o horizonte textual, procurando fazer o levantamento dos elementos que nos permitissem chegar às figurações do absurdo. Nas conclusões, procurámos sistematizar as ideias mais importantes que aproximam e diferenciam os escritores em causa face ao tema do absurdo.
  • A selva: do romance de Ferreira de Castro ao filme de Leonel Vieira
    Publication . Coelho, Maria Adelaide Antunes de Brito; Padeira, Ana Rita Soveral
    O objectivo central do presente trabalho é a análise comparativa do romance A Selva de Ferreira de Castro, publicado em 1930 e do filme homónimo de Leonel Vieira, realizado em 2002. Assim, na primeira parte, «Ferreira de Castro: autor, obra e contexto» procedemos à contextualização histórico-literária da obra e do seu autor. Abordámos, igualmente, a questão da emigração por se tratar de um tema recorrente na obra do ficcionista, e de especial relevância no romance em estudo. Considerámos, ainda, oportuno lembrar a estreita ligação que o escritor manteve com o cinema, uma vez que nos debruçámos sobre a adaptação cinematográfica de uma das suas obras. Na segunda parte, «A Selva, de Leonel Vieira» referimo-nos aos aspectos que precederam a concretização do filme: a produção, a realização e a rodagem. Com a apresentação dos elementos estruturais da linguagem cinematográfica, reunimos as ferramentas que nos permitiram analisar a obra fílmica e estabelecer a comparação com a obra romanesca. Procurámos, ainda, clarificar que adaptar não significa «transcodificar literalmente» uma obra noutra, visto que a uma adaptação subjaz a interpretação, que proporcionará o nascimento de uma nova obra, independente, mesmo que se lhe reconheçam os traços daquela que lhe serviu de modelo. Na terceira parte, «Diálogo entre romance e filme», ao analisarmos comparativamente o romance e o filme, estabelecemos os pontos de convergência e de divergência que resultaram da adaptação da obra literária. A nossa atenção centrou-se no percurso da personagem Alberto, o protagonista, que, distante da pátria, circundado por um espaço que lhe é adverso, vai consumando a viagem da sua auto-revelação, tendo contribuído para esse fim último todos aqueles que se cruzaram com ele, ao longo da sua estada na Amazónia. Em suma, procurámos dar conta de como estes aspectos são contados no romance e no filme, tendo em consideração a especificidade de cada uma destas linguagens